México, 1864. Quando o pelotão de fuzilamento fez a sua última salva, Maximiliano de Habsburgo pôde começar uma nova vida.
Em troca de não revelar nunca a sua identidade, Juárez, Maçom como o arquiduque, de (Publicado em freemason.pt) acordo com várias fontes, poupou a sua vida e deu-lhe um salvo-conduto para El Salvador, onde o imperador viveu sob o nome de Justo Armas. É isto que o pesquisador Rolando Deneke diz desde há quinze anos, em que reuniu muitos dados que mudam o curso da história.
Mas porque é que Benito Juárez, o homem que jurou pôr fim aos invasores estrangeiros do seu país, decidiu poupar a vida do arquiduque e organizar uma simulação dA sua morte? “Maximiliano de Habsburgo e Benito Juárez eram maçons e sendo irmãos maçons, Juárez não podia matá-lo”, explica Deneke. A única forma que ele encontrou foi matar o imperador, mas salvar o homem.
Para Deneke, muitos dados corroboram esta história que mais parece uma história de ficção e que, na verdade, já foi excelentemente ficção pelo diplomata espanhol Santiago Miralles em “Luz da Terra”. Uma teoria que para além de ser “ben trovata” parece ser “vera” se se ater aos factos, como conta Deneke:
Depois do tiroteio, todas as potências europeias pressionaram o México para entregar o corpo de Maximiliano e o México respondeu que por razões de força maior, não conseguia aceder aos seus pedidos. Tenho cópias das fotografias de três possíveis cadáveres do imperador que não se assemelham e que também não se parecem com Maximiliano. Quando o suposto corpo chegou à Áustria, sete meses depois da sua execução, sua mãe, a Arquiduquesa Sofia, exclamou que não era seu filho.
Além disto, em Maio 1864, um mês antes de ser baleado em Querétaro, o austríaco, citando razões de saúde, deixou de comparecer ao julgamento que estava a ser realizado (Publicado em freemason.pt) contra ele e foi mesmo para a leitura da sentença. Havia muito poucas pessoas que pudessem vê-lo nos últimos dias, como se quisessem removê-lo expressamente do mundo.
No dia marcado, apenas cerca de vinte pessoas foram ao local da execução e foram mantidas a uma grande distância por um cordão de soldados. Para formar o pelotão de fuzilamento, recrutaram um grupo de camponeses que nunca tinham visto o imperador antes.
Autor desconhecido

- O Maçon Kit Carson
- Conferência – A Maçonaria em Évora (1908-1936)
- A Maçonaria em Portugal (O que é a Maçonaria)
- O medo – a perspectiva de um Maçon
- A constituição de Anderson

