A Maçonaria, o Bhagavad Gita e o Dharma

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dharma

Todos nós temos deveres, pelos quais somos responsáveis na vida, embora alguns possam não atribuir estas responsabilidades neste termo. Somos responsáveis pelo bem-estar de outros, da nossa família, e pelo nosso próprio.

Muitos de nós diriam que temos o dever de servir à nossa comunidade ou mesmo à humanidade como um todo.

“Dever” é um conceito importante na Maçonaria e pode ser visto ou definido de duas maneiras básicas:

  1. Uma obrigação moral e ética, uma responsabilidade, compromisso ou lealdade.
  2. Uma tarefa ou acção que alguém deve realizar.

A primeira definição fala de um conceito superior, uma atitude de reverência ou respeito pela causa, pelo ideal.

A segunda definição é mais concreta e alinha-se com uma acção específica que se deve executar. Que deveres devemos na vida, e esses deveres circulam em torno do nosso Dharma pessoal?

O que é Dharma?

Darma (em sânscrito: धर्म, transliterado Dharma; em páli: धम्म, transliterado Dhamma) é um conceito-chave com múltiplos significados nas religiões indianas – hinduísmo, budismo, siquismo e jainismo. Não há tradução de uma única palavra para “dharma” nas línguas ocidentais.

O Dharma designa comportamentos humanos considerados necessários no universo, princípios que impedem o caos, os comportamentos e as acções necessárias a toda a vida na natureza, na sociedade, na família e no nível individual. Com respeito ao seu significado espiritual, pode ser considerado como o “Caminho para a Verdade Superior”.

Dharma significa Lei no sentido mais amplo, bem como a vida que é vivida de acordo ou em harmonia com a lei (seja por estatutos legais ou pela lei natural). Dharma neste último sentido é “o caminho da justiça, “a maneira correcta”, comportamento “adequado”, “decente ” ou “apropriado”.

Nada é mais elevado do que o Dharma. O fraco vence o mais forte pelo Dharma, como sobre um rei. Verdadeiramente, este Dharma é a Verdade (Satya); portanto, quando um homem fala a Verdade, eles dizem: “Ele fala o Dharma”; e se ele fala o Dharma, eles dizem: “Ele fala a verdade!” Pois ambos são um.

(Brihadaranyaka Upanishad, 1.4.xiv)

Dharma significa comportamentos que estão de acordo com Rta, do sânscrito, ऋतम् ṛtaṃ quer dizer “aquilo que é apropriado/íntegro; ordem, regra; verdade.”

É o princípio da ordem natural que regula e coordena a operação do universo e tudo dentro dele. Estas ordenanças, ou caminhos de vida, que sustentam Rta, são chamadas de Dharma, e a acção do indivíduo em relação a essas ordenanças é chamada de Karma. Ṛta como um princípio ético está ligado à noção de retribuição cósmica.

Um conceito central do Ṛig Veda (uma importante e milenar escritura Hindu) é que os seres criados cumprem as suas verdadeiras naturezas quando seguem o caminho estabelecido para eles pelas ordenanças de Ṛta, e o não cumprimento dessas ordenanças foi considerado responsável pelo aparecimento de várias formas de calamidade e sofrimento.

O comprometimento das suas acções com a governança de Ṛta, conhecido como o seu “Dharma”, foi, portanto, entendido como um imperativo para garantir o próprio bem-estar. Karma (lit., “acção”) refere-se aos trabalhos realizados, que podem ocorrer tanto em congruência como em oposição ao Dharma, e, portanto, a Ṛta é que são postulados como estando numa relação causal com as dores e prazeres que uma pessoa experimenta na vida. Descrito também como uma “lei de causalidade moral”, o Karma coloca a responsabilidade pela vida de uma pessoa sobre os ombros do indivíduo. Assim, as circunstâncias da vida de um indivíduo, calamidade ou fortuna, são consideradas o resultado das suas acções passadas.

Determinando o dever: aspectos do Dharma

Existem aspectos do Dharma que se aplicam a todos (Dharma universal) e aspectos que são específicos de cada indivíduo (Dharma pessoal). Para estar de acordo com Rta, primeiro é necessário cultivar certos princípios morais universais, incluindo:

  • Kshama: Paciência
  • Dama: Autocontrole
  • Shaucha: Pureza
  • Indriya Nigrah: Controle dos próprios sentidos
  • Vidya: Sabedoria
  • Satya: Veracidade
  • Asteya: Abster-se de roubar
  • Akrodha: Ausência de raiva

Estes princípios morais são parte da aplicação universal do Dharma, que se aplica a cada indivíduo e é referido como sadharana Dharma. Isto é aumentado pelo Dharma específico de uma pessoa, que é impactado por três factores:

  • Gunas: Tendências Individuais,
  • Ashrams: Estágios da Vida, e
  • Svadharma: Chamado Pessoal.

Gunas: tendências de cada indivíduo

O conceito de Gunas é baseado na ideia de que todos os seres humanos têm uma mistura de três tendências:

Sattva, rajas e tamas

  • Sattva: tendência para a verdade, equilíbrio e sabedoria.
  • Rajas: tendência para a acção.
  • Tamas: tendência à inacção, obstrução ou ignorância

Gunas, ou tendências individuais, são expandidas pela sua aplicação a Varnas – ou grupos dentro da estrutura social hindu – com base no reconhecimento da diferença nas tendências individuais e classificam todos os membros numa das quatro categorias. Assim, cada grupo segue um caminho de vida diferente e tem atribuições diferentes.

“O que é acção, o é que inacção? Até mesmo os sábios caem perplexos. É necessário discriminar a acção, a acção ilegal e a inacção, misterioso é o caminho da acção”

(Bhagavad Gita, IV. 16-17)

Os varnas: sistemas de castas

Varnas são grupos dentro da sociedade hinduísta, incluindo Brâmanes, Kshatriyas, Vaishyas e Shudras.

Brâmanes: sacerdotes, estudiosos e professores

  1. Tendência predominante: Sattva (Justiça e Pureza)
  2. Deveres: Controle da mente e dos sentidos, austeridade, pureza, tolerância, e também rectidão, conhecimento, realização, crença numa vida futura
  3. Acção: estude os Vedas, viva de acordo com os princípios védicos e partilhe esse conhecimento
  4. Formam a cabeça do ser cósmico: Como eles constituem a Boca: Falam a Verdade.

Kshatriyas: governantes, guerreiros e administradores

  1. Tendência predominante: Rajas (rápido para agir)
  2. Deveres: destreza, ousadia, fortaleza e também não fugir da batalha, generosidade e soberania
  3. Acção: Proteger a justiça
  4. Braços: Proteger a verdade

Vaishyas: empresários, banqueiros, comerciantes e fazendeiros

  1. Mistura das tendências de Sattva (Verdade) e Rajas (Acção)
  2. Dever: Agricultura e Comércio
  3. Acção: Atender às necessidades materiais da sociedade sem excessos
  4. Coxas: Fornecem riqueza material

Shudras: tutores, trabalhadores e prestadores de serviços

  1. Tendência predominante: Tamas (inacção)
  2. Dever: Construção e Serviço.
  3. Acção: Apoiar as demais actividades dos outros grupos
  4. Pés: fornecem suporte

Estas classificações já foram a base do sistema de castas na Índia e noutras nações. Com base na casta ou classe em que alguém nasceu, essas classificações cimentaram as oportunidades e o status social da pessoa. Este não é mais o caso na Índia, mas destaca a sujeição passada de certas pessoas com base nas suas circunstâncias de nascimento. Isto levanta uma questão interessante: o futuro de uma pessoa é predeterminado no nascimento? Nós nascemos com certas qualidades [Gunas] que influenciam o nosso caminho de vida, deveres ou Dharma?

“Os quatro procedimentos correctos são: primeiro evitar o início do mau. Segundo, eliminar todo o mal, tão logo apareça. Terceiro, induzir que se façam boas acções. Quarto, estimular o desenvolvimento e prosseguimento das boas acções que já começaram. É de suma importância que se pratiquem estes quatro procedimentos.

(Sidhartha Gaurama – O Buda)

Continuamos a explorar os factores na determinação do dharma de alguém, a base teológica do dharma, e abordamos a conexão maçónica desses temas.

Ashrama (sânscrito: आश्रम, āśrama: estágios da vida

Ashrama (sânscrito: आश्रम, āśrama) no hinduísmo é um dos quatro estágios da vida baseada numa escala etária. Embora este sistema não fosse seguido de forma rigorosa, supunha-se que cada homem das três castas superiores da Índia poderia passar por quatro fases diferentes.

O próximo factor para determinar o Dharma de alguém é considerar o estágio da vida em que se encontra:

  • JuventudeAPRENDIZ (estudante),
  • Idade adultaCOMPANHEIRO (foco mundano no material) e dono da casa),
  • Idade MédiaMESTRE (transição para longe da Idade avançada (devoção e isolamento).

Estas etapas são as seguintes:

Brahmacārya:

  • Vida de preparação, responsabilidades como aluno
  • Fase de educação religiosa, iniciava-se quando os meninos tinham 6 anos de idade, ou pouco mais do que isso. A entrada nesta fase era marcada por um ritual de iniciação, chamado upanayana. A partir desse momento, a pessoa era considerada um “renascido” (dvija) e passava a participar da vida religiosa. A duração desta fase não era rígida. Durante esse período, o jovem devia aprender os Vedas, era treinado na realização de rituais, aprendia as normas de vida ou dever, dharma, e praticava a auto-disciplina. Desde a iniciação, a criança deixava a casa da sua família e passava a viver com um mestre ou acarya, obedecendo a regras ascéticas, em completa abstinência sexual.
  • Dever: aprender e adquirir habilidades.

Grihasthya:

  • Vida do chefe de família, responsabilidade com a família e outros papéis sociais.
  • É o segundo estágio da vida dos homens segundo a tradição indiana, o estágio do chefe da família, no qual ele se casa e passa a cumprir o seu dever social, tendo filhos e cumprindo as suas obrigações para com as outras pessoas, de acordo com a sua casta social. Os principais valores que guiavam essa etapa de vida era a satisfação dos desejos, dharma.
  • Dever: Foco na família e na construção de riqueza material.

Vānprastha:

  • Vida de reflexão, retirada de acções passadas, em transição de ocupações e assuntos mundanos
  • Vanaprastha ou vida na floresta é o terceiro estágio da vida dos homens, que deveria ser iniciado quando a pessoa já tivesse cumprido o seu papel social, os seus cabelos estivessem brancos e os seus filhos já se tivessem casado. Ao atingir essa fase, a pessoa poderia optar por permanecer com a sua família, ou ir para a floresta e tornar-se um eremita, dedicando-se apenas ao estudo espiritual. Se a sua esposa ainda estivesse viva, ela poderia ir com o marido para a floresta, ou ficar morando com os filhos.
  • Dever: contribuir de volta para a sociedade com riqueza intelectual, espiritual ou material, e dedicar tempo à promoção do desenvolvimento espiritual

Sannyāsa:

  • Vida de Renúncia, doando todos os bens, tornando-se recluso e devoto aos assuntos espirituais.
  • Sannyasa ou renúncia é o quarto e último estágio da vida do homem, no sistema indiano, no qual ele se despede da vida material buscando apenas a libertação espiritual ou moksha. Nesta etapa, ele passa a vaguear de um lugar para outro, sem residência fixa, vivendo dos alimentos que lhe são dados. Já não tem família nem qualquer posse, além de uma cuia para alimentos, um pote para água, a sua roupa e alguns poucos objectos. O samnyasin deve voltar a sua atenção constantemente para a realidade absoluta, Krishna (Bhagavan), sem se interessar mais por qualquer outra coisa.
  • Dever: meditação, estudo espiritual e adoração.

Observe que os indivíduos passam por esses estágios de maneira única. Alguns pulam totalmente os estágios e alguns nunca chegam aos estágios posteriores. Isto é parte do Svadharma ou chamado da vida de uma pessoa.

Syadharma: o chamado ou propósito de vida de um indivíduo

Por exemplo, Sannyasa é uma forma de ascetismo e é representado por um estado de desinteresse e desapego da vida material com o propósito de passar a vida numa vida espiritual pacífica, inspirada no amor e simplicidade. Siddhartha, ou Buda, abandonou a vida material para seguir o caminho de Sannyāsa. Semelhante a um monge ou freira, os indivíduos podem seguir este caminho após Brahmacarya e pular os dois estágios intermediários.

Isto significa que o que é acção “certa” para um indivíduo é conduta “errada” para outro. O dever de um soldado pode exigir que o indivíduo mate alguém, mas o assassinato é uma conduta incorrecta para um comerciante ou professor.

Dharma no bhagavad gita

Existe um tratado de mais de 5 a 3 mil anos a.C., chamado Bhagavad Gita ou “Canção do Senhor”, que é considerado a maior escritura do mundo sobre o Dharma. Uma seção menor da obra épica maior chamada Mahabharata, os setecentos versos do Bhagavad Gita são organizados num formato de conversação entre dois personagens principais, Krishna e Arjuna.

Dharma é a primeira palavra do Bhagavad Gita. A grande obra começa quando o velho rei cego, Dhritarashtra, perguntando ao seu secretário, Sanjaya, sobre a batalha que ocorreria no “Campo dos Kurus” (kurukshetra). Em nome do Dharma, Arjuna (um grande guerreiro e general dos Pandavas) defende a não violência assumindo que atacar e matar tantos líderes, quase todos pais e maridos, desestabilizará as famílias e comunidades importantes para as quais esses homens são os responsáveis. As próprias famílias são vitais para a paz e a virtude da sociedade.

O Senhor Krishna (mestre espiritual de Arjuna) não aborda imediatamente o argumento de Arjuna sobre o Dharma, como esperaríamos num debate típico. Em vez disso, o Senhor Divino revela primeiro a Arjuna, em vinte versos (Bg. 2.11-30) a natureza eterna da alma. Então o Senhor volta ao tópico do Dharma para mostrar que é Arjuna quem está negligenciando o seu Dharma ao se recusar a lutar:

“E mesmo considerando o seu Dharma pessoal também, não é certo que você hesite. Não há nada melhor para um guerreiro do que uma luta baseada no Dharma.” (Bg. 2.31)

Aqui, descobrimos que o próprio Dharma se destina a auxiliar o verdadeiro objectivo da vida: compreender a alma eterna e o seu relacionamento com a Alma Suprema, Krishna. O Senhor Krishna conclui esta breve referência ao Dharma como um dever pessoal dizendo:

“Agora, se você não executar esta batalha, então, tendo desistido do seu Dharma pessoal e reputação, você incorrerá em pecado.” (Bg. 2,33)

Ao longo do restante do Baghavad Gita, o Senhor Krishna fala do Dharma em termos do Seu próprio ensino de conhecimento espiritual e não directamente em resposta ao argumento de Arjuna sobre o Dharma como práticas religiosas e morais comuns. A próxima referência de Krishna ao Dharma reforça a sua declaração anterior de que Arjuna deve realizar o seu próprio Dharma e não o negligenciar em nome do Dharma. Arjuna não pode proteger o Dharma, nem se manter na plataforma espiritual se abandonar os deveres nascidos da sua natureza. Krishna explica:

“O Dharma de uma pessoa, executado de maneira imperfeita, é melhor do que o executar o Dharma de outra pessoa de forma perfeita. Morrer cumprindo o próprio Dharma é correr menos perigo, pois realizar o Dharma de outra pessoa leva a ruína.” (Bg. 3.35)

Assim, o quadro completo começa a emergir. Um governo eficaz não deve apenas criar leis, mas também aplicá-las. Da mesma forma, o Senhor Supremo traz a Sua lei como Dharma. Quando a obediência à Sua lei entra em colapso e os seres humanos, em vez disso, propagam a sua própria “lei” ilícita, o Senhor desce para proteger os bons cidadãos do seu reino, derrotar os proscritos que praticam adharma e restabelecer na sociedade humana o prestígio e o poder da Sua vontade.

Agora podemos ver por que o argumento inicial de Arjuna – que obedecer ao Senhor Krishna e lutar iria contra o Dharma – não pode ser correcto. Dharma nada mais é do que a vontade do Senhor. Para Arjuna lutar, então, é o verdadeiro Dharma e o seu verdadeiro dever.

Assim, o Senhor Krishna contrasta fortemente o Dharma comum dos Vedas com “este Dharma”, que é puro serviço devocional a Krishna. Krishna conclui o importante nono capítulo mostrando o poder desse Dharma – consciência de Krishna pura – para purificar e salvar a alma. É simplesmente pela força da devoção a Krishna que mesmo um homem de conduta terrível se torna rapidamente devotado ao Dharma. Portanto, desta maneira, todos os seres humanos podem abordar o dever ou o Dharma da mesma maneira. Se todos os indivíduos buscam o Divino e seguem a liderança que surge, as diferentes regras ou requisitos do Dharma individual tornam-se um único caminho.

Dharma e Maçonaria

DEVER é um conceito importante na Maçonaria, semelhante a um código de conduta pelo qual os indivíduos devem moldar o seu carácter. Além disso, os membros são instruídos a cumprir o seu dever, independentemente das consequências.

Visto que a Maçonaria é uma instituição fundada nas mais altas virtudes e princípios de moralidade, os deveres maçónicos estão em harmonia com a conduta adequada e as leis do seu país. Algumas dessas funções incluem:

Pensar alto, falar a verdade, fazer o bem, ser tolerante com os outros, buscar a verdade e praticar a liberdade perante a lei, a igualdade fraterna, a justiça e a solidariedade.

Além disto, a Maçonaria convida os seus membros a seguirem um caminho individual enquanto também trabalham juntos para elevar a humanidade. A Arte Real também inspira o cultivo de virtudes semelhantes àquelas consideradas parte do sistema de Dharma, como paciência, fortaleza e prudência. Para alguns indivíduos, acredito que a Maçonaria pode ser vista como um componente principal ou a culminação do dharma individual daquele Irmão.

Pois uma pessoa verdadeiramente calma e tranquila, que não se deixa afligir ou apegar por essas formas e objectos, e permanece sempre estável em meio às dores e aos prazeres, torna-se apta a trilhar o caminho para a imortalidade. Baghavad Gita (2.15)

Aos Buscadores, onde quer que estejam sobre a face da terra.

Geovanne Pereira

Bibliografia

  • BHAGAVAD GITA – Dra. Annie Besant
  • A YOGA DO BHAGAVAD GITA – Paramahansa Yogananda

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1 thought on “A Maçonaria, o Bhagavad Gita e o Dharma”

  1. GENESSI LEOPOLDINO VELOSO

    Olá venho respeitosamente agradecer, por esta página, conteúdo esse riquíssimo, leitura proveitosa para nós Ir.’. em poucas palavras fica meus agradecimentos a todos ir.’. sobrinhos e cunhadas!!!
    T.’.A.’.F.’.

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