O início…
Diferentemente de muitos animais que mal nascem e já estão andando ou correndo felizes pelas pradarias, nós, humanos, nascemos chorando; talvez sentindo as perdas ao sair daquele ambiente aconchegante, gostoso, quentinho, protegido e sem preocupação alimentar; começamos perdendo e reclamando desde cedo.
Crescemos, porém, sempre de forma absolutamente dependente dos humanos adultos.
Mas vamos aprendendo; inicialmente, até mesmo a respirar; comportamo-nos, pois, também desde cedo, como aprendizes muito activos.
Nossa visão que inicialmente alcançava uns 30 centímetros, suficiente apenas para ver a fonte de alimentação, vai se aperfeiçoando; passamos a distinguir pessoas, objectos e cores; esboçamos sorrisos para os sorrisos alegres de nossos pais e avós. É o sorriso social! Estamos interagindo! Socializando!
Evolutivamente, aprendemos a manusear objectos, primeiro com uma só mão, depois com as duas e vamos aperfeiçoando estes movimentos; logo, levamos tudo à boca para reconhecer ou para comer.
E continuamos aprendendo; nosso cérebro é uma verdadeira esponja.
Em alguns poucos meses conseguimos sustentar a cabeça, sentamo-nos e rapidamente tornamo-nos bípedes, caminhando, inicialmente, de forma trôpega; mas não demorará e logo, ainda sob olhares atentos, correremos desatinadamente pela casa ou pelas calçadas – esbarrando, caindo, chorando e se levantando; e continuando dependentes!
Começamos a reconhecer sons e a identificarmos quando nos chamam; buscamos imitar sons até conseguirmos falar e pensamos – “porque disputam tanto minha primeira palavra?” – e um dia estamos dizendo, para incontida felicidade dos que nos cercam: “mamãe”, “papai”; e vamos seguindo adiante.
Enfim, aprendemos nosso nome, quem é mamãe, papai, vovó, vovô, irmãos e outros “figuraços” da família ou não, que acabamos detestando por tentarem fazer graça com caretas; e pensamos: vou chorar e choro; a figura rapidamente desaparece de nossa visão. Já raciocinamos e demonstramos gosto e desgosto; formulamos e testamos hipóteses, detectamos padrões e damos-lhes significado.
Vamos desenvolvendo nossas capacidades motoras e logo, a contragosto e outra vez chorando, vamos para a escola; quero mamãe!
Começamos a reconhecer símbolos, aprendemos a juntá-los, associá-los à sons e, quando percebemos, estamos lendo, entendendo o que lemos e até, pasmem, reproduzindo nós mesmos aqueles símbolos em papel; estamos escrevendo!
Logo praticaremos desportos, por obrigação ou por gosto, de baixa ou alta performance; estamos decidindo e fazendo deduções e previsões baseadas no que já experimentamos.
Aprendemos nossa língua cada vez mais efectivamente e talvez, alguma outra.
Inclusive aquela resumida, carregada de abreviações e símbolos, parecendo a de nossos ancestrais quando, de forma rupestre, registravam algo nas paredes das cavernas; sim, cito aquela que se usa actualmente nas conversas das redes sociais.
Somos introduzidos em alguma religião professada por nossos pais, mas na maioria das vezes, fazemos apenas o básico; e meio que por obrigação, pois, pouco ou quase nada entendemos daqueles mistérios.
Vamos subindo nesta escala, completamos o curso básico, o curso secundário e logo, uma parte de nós estará na Universidade, obtendo um título qualquer que em uma grande proporção de vezes nem sempre representará uma profissão ou servirá para alguma coisa, tornando-se no máximo, a desculpa para termos tempo de acharmos nosso real caminho; agora, de forma, aparentemente, independente.
Quando persistimos, buscamos especialização, emprego; perseguimos conforto material e quase sempre esquecemos a espiritualidade; no máximo, interessa-nos a filosofia; e como filosofamos; acerca de tudo; somos os donos das verdades; sim e quantas verdades temos! E até podem ser, com nosso próprio aval, cambiáveis conforme os momentos e interesses; nenhuma peneira é tão furada quanto a da verdade!
Quem ousa desafiar nossa imaginada independência? Somos sim, independentes!
Mesmo que, na primeira dificuldade, comumente tenhamos vontade de chorar – novamente – e correr para a protecção das saias maternas.
Casamo-nos, temos filhos e aprendemos na prática (“na carne!”), o sublime sofrimento de nossos pais!
O tempo passa com uma rapidez incrível, nossos filhos crescendo e por não lembrarmos o que passamos vamos replicando erros e sofrimentos; e quando perguntamos algo aos nossos pais, agora avós, ouvimos o costumeiro: “É assim mesmo! Fazias igual!”; que decepção! Não acredito que fazia tais besteiras! É coisa de meus pais! E lá vem uma “foto-prova”! De agora em diante, um “vídeo-prova”; esperem! Vingar-nos-emos!
E continuamos a assistir o passar dos anos sem perceber que estamos envelhecendo e começando a luta para mantermos o que adquirimos.
E o sentimento de que estamos em uma viagem vai aparecendo, especialmente quando adoecemos; é quando surge, precocemente, a sensação de medo de que a viagem pode, realmente, ter um fim; estranho, este sentimento, até recentemente, não o percebia…
Dizem que é no meio que estão as verdades…
Será assim, com todas as viagens?
O tempo continua passando e não só no calendário; aquelas facilidades de levantar, correr, praticar desportos, raciocinar rápido, fazer conquistas vai se tornando cada vez mais difícil e nossas aquisições são agora, também perdas; adquirimos perdas! A desculpa é “não quero”; provavelmente deveria ser “não posso”! Ou “tenho receio”!
Aposentadoria! Aquela sensação de que vamos nos livrar de algo que já nos incomodava há muito; que alívio!
Mas percebemos cedinho, que nada temos a fazer, que parte dos amigos continuam trabalhando e, consequentemente, não temos aonde ir ou com quem ir; começam as alterações do humor, os choques familiares; o relacionamento social piora…
Continuamos surfando a onda que se nos apresenta e nos safando como podemos; já não estamos tão convictos de que a matéria é que importa; que a melhor forma de religiosidade é somente procurar nunca fazer o mal ou até, às vezes, ter aquela boa sensação de que fizemos o bem.
Mas continuamos envelhecendo…
Chegamos à recta final?
Nossos filhos começam a dizer que não estamos bem, que necessitam nos levar aos médicos; estão dizendo que estamos muito esquecidos; geralmente não concordamos, pois não lembramos ter esquecido algo!
Nossas mãos já não são tão ágeis; até tremem; nosso caminhar mais lento; tropeçamos com facilidade e cada vez mais, os impacientes filhos, que parece nunca envelhecerão, brigam connosco porque não lembramos de dar este ou aquele recado, porque perguntamos repetidas vezes a mesma coisa ou porque demoramos muito para fazer o que nos pedem; e pior, pasmem, agora até os netos! E assim vamos na ida; ou no retorno?
Enfim, na realidade, recomeçamos nossa dependência; cada vez mais dependentes! Agora, infelizmente, também lentamente desaprendendo.
Tudo isto se agrava – e bastante – com o isolamento social.
Sabemos que envelhecer é um processo dinâmico e progressivo. Vemos ou sentimos as modificações físicas, psicológicas e funcionais que vão ocorrendo; é um processo degenerativo, progressivo e, pelo menos por enquanto, sem freio.
Quanto mais perdemos, seja em papel social, em renda, em adaptação ao meio que nos cerca, mais nos tornamos dependentes, mais vulneráveis aos factores externos e o que é pior, aos internos também; deixamos de acreditar em nós mesmos; enfim, tornamo-nos, progressivamente, mais frágeis; o idoso frágil é um conceito complexo que abrange aspectos psico-socio-económicos, ambientais e outros.
O final não dá para programar, mas a viagem, o trajecto, talvez consigamos modificar, planejar para tentar chegar neste final razoavelmente bem. Obviamente, no que depender de nós.
Então, como melhorar a viagem?
Seria possível evitarmos a fragilidade? É complexo, pois, muito dificilmente a maioria de nós será independente por toda a vida; enquanto vivamos, mais cedo ou mais tarde, seremos frágeis e por consequência, dependentes de familiares, profissionais, voluntários abnegados ou religiosos dedicados. É um tipo de regresso!
Sempre entendi, independentemente de quaisquer outras influências, que ao nascermos estabelecemos uma aliança com Deus; podemos até não a cumprir, mas aí é outro problema; e nosso!
Dentro desta aliança, vem um preceito fundamental que é a nossa responsabilidade com nosso corpo; ganhamos um veículo; assim, teremos por toda a vida o nosso esotérico VCA (Veículo Condutor de Alma) – ou, mais exotericamente, nosso VCM (Veículo Condutor de Mente) – que, aliás, começa a montagem quando o óvulo é fecundado! Para nossa tristeza, este veículo não dá para trocar por um modelo mais moderno a cada período; é necessário cuidá-lo para sempre!
Acima de tudo, cuidar-nos é respeitar nossa aliança com Deus. Ele nos concedeu uma máquina maravilhosamente divina e é um pecado que pecados tão menores, tão fáceis de controlar, abreviem sua duração ou mesmo o tornem dependente de tanta intervenção externa. E haja mecânico, electricista, latoeiro e outros.
Nada, obviamente, depende totalmente de nós; mas deveríamos fazer nossa parte; não queremos só viver mais, queremos viver bem.
Estima-se que o número de idosos, com 60 anos ou mais, duplique até 2050 e mais do que triplique até 2100, passando de 962 milhões em 2017 para 2,1 mil milhões em 2050 e 3,1 mil milhões em 2100. Globalmente, o número de pessoas com 80 anos ou mais deverá triplicar até 2050 passando de 137 milhões, em 2017, para 425 milhões em 2050 (fonte: https://unric.org/pt/envelhecimento/).
É um acontecimento sem precedentes na história humana e a maioria das pessoas terão seus pais vivos (e dependentes); uma quantidade maior de crianças conhecerá avós e bisavós.
Por consequência, as pessoas estão tendo mais oportunidades de envelhecer e os questionamentos surgem na busca de dar significado e sentido para a vida, além de possibilitar a promoção desta longevidade com a máxima qualidade possível.
Então e afinal, o que podemos fazer para melhorar o trajecto?
Sentir-se ligado à família e aos amigos mantém as pessoas engajadas e facilita o envelhecimento saudável. O isolamento tem efeito contrário e pode provocar doenças crónicas. Temos que capitalizar ao longo da vida; e lamento dizer, mas é ilusão pensar que é só financeiramente.
Capital social é conviver em todas as esferas da vida.
Para começar, manter bons relacionamentos no trabalho, na família, nas instituições, ou seja, na sociedade em geral, é fundamental, pois passar o dia em pé de guerra com os outros humanos faz muito mal à saúde!
Já dizia o Dr. Euryclides de Jesus Zerbini, conhecido médico cirurgião cardiológico brasileiro: “o que mata não é o trabalho é a raiva”.
Não se afaste dos amigos e das instituições onde os encontramos. Se a falta de tempo conspira contra, as redes sociais estão aí para que os contactos e as lembranças não se percam. Afinal, nem tudo é veneno! O veneno está em como fazemos ou utilizamos as coisas; deixar as diferenças de gostos e opiniões envenenarem nossas relações é no mínimo uma sandice.
Já no século XVI, o médico e físico suíço-alemão conhecido como Paracelso, cujo nome é um verdadeiro treinamento cognitivo – Phillipus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim – dizia que “todas as substâncias são venenos, não existe nada que não seja veneno. Somente a dose correcta diferencia o veneno do remédio”. E garanto, isto não é apenas para remédios!
Por último, porque é o mais importante, a família é a rede de afecto e protecção para dias ensolarados, mas igualmente para aqueles com chuvas e trovoadas.
Depois não adianta querer cantar a estrofe da música “Epitáfio” dos Titãs – composição de Sérgio Brito:
“Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
e até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
.
Queria ter aceitado
as pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria
e a dor que traz no coração”.
É claro que todo mundo precisa sobreviver e isso nos tira horas de convívio com familiares e outras pessoas queridas, daí ser tão importante lutarmos e colaborarmos para que nosso ambiente socioprofissional não seja tóxico, para não desperdiçarmos energia e, ainda, contaminarmos aqueles que deveriam ser nosso refúgio, nosso lazer.
Capital intelectual ou cognitivo é aprender; e aprender não é só para crianças e adolescentes; tudo muda rapidamente à nossa volta e aferrar-se ao saudosismo é encarar a vida pelo retrovisor.
Pedro da Silva Nava, médico e escritor, membro da Academia Brasileira de Letras, quando questionado sobre o valor da experiência dizia que “a experiência é um carro de farol virado para trás; só ilumina o passado”.
Assim, é imperioso conscientizar-nos de que dominar novos conhecimentos é uma aula de aeróbica para o cérebro e que pode render amigos, ambientes de convivência e perspectivas novas e diferentes. O cérebro também deve fugir do sedentarismo e do passado!
E a espiritualidade?
Espiritualidade produz mudanças na biologia das pessoas!
A busca de um sentido para a vida, a presença da fé, a prática de virtudes e a crença na transcendência, mormente com o avançar da idade, atenua o impacto de novas formas de mal-estar contemporâneo, bem como, pode actuar, desde cedo, como um recurso para melhoria de condições de saúde e prolongamento da vida.
Há algum tempo que pesquisas vêm mostrando que a variável espiritualidade pode estar ligada a uma melhor qualidade de vida com saúde física e emocional em todas as idades e, especialmente, em idosos.
Envelhecer sempre foi uma arte!
Envelhecimento refere-se, quase sempre, a efeitos indesejáveis decorrentes da passagem do tempo. Raramente está relacionado ao processo de amadurecimento ou aquisição de uma característica considerada positiva, como sabedoria e virtude.
Por isto, esta preparação deve iniciar-se desde muito cedo na vida; mesmo antes da meia-idade.
Estudos têm mostrado que comportamentos e atitudes de vida na meia-idade têm significativa e substancial associação com longevidade, protelando o aparecimento de doenças crónico-degenerativas e promovendo melhor qualidade de vida; e não esqueçamos, pois é uma preocupação não negligenciável, com a possibilidade de menor custo médico nas idades mais avançadas.
O segredo está, pois, em começar a cuidar-se bem cedo!
É o ZEITGEIST! O espírito do tempo.
A melhora de condições de vida e de saúde – pelo autoconhecimento, prática de virtudes, adaptação a condições adversas, interacção social, espiritualidade, não renúncia, mas desapego ao material e dedicação mínima a actividade física – é a única fórmula conhecida e possível para adequar esta viagem. Estudos recentes mostram que o exercício aumenta a produção de substâncias que podem servir de “vacina” para quadros demenciais.
E para meditar…
O poeta paulista Paulo Menotti Del Picchia (20/03/1892 – 23/08/1988 – 96 anos) deixou-nos em sua linda poesia “O VOO”, uma grande lição:
Goza a euforia do voo do anjo perdido em ti.
Não indagues se nossas estradas, tempo e vento desabam no abismo.
Que sabes tu do fim?
Se temes que o teu mistério seja uma noite, enche-a de estrelas.
Conserva a ilusão de que o teu voo te leva sempre para o mais alto.
No deslumbramento da ascensão, se pressentires que amanhã estarás mudo, esgota, como um pássaro, as canções que tens na garganta.
Canta, canta para conservar uma ilusão de festa e vitória.
Talvez as canções adormeçam as feras que esperam devorar o pássaro.
Desde que nasceste, não és mais que um voo no tempo.
Rumo aos céus?
O que importa a rota?
Voa e canta, enquanto resistirem as tuas asas.
E a Maçonaria?
É tudo isto!
É possível encontrar na Maçonaria o capital social (possibilidade de convívio independentemente de idade), o capital cognitivo (possibilidade de estudo exotérico e esotérico conforme o convencimento da necessidade e o estímulo da vontade) e a espiritualidade (existente na própria fraternidade).
Será necessário falar das responsabilidades desta Instituição milenar para com seus milhares de membros, de necessidades e saberes tão diversos em quantidade e qualidade? Em cada um dos conceitos, significados, desejos, vontades e sugestões aqui expostos teremos motivo e espaço para júbilo realizador e não para preocupações e indecisões.
É certo que a população maçónica não vai fugir das estatísticas da população geral; estamos envelhecendo!
É loucura poética imaginar a Instituição preocupando-se com seus membros, nossos Irmãos, desde a iniciação, em dimensões do bem-estar como, por exemplo, a cognitiva, a emocional, a física, a social e a espiritual? Afinal, a saúde não é holística?
É comum encontrarmos nas variadas instâncias da Instituição, onde quer que pesquisemos, serviços auxiliares às administrações que abrangem, entre outras, áreas de finanças, administrativas, legais e relacionadas à educação e cultura, mas ninguém parece se importar muito e especificamente com a área da saúde, um de nossos maiores, se não o maior dos patrimónios.
Localmente, sempre que oportunidade tive, tentei sugerir a criação de uma “Secretaria de Saúde” – ou mesmo, anexá-la à área de educação e cultura, formatando uma quimérica “Secretaria de Saúde, Educação e Cultura”; mas infelizmente, na individualidade da luta, devo dizer que não consegui repercutir a ideia além do alcance de uns poucos interlocutores; seguramente por falha minha.
Mas nossa mente costuma pregar-nos peças e, desta forma, continua estacionada no inconformado espírito das ideias fracassadas, na irrequietude dos desejos irrealizados, na persistência das vontades insatisfeitas e das propostas e sugestões não discutidas, esperando despertar na alma de quem nos ouve ou lê, a curiosidade da discussão de sua viabilidade.
Em texto já publicado (Competências individuais e a Maçonaria pós-moderna) questionei a possibilidade de usar os saberes individuais residentes na Instituição; então pergunto: quantos médicos temos – e de quantas especialidades? – com plena capacidade de formatar planos e programas capazes de orientar e estimular a consciência da necessidade de cuidarmos de nosso VCA ou VCM?
A saúde sempre deverá ser cuidada precocemente para podermos conviver melhor, por mais tempo e com maior qualidade entre irmãos, sejam eles determinados geneticamente ou pelos acasos da vida.
Sonho com o incrível serviço intra e extra-institucional que poderia advir desta contribuição!
Walter Roque Teixeira – CIM184.372 – ARBLS Palmeira da Paz nº 2121 – Oriente de Blumenau – GOB/SC – GOB

- Maçonaria, Saúde e Religião
- Painel do Grau de Aprendiz no Rito Moderno
- Memética na Maçonaria
- Os efeitos do Ritual Maçónico
- O Dever, caminho para a realização


Muito obrigado Doutor pela bela instrução. Que o bom Deus o nosso Grande Arquiteto do Universo o ajude para que um dia o ilustre Irmão tenha a alegria de ver seu sonho realizado. Jorge C.Felippe