O maçon Rudyard Kipling

Rudyard Kipling

Nasceu em Bombaim, Índia, em 30 de Dezembro de 1865, mas foi educado em Inglaterra. Regressou à Índia, a Lahore, em 1880. Aos 17 anos, era sub-editor do Jornal “The Civil e Military Gazette”. Casou com uma americana, Caroline Starr Balestier, em 1892. Foi o primeiro escritor britânico a receber o Prémio Nobel da Literatura, em 1907.

Foi iniciado na Loja Hope and Perseverence (Esperança e Perseverança), n.º 782, em Lahore, em 5 de Abril de 1886, beneficiando de uma dispense especial emitida pelo Grão-Mestre Distrital, por ter apenas 20 anos de idade e não ter, consequentemente, atingido a maioridade legal, então fixada nos 21 anos. Passou a Companheiro a 3 de Maio seguinte e foi elevado a Mestre a 6 de Dezembro, ainda antes de completar os 21 anos de idade.

Foi, por um curto período de tempo, Secretário da Loja. Em 1887, passou a integrar os Altos Graus (Arco Real).

Deixou Lahore e passou a residir em Allahabad em 17 de Abril de 1888, tendo-se, em consequência, transferido para a Loja Independence and Philanthropy (Independência e Filantropia), desta cidade. Demitiu-se da mesma em 1895, residindo já, então, nos Estados Unidos. Porém, já desde 1989 que cessara a sua actividade maçónica.

Apesar de a sua actividade maçónica ter durado menos de quatro anos, os seus escritos comungam abundantemente dos ideais maçónicos. Para além do conhecidíssimo If, podemos dar conta disso em The Mother Lodge, My new-cut Ashlar, The Palace, A Pilgrim’s Way e The Widow at Windsor.

Foi amigo de Baden-Powell, tendo-o influenciado quanto aos princípios que este veio a instituir no Movimento Escotista. Serão também devidas a essa influência as evidentes similaridades entre os ideários escotista e maçónico.

Passou ao Oriente Eterno em 18 de Janeiro de 1936.

Elementos para este texto retirados daqui e das ligações nele existentes.

In Blog “A Partir Pedra” – texto de Rui Bandeira (16.04.07)

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