Aplicação moral e operativa da doutrina simbólica do Grau de Aprendiz (II)

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O Princípio do Bem

A palavra reconhece implicitamente o Bem como único Princípio, Realidade e Poder, e consequentemente o Mal como pura ilusão e aparência que não tem Realidade nem poder verdadeiros.

Este é o ensinamento de todos os iniciados: daqueles que chegaram a penetrar e a se estabelecer com a sua consciência por cima do domínio do aparente, onde o Bem e o Mal figuram como poderes iguais, como pares de opostos irreconciliáveis que lutam constantemente um contra o outro, e que se alternam como o dia e a noite, a luz e as trevas, a vida e a morte.

O iniciado sabe que, detrás do mundo da aparência, existe uma só e única Realidade, e que esta Realidade é o Bem: Bem Infinito, Omnipresente e Omnipotente; que além desta única e pura Realidade, nada existe e nada pode existir. Que aquilo que consideramos mal é uma sombra inconsistente, uma verdadeira irrealidade, uma pura e simples ilusão dos nossos sentidos e da nossa imaginação, que deve ser superada no mais íntimo da nossa consciência para que possa desaparecer como concretização exterior.

A primeira letra da Palavra Sagrada, com a qual se costuma nomear a Coluna do Norte, lembra-nos este Princípio do Bem, no qual devemos por toda a nossa confiança, e que assim nos fará partícipes dos seus benefícios, pois um Princípio faz-se operativo unicamente quando é reconhecido, vive e reina na nossa alma.

O homem escravo da ilusão do mal, reconhecendo-o como poder e realidade, dá-lhe preponderância na sua vida, e os seus esforços para combatê-lo reforçam as correntes da escravidão. Só quando o reconhece como ilusão, e cessa consequentemente de Ter poder na sua consciência, é quando na realidade dele se liberta.

Uso da Palavra

A Palavra torna-se efectiva por meio da sua aplicação nas oportunas afirmações e negações entendidas para conduzir o nosso ser interno ao reconhecimento ou percepção da Verdade que esta mesma Palavra quer revelar-nos. Muito explícitas e oportunas são, sob este aspecto, as palavras do maior Iniciado que conhecemos: Se perseverardes na minha Palavra (ou na Palavra) conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará.

A Palavra deve pois, afirmar-se e repetir-se com fidelidade e perseverança para que possa conduzir-nos à consciência da Verdade que encerra. Então, esta Verdade tornar-se-á efectiva na nossa vida, convertendo-se em verdadeiro poder que nos libertará do erro, do mal e da ilusão.

Além disto todas as nossas palavras, indistintamente, possuem um poder construtivo ou destrutivo; as primeiras unem e atraem , as segundas desunem e afastam. É pois, de importância essencial que seleccionemos com extremo cuidado aquilo em que pensamos e aquilo que dizemos, pois por trás de cada palavra ou pensamento, esta aquele mesmo Poder do Verbo que se encontra no princípio de toda coisa: Todas as coisas por ele foram feitas; e sem ele nada se fez.

A firmar o Bem, negar o Mal; afirmar a Verdade, negar o Erro; afirmar a Realidade, negar a Ilusão: heis aqui em síntese como deve ser usada construtivamente a Palavra. Como exemplo damos uma afirmação característica que deve ser lida e repetida individualmente, em íntimo segredo, e a semelhança da qual muitas outras podem ser formuladas:

Existe uma única Realidade e um único Poder no Universo: Deus, o Princípio, a Realidade e o Poder do Bem, Omnipresente e Omnipotente.

Consequentemente, não existe nenhum Princípio do Mal, este não tem realidade e poder verdadeiros, e é só uma imagem ilusória que deve ser reconhecida como tal para que desapareça.

Existe uma única Realidade e um só Poder na minha consciência: Deus, o Princípio, a Realidade e o Poder do Bem, a Omnipresença, Omnisciência e Omnipotência do Bem.

Por conseguinte, o mal não pode ter sobre mim e sobre a minha vida poder algum, se eu mesmo (dando-lhe) vida ou combatendo-o) não o reconheço e confiro temporalmente realidade e poder: é um deus falso que se antepõe ao Verdadeiro Deus, que é Bem Infinito, uma sombra ilusória que impede que resplandeça a luz do Real.

O Espírito Divino é em mim, Vida Eterna, Perfeição Imortal, Infinita Paz, Infinita Sabedoria, Infinito Poder, Satisfação de todo o justo desejo, Providência e Manancial de tudo o que necessito e é manifestado na minha vida: meus olhos abertos à Luz da Realidade vêem em toda parte Harmonia e Boa Vontade: o Princípio Divino que se expressa em todo o ser e em toda a coisa.

O Plano do Grande Arquitecto

O Maçom coopera para a expressão ou realidade do plano do Grande Arquitecto, ou Inteligência Criadora, cujas obras aparecem em todo o Universo. Este plano é a Evolução Universal de todos os seres, o progresso incessante e a elevação da consciência, em constante esforço numa superação igualmente constante das imitações, constituídas pelas suas realizações anteriores.

O Plano do Grande Arquitecto age automaticamente na vida dos seres inconscientes, que sentem serem empurrados para a frente até o momento em que eles próprios atinjam o plano ou nível da autoconsciência, que caracteriza o estado humano e diferencia o homem do animal, que não tem necessidade de perceber a razão dos impulsos que o dominam, nem das Forças que o conduzem.

Mas para os seres dotados de autoconsciência e de faculdades de juízo e livre arbítrio (os que comeram do simbólico fruto da Árvore do Bem e do Mal), o progresso deixa de ser possível num estado de mera passividade, e percebe a necessidade de compreensão e inteligente cooperação, na proporção do desenvolvimento destas faculdades.

Em outras palavras, enquanto a Natureza, pelos seus próprios esforços, evolui como resultado de uma actividade de milhões de anos, através dos reinos mineral, vegetal e animal, até produzir a sua Obra Mestra, o homem, cujas possibilidades espirituais o diferenciem por completo dos seres inferiores; e para que possa transformar-se num ser ainda mais elevado e perfeito, um Mestre, é necessário que o homem coopere voluntariamente com a Obra da Natureza, ou Plano do Grande Arquitecto.

Assim, o Maçom distingue-se do profano, ao entender e realizar esta cooperação voluntária e consciente, convertendo-se num Obreiro dócil e disciplinando na Inteligência Criadora, esforçando-se em seguir a Senda que conduz ao Magistério, ou seja, à perfeição da Magna Obra do Domínio completo de si mesmo e da redenção e regeneração individual.

Mas para o Aprendiz este Magistério é um Ideal necessariamente distante: ele ainda se encontra nos primeiros passos do caminho, nos primeiros esforços dessa cooperação Voluntária, com um Plano, uma Lei e um Princípio Superior que o conduzirão à realização das mais elevadas possibilidades do seu ser, e para isto, as qualidades que antes de mais nada deve adquirir são exactamente docilidade e disciplina.

É digno de nota que estas duas palavras sejam originárias respectivamente dos verbos latinos “docere” e “discere“, que significam “ensinar” e “aprender”. Dócil é o adjectivo que denota a disposição para aprender, a atitude ou capacidade necessária para receber o ensinamento.

Disciplina, nos seus dois sentidos de “ensinamento” e “método ou regras às quais alguém se sujeita, vem de discípulo, termo equivalente ao de Aprendiz. Portanto, ser disciplinado deve considerar-se como o requisito fundamental da Aprendizagem, que é a disciplina à qual o Aprendiz ou discípulo naturalmente se submete para poder ser considerado como tal.

A disciplina é a parte que ao Aprendiz compete no Plano do Grande Arquitecto: a harmonização de todo o seu ser e de todas as suas faculdades, que o fará progredir de acordo com as Leis Universais, transformando-o de pedra bruta na pedra polida capaz de ocupar dignamente o seu lugar e preencher o papel e as obrigações que lhe competem.

Essa disciplina é voluntária, e de nenhuma forma poderá ser imposta de fora, ou por parte dos outros: é a disciplina da liberdade que tem na liberdade individual a sua base indispensável, e é ao mesmo tempo a que outorga ao homem a sua mais verdadeira liberdade e a custódia. E é uma disciplina libertadora, uma vez que libera as Forças Espirituais latentes, do “Deus acorrentado” que vive e espera no coração de todo homem, e é a fonte dos seus mais íntimos anseios, dos seus mais nobres ideais, das suas mais altas aspirações.

A Grande Obra

O Plano do Grande Arquitecto está previsto para a realização de uma Grande Obra. Esta tem dois aspectos: individual e universal, com os quais o Maçom é igualmente chamado a cooperar através dos seus esforços e actividades.

Já vimos que a autodisciplina é o meio pelo qual o Aprendiz se prepara para conseguir compreender e realizar as fases mais elevadas da Grande obra de Redenção e Regeneração Individual, através da qual o homem transformar-se-á num ser que estará num nível superior ao da humanidade, num verdadeiro sábio ou Mestre, num super-homem.

Os seus esforços não devem ser dirigidos exclusivamente para o interior, mas será nas profundezas da sua alma que o Maçom buscará a Luz que guia e ilumina a consciência, e que é ao mesmo tempo inspiração para a sua actividade exterior, com a qual tem o privilégio de cooperar no Plano do Grande Arquitecto, na Grande Obra para o bem e o progresso do mundo e dos seus semelhantes.

Por modesta que seja a actividade, tarefa ou trabalho que a cada Maçom compete na vida profana, esta deixa de ser uma carga e converter-se assim numa actividade nobre e digna enquanto ele a considerar como realmente é, isto é como sua parte no grande Plano para a evolução de todos os seres, como sua cooperação individual e consciente na Grande Obra Universal.

Não há desta forma, trabalho humilde que não esteja enobrecido e dignificado. Por outro lado, não há dificuldade ou problema superior às nossas forças que não nos seja dado resolver, quando percebemos que o Plano do Grande Arquitecto é e tem realmente de ser perfeito em todos os seus detalhes, nenhum dos quais pode ter esquecido a Inteligência Suprema, que além do mais se acha constantemente connosco e ao alcance da nossa inspiração para nos guiar e nos iluminar.

A dignificação do trabalho como a de toda actividade feita com a devida disposição de espírito, isto é, com a melhor inteligência e boa vontade de que dispomos, como cooperação para uma Grande Obra Universal, dirigida pela Inteligência Suprema ou Grande Arquitecto do Universo, é sem dúvida um dos maiores méritos da Maçonaria. Nenhum ser humano, qualquer que sejam as suas condições e a sua posição social, tem o direito de viver ocioso, senão que cada um deve esforçar-se por trabalhar construtivamente a serviço, utilidade ou benefício dos seus semelhantes. Deve dedicar-se àquilo que sabe e pode fazer melhor, considerando que seja útil e proveitoso ao máximo.

A actividade de cada homem tem de ser pura e simplesmente expressão daquela parte do Plano do Grande Arquitecto que particularmente lhe diga respeito. Isto é, a expressão do seu Ideal mais elevado de actividade, em relação às suas capacidades actuais, e a que lhe melhor expresse as qualidades, faculdades e potencialidades latentes do seu ser, que eleve o seu espírito e o faça progredir constantemente.

Por esta razão as profissões desonrosas e as que especulam sobre a desgraça alheia, como as de verdugo, açougueiro, agiota, espião, mantenedor de prostíbulos, etc., são indignas da qualidade de Maçom, enquanto as nobres profissões materiais, por humildes que sejam (não esquecendo que de uma delas a Maçonaria tem a sua origem e simbolismo), sempre dignificam a sua categoria Maçónica.

Finalmente, qualquer que seja a sua actividade ou ofício, o Maçom deve agir constantemente em perfeito acordo com os seus Princípios e o seu Ideal mais elevado, antepondo as razões e considerações espirituais às materiais, abstendo-se de tudo aquilo que a sua consciência não aprovar e do que não lhe parecer perfeitamente justo, recto e digno da sua qualidade de Maçom. Mas ao mesmo tempo deve cuidar para que um juízo superficial não lhe faça depreciar e considerar como indigno aquele que, na realidade, significa um real benefício e constitui uma actividade útil ou necessária.

À Sua Glória

A Maçonaria dedica constantemente os seus trabalhos à Glória do GADU. Assim, também, deve fazê-lo cada Maçom, na sua actividade individual, sem se preocupar com a compreensão, aprovação ou reconhecimento dos homens ou com a compensação dos seus esforços, buscando inicialmente realizar em si a Glória ou expressão do Princípio Divino.

Deve ter presente que a sua obra ou trabalho, ainda que dirigidos a uma finalidade particular, não servem a não ser para glorificar ao Deus silencioso que nele mora, o inspira e o guia a cada momento, desejoso de encontrar sempre uma mais plena e perfeita expressão de si mesmo.

Igualmente deve Ter presente que este Princípio interior e transcendente, que é a Perfeição Inteligência e Omnipotência, é a quem deve servir primeiramente, qualquer que seja a sua directa ou indirecta dependência exterior, e não antepor a aprovação e satisfação desta à Daquele.

Como a palavra “servir” nos conduz naturalmente a falar do serviço, é necessário que alguma coisa seja dito sobre como isto deve entender-se maçonicamente. Todas estas palavras provêem do latim servus, que significa originalmente “escravo”, por ser “salvo” ou conservado com vida em lugar de ser morto, como se fazia naquele tempo com os prisioneiros.

É claro que o Maçom, sendo um homem livre, nunca deve trabalhar com espírito servil, isto é como um escravo. Ainda que é certo que qualquer actividade, desde a mais humilde à mais elevada, pode e deve ser considerada como um serviço feito em benefício dos demais (o rei ou presidente de uma república que compreenda perfeitamente o seu dever serve os seus cidadãos, do mesmo modo que o faz o simples varredor), o Maçom, fiel aos seus Princípios, tem o privilégio de ser vir com liberdade, isto é, fazendo-se guiar constantemente pelos motivos mais elevados e por considerações morais e ideais, mais que por conveniências materiais, como o faz o escravo destas, que não deixa de sê-lo, ainda que na sua mundana dignidade de rei.

A Busca da Verdade

Sem dúvida o primeiro é fundamental entre os deveres do Maçom é realizar essa qualidade esforçando-se em compreender aquilo que ela verdadeiramente significa. Se bem é certo, que a iniciação confere o título de Maçom, a qualidade deve ser adquirida individualmente, esforçando-se este para pôr em prática, como fórmula operativa, a iniciação simbólica que recebeu.

Estudar o simbolismo Maçónico é esforçar-se para tornar efectiva a Verdade encontrada ou descoberta, de forma que a cada passo do pé esquerdo (inteligência ou compreensão da Verdade) corresponda um igual passo do pé direito (aplicação prática daquela Verdade), em perfeito esquadro com o primeiro. Nisto deve o Maçom de qualquer grau, aplicar-se com todas as suas energias, pois nunca perde mesmo com o seu progresso na carreira Maçónica, o seu carácter inicial de Aprendiz.

A busca da Verdade deve ser feita individualmente (como individual é a iniciação, e o caminho que a realiza), e a ajuda dos outros pode servir unicamente de guia, com a condição de que seja um experto, isto é, de que já conheça o caminho. Todas as demais teorias, opiniões e crenças que são vociferadas ao vosso redor são outros tantos murmúrios aos quais não devemos dar importância, se verdadeiramente queremos chegar ao termo das nossas aspirações.

Mas, para buscar eficazmente a Verdade e alcançá-la é necessário o veemente desejo de possuí-la, isto é, um desejo cuja força seja suficiente para impulsionar-nos, com a necessária energia, para fora do caminho usual das frivolidades, dentro e por cima da própria ilusão dos sentidos, conduzindo gradualmente os nossos passos do Ocidente para o Oriente. Se este desejo não existe, é necessário esperar até que desperte, pois seria vão empreender a viagem sem este impulso íntimo pois só ele nos pode dar a força de superar e vencer todos os obstáculos que encontramos no nosso simbólico Caminho.

A busca deve realizar-se igualmente com perfeita liberdade de espírito, tendo-nos despojado de todos os erros, prejuízos e crenças que são os metais ou moeda corrente do mundo profano, exercitando-nos em pensar por nós mesmos, sem Ter outro objectivo que a Verdade, á qual chegaremos quando conseguirmos superar os próprios limites do nosso pensamento.

Os Três Deveres

A procura da Verdade conduzir-nos-á naturalmente ao reconhecimento dos três deveres, objecto da nossa consideração no Testamento, isto é, da nossa tríplice relação:

  1. com o Princípio de Vida;
  2. com nós mesmos, como expressão individualizada e pessoal de dito Princípio; e
  3. com a humanidade, na qual devemos reconhecer outros tantos irmãos, quer dizer, outras tantas expressões paralelas do mesmo Princípio da Vida.

Desta trina relação, o Maçom, como executor testamenteiro de si mesmo, é chamado a ser e dar testemunho vivo.

O seu dever com o Princípio da Vida está implícito na busca da Verdade que acabamos de considerar e que conduz naturalmente o Indivíduo a reconhecer a sua exacta relação com este Princípio e a reconhecê-lo como Realidade e Essência Verdadeira de tudo. Mas, o Maçom não pode simplesmente limitar-se a reconhecer a Grande Realidade do Universo como um Princípio Abstracto, senão que é chamado a fazer deste reconhecimento um uso construtivo e prático.

Isto faz-se por intermédio do uso da palavra à qual já nos referimos anteriormente, a Palavra da Verdade que estabelece a nossa íntima e directa relação com o Princípio da Verdade, que é também o Princípio da Verdade, que é também o Princípio da Vida do Ser.

O nosso dever ou relação com nós mesmos consiste em estabelecer a mais perfeita conexão ou alinhamento entre as duas partes ou polaridades do nosso ser, isto é, entre a personalidade e a individualidade, entre o nosso Ser Mortal e o nosso Ser Imortal, de forma que a primeira, em vez de ser a máscara que esconde, seja sempre uma melhor expressão da Segunda, atingindo-se a perfeição quando as duas estiverem intimamente unificadas e cesse toda a distinção.

Este é o simbólico trabalho da pedra bruta que deve ser conduzida, por meio do esforço constante da Vontade e do Pensamento, em harmonia com os Princípios Ideais, a fim de realizar a sua perfeição interior até que a forma exterior tenha se identificado com a própria Perfeição Ideal e Latente.

O nosso dever ou relação com a humanidade não é menos importante que todos os deveres já anteriormente citados, dos quais é a consequência natural: o iniciado reconhece em cada homem um irmão, e em cada ser vivente uma expressão do mesmo Princípio de Vida que sente em si mesmo. Este reconhecimento manifestar-se-á primeiramente com a abstenção de tudo o que possa prejudicar, danificar ou fazer sofrer a outro ser vivo; e depois amando os nossos irmãos ou semelhantes como a nós mesmos.

Por outras palavras, trata-se de pôr em prática os dois aspectos do mandamento ou Regra Áurea da vida: Não faças aos outros o que não queres que te façam, e Faz aos outros aquilo que desejarias que a ti fosse feito.

Maxell Egens

(Continua na Parte III)

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