A Maçonaria e o mundo islâmico – um ensaio histórico (Parte II)

(Continuação da Parte I)

Sinopse histórica

Procuramos, abaixo, realizar um resumo referente à situação da Maçonaria nos países islâmicos, com base em diversas fontes disponíveis.

3.1 – Arábia Saudita – Em 1962, a Grande Loja Canadense-Americana (integrante das Grandes Lojas Unidas da Alemanha) fundou a Arabian Lodge 882. Quatro outras foram estabelecidas e todas congregavam maçons estrangeiros residentes no país, em grande parte norte-americanos e britânicos. Com reiteradas batidas da polícia saudita, todas as Lojas deixaram de funcionar e tem-se notícia apenas da existência de grupos fraternais bastante tímidos.

3.2 – Argélia – O Grande Oriente da França criou, em 1831, a Loja Militar “Cirus” e, em 1833, das Lojas “Bélisaire” e “Ismaël”. O sinal de que não-europeus estavam sendo aceitos nas fileiras das Lojas foi a iniciação do emir Abd-el Kader, em 1864. Kader foi o líder das guerras contra a colonização francesa, entre 1832 e 1847. Poucos muçulmanos aderiram à Maçonaria, visto que não aceitavam as posições do Grande Oriente da França. Já às portas da Segunda Guerra Mundial, a Argélia possuía onze Lojas sob os auspícios da Grande Loja da França e 21, ligadas ao Grande Oriente da França, algumas vinculadas ao L´Ordre Maçonnique Mixte International Le Droit Humain, obviamente irregular, e uma Loja que adoptava o Rito de Memphis-Mitzraïm. Ao final do conflito mundial, a Ordem perdeu força e com a independência do país, em 1963, as Lojas foram “repatriadas”, na sua maioria. Hoje, há a proibição explícita da Maçonaria funcionar em solo argeliano.

3.3 – Bahrein – Em 1949, foi instalada a Saint Andrew Lodge, sob os auspícios da Grande Loja da Escócia. O emir da época doou o terreno por um período de 99 anos. Em 1954, a St. George Bahrain Lodge 7.389 foi fundada sob a égide da Grande Loja Unida da Inglaterra. Ambas eram frequentadas sobretudo por britânicos vinculados à extracção de petróleo. O governo deste emirado não era antimaçónico, mas, em 1970, mudou de postura, por razões desconhecidas e as actividades de nossa Ordem estão ali proibidas. A Loja escocesa abateu colunas, e a inglesa foi transferida para Ashford, na Inglaterra.

3.4 – Egipto – O Grande Oriente da França sempre foi muito activo no Oriente Médio. No entanto, em 14 de Setembro de 1877, por decisões tomadas, perdeu a regularidade para sempre. O Grande Oriente do Egipto fundou diversas Lojas e Grandes Lojas naquela região do mundo, mas acabou seguindo os passos do Grande Oriente da França e caiu também na irregularidade. Há quem veja nexo entre a experiência do Grande Oriente do Egipto – que seguiu pari passu as pegadas desses franceses – e como a Maçonaria acabou sendo vista no Oriente Médio. Tudo indica que a Ordem Egípcia de Memphis e Mitzraïm gozou de muita popularidade na sociedade egípcia, ao menos até 1952, ano em que o rei Faruk foi deposto. Até o início dos anos 60, do século passado, a Ordem foi bastante activa no país e tudo indica que franceses e ingleses tenham disputado a primazia da influência sobre as Lojas e/ou potências – regulares ou não – no Egipto. Foi comum os dirigentes do país serem Grão-Mestres honorários das potências egípcias, ainda que sequer tenham sido iniciados e, assim, até mesmo posavam para fotos oficiais, num evidente sinal de clara convivência com a Ordem. Segundo Raafat, entre 1940 e 1957, teriam funcionado 18 Lojas. no Cairo, 33 em Alexandria, 10 em Port Said, algumas em outras localidades, totalizando 54. Em 1964, a Maçonaria foi terminantemente proibida no Egipto, mas, antes disto, em 1956, com a crise do Canal de Suez, o presidente Gamal Abdel Nasser expulsou do país muitos estrangeiros e, desse modo, já contribuiu para um rápido enfraquecimento das Lojas.

3.5 – Emirados Árabes Unidos – Em 1967, a Grande Loja Unida da Inglaterra estabeleceu a Trucial Lodge nº 8.160 na cidade de Sharjah, composta basicamente por britânicos que trabalhavam com petróleo na região. A Loja adormeceu em 1980 e foi apagada dos registos da Grande Loja Unida de Inglaterra.

3.6 – Irão – A descoberta de petróleo fez com que, em 1919, fosse fundada a primeira Loja., sob os auspícios da Grande Loja da Escócia. Muitos dos comerciantes e trabalhadores no ramo do petróleo eram maçons e esta foi a principal razão para a presença de Lojas no país. Três outras Lojas escocesas foram fundadas antes da Segunda Guerra Mundial. Em 1945, foi a vez de uma Loja inglesa, mas alemães e franceses também as estabeleceram. O crescimento de nossa instituição levou, em 1969, à fundação de uma Grande Loja local, com o auxílio escocês. Em 1978, esta Potência regular contava 1035 membros activos e 45 Lojas. No mesmo ano, ocorreu a revolução fundamentalista liderada pelo aiatola Rukhollakh Khomeini. Os Guardas Revolucionárias invadiram templos, confiscaram as propriedades da Grande Loja e perseguiram os maçons e as suas famílias. Na residência do grão-mestre, Jaafar Sherif Emami encontraram, comprovadamente, uma lista de 700 nomes de maçons. Muitos foram executados e o destino exacto de maçons iranianos continua envolto na névoa do desconhecimento absoluto. A única coisa concreta de que se dispõe é que os que conseguiram fugir do país, abrigaram-se nos Estados Unidos, onde mantêm uma Grande Loja no exílio.

3.7 – Iraque – A primeira Loja foi fundada em 1917, seguida por outra, em 1919. Nos anos 50, havia nove, subordinadas a uma Grande Loja Distrital inglesa. A Loja Faiha, fundada em 1923, trabalhava sob a égide da Grande Loja da Escócia. A independência do país tornou impossível o trabalho da instituição e todas as Lojas. foram proibidas de actuar em 1965 [7].

3.8 – Iémen – Antigamente, eram dois países – Iémen do Norte e Iémen do Sul até a unificação em 1990. O território do sul foi protectorado britânico da Arábia do Sul. Assim, em 1850, a Grande Loja da Escócia fundou a Loja Félix 335. Meio século mais tarde, fundou outra Loja. Em 1918,a Grande Loja Unida da Inglaterra fundou a Loja Light in Arábia 3870 e depois da Segunda Guerra Mundial, os escoceses estabeleceram uma terceira Loja. No entanto, a independência do país fechou as Lojas escocesas, a Loja inglesa hoje funciona na Inglaterra e a existência da Maçonaria como Ordem, tornou-se impossível no país de regime totalitário.

3.9 – Indonésia – A instituição foi proibida no país em 1965. A Inglaterra tinha fundado uma Loja em 1765, mas ela deixou de funcionar há muito tempo. O Grande Oriente da Holanda, nos anos 50 do século passado, tinha 19 Lojas em Java e quatro em Sumatra. Em 1955, quatro Loja em Jacarta decidiram formar uma Grande Loja autóctone, denominada Timur Agung Indonésia mas o presidente Sukarno decidiu colocá-la fora da lei. A Loja Ster in het Oosten 14 (Estrela do Oriente 14), que trabalhava sob os auspícios do Grande Oriente neerlandês e que funcionava desde 1759 decidiu retornar à Holanda, onde se reúne até hoje em Bilthoven.

3.10 – Jordânia – Depois da Guerra dos Seis Dias, em 1967, nenhuma Loja sobreviveu na margem ocidental e em Gaza. Depois do Acordo de Oslo, em 1996, algumas Lojas procuraram reerguer-se. em Jerusalém, Nablus e Jericó sem sucesso. A Jordânia, antigo protectorado britânico da Transjordânia, é um reino independente. Tudo indica que o país nunca tenha tido nenhuma Loja maçónica ali. Na Transjordânia, a Loja Qureish foi criada em 1923, por um Maçom egípcio. Em 1956, ela uniu-se a quatro outras Lojas e que operavam na Palestina antes de 1948 para se transformar na Loja Beit Al-Maqdes de Jerusalém. No mesmo ano, a Grande Loja da Jordânia foi autoproclamada integrando todas as Lojas da margem ocidental. A origem é desconhecida. Estas cinco Lojas cessaram actividades após a anexação territorial, por parte de Israel, em 1967. A única Loja regular que funcionar no território jordaniano seria a Loja Jordan 1339 sob os auspícios da Grande Loja da Escócia, que tinha expedido a carta ainda em 1925. A Loja funciona em Amã desde 1952, passou por períodos de crise, desapareceu e reergueu-se; os trabalhos parecem transcorrer em árabe.

3.11 – Kuwait – Duas Lojas jurisdicionadas à Grande Loja Unida da Inglaterra apareceram em 1949 e 1956. A forte oposição do governo local apagaram ambas. Em 1999, Lojas ligadas às Grandes Lojas Prince Hall, dos Estados Unidos, apareceram no país, por causa da presença de soldados americanos. Mas tudo indica que a grande rotatividade de pessoal impediu que as elas fossem permanentes. Hoje, não há notícias a respeito do funcionamento de Lojas no Kuwait.

3.12 – Líbano – Em 1862, a Grande Loja da Escócia fundou uma Loja que trabalhava em língua francesa e, após vários anos de crise, encerrou actividades em 1895. Outras quatro escocesas acabaram sendo estabelecidas até a Primeira Guerra Mundial. O Grande Oriente da França fundou uma em 1869, que não sobreviveu à Primeira Guerra. Outras Lojas foram fundadas antes do conflito, tanto pela Grande Loja Otomana (depois, transformada em Grande Loja da Turquia) quanto pela Grande Loja Nacional do Egipto. Um número razoável de Lojas recebeu autorização egípcia e a Grande Loja do Líbano também, em 1936. Todas parecem ter-se transformado em diversos corpos irregulares. Até à guerra civil libanesa, em 1975, cinco Lojas escocesas funcionavam, mas depois desapareceram. A primeira Loja a receber carta-constitutiva da Grande Loja de Nova Iorque é de 1924 – a Sirio-American Lodge nº1 Várias outras foram erguidas, mas encerraram actividades com a guerra civil. Todas as que trabalham sob os auspícios da Grande Loja de Nova Iorque parecem ter conseguido reerguer-se; dez no todo, mas parecem trabalhar com bastante dificuldade. Também há quatro registadas na Grande Loja da Escócia. Em 1989, o Grande Oriente da Itália concedeu carta à Loggia Fraternità Italo-Lebanese, mas tudo indica que ela não se reúne mais. Parece haver um certo número de Lojas e irregulares no país, inclusive duas que trabalham sob a égide do Grande Oriente da França. Recentemente, surgiu a Grand Loja do Líbano que merece texto à parte.

3.13 – Malásia – O país foi constituído pelas antigas colónias britânicas de Malaya e North Borneo. Tudo leva a crer que as Grandes Lojas da Escócia e da Inglaterra têm domínio sobre Lojas que ainda funcionariam no país. A primeira data de 1809 e na actualidade haveria 29 Lojas fundamentalmente integradas pela minoria chinesa, visto que os malaios são muçulmanos (que teriam proibição de se vincular à instituição). A despeito de períodos conturbados no relacionamento do governo com a Maçonaria, parece que não há obstáculo para que as Lojas britânicas continuem trabalhando no país. Mas inexiste Maçonaria autóctone na Malásia.

3.14 – Marrocos – Antiga colónia francesa e espanhola, Marrocos testemunhou, a partir de 1860, a criação de várias Lojas pelas Grandes Lojas de França, Espanha e Portugal. Em 1902, a Grande Loja da Escócia fundou a Coronation Lodge nº 934 e a Grande Loja Unida da Inglaterra, em 1927, a New Friendship Lodge nº 4997. Ambas começaram a funcionar em Tânger e, mais tarde, mudaram-se para Gibraltar. O período entre as duas grandes guerras mundiais foi marcado pelo facto de potências francesas irregulares terem assumido uma posição anti-religiosa e, de outro lado, pela supressão da Ordem maçónica na Espanha fascista em 1936. Deste modo, a influência de ambos os países na Maçonaria de Marrocos arrefeceu. A independência do País, em 1956, teve como consequência o desaparecimento de todas as Lojas, porque caíram na vala comum da definição negativa do governo local de “organizações inspiradas por estrangeiros”.

Em 1997, a Grande Loja Nacional Francesa constituiu três Lojas, depois de obter permissão governamental para isso. A Grande Loja de Marrocos funciona desde 2000.

3.15 – Síria – Em 1748, Sir Alexander Drummond, cônsul britânico perante o Império Otomano, fundou uma Loja em Alepo, mas teve vida curta. Os Grandes Orientes da Itália e da França criaram Lojas ali por volta de 1860, mas cessaram de existir no final do século XIX. Há alusões ao funcionamento eventual de Lojas fundadas por egípcios e turcos e que teriam funcionado em Damasco no terceiro quartel do século XIX. Em 1936, uma teria sido fundada pela Grande Loja do Egipto, mas há controvérsias sobre o destino da Loja. – teria sido dividida em três para formar uma Grande Loja da Síria, sob protecção egípcia. A Grande Loja da Escócia constituiu uma Loja. em 1909 e a Grande Loja de Nova Iorque, outra em 1925. Em 1965, a Ordem foi proibida no país, de modo que não há funcionamento de qualquer entidade maçónica na Síria comandada pelo partido Baath.

3.16 – Tunísia – Em 1879, depois de ter fundado algumas Lojas, o Grande Oriente da França, com auxilio do Grande Oriente da Itália, transformaram as oito Lojas de origem francesa na Grande Loja da Tunísia. Há notícias de que elas teriam funcionado após a Segunda Guerra Mundial, mas nenhuma sobreviveu à independência do país em 1956. Em 1998, parece ter sido constituída a Loggia dell´Unione, que funcionaria em italiano, mas pormenores a respeito desta Loja são obscuros

3.17 – Turquia – A partir da revolução dos Jovens Turcos, comandada por Kemal Atatürk , no começo do século 20, a Turquia é um estado laico. Portanto, em contraposição aos estados árabes, não há religião de Estado, embora o Islão seja a fé que a maioria esmagadora da população professa. O primeiro registo sobre a existência de uma Loja em território turco data de 1738, mas não se sabe ao certo quais Potências europeias teriam sido responsáveis pela fundação. No final do século XVIII, já existiam inúmeras Lojas na Turquia. A Grande Loja Nacional de Genebra, em 1769, criou a Loge Saint Jean du Levant e, em 1784, os poloneses constituíram a Loge L´Aurore de Zarigrad. Em 1826, o sultão Mahmud II aboliu a ordem militar dos janízaros, proibiu a seita Bektachi, à qual a maioria dos janízaros pertencia e, ao mesmo tempo, baniu a Maçonaria, sob a alegação de que possuía vínculos com essa seita islâmica. O clima político mudou alguns anos mais tarde e, com a Guerra da Crimeia, em 1856, a Ordem maçónica foi autorizada a funcionar; sob a égide da Grande Loja Unida da Inglaterra, fundou-se em Istambul a Oriental Lodge nº 998. Pouco tempo depois, foi criado um distrito inglês em território turco. Entre 1860 e 1870, dez Lojas inglesas passaram a funcionar. Diversos países emitiram cartas para Lojas nos anos seguintes: alemães, poloneses, egípcios, franceses, italianos (possuíam 14 Lojas:) e até mesmo os húngaros autorizaram o funcionamento de uma No ano de 1861, foi fundado um Supremo Conselho do Império Otomano e, durante os poucos anos do seu funcionamento, teve o príncipe Halim Pacha como Supremo Comandante. A Ordem pôde existir em território turco sob um clima de ampla instabilidade política. Durante o governo do sultão Abdülhamid II (1867-1900) – favorável à Maçonaria anglo-saxã – as demais Lojas foram proibidas, sob a alegação de que eram favoráveis à deposição do sultão e ao estabelecimento de uma monarquia constitucional. Em 1908 a monarquia constitucional foi implantada, o sultão deposto por um órgão legislativo. A Ordem maçónica pôde começar a funcionar livremente, de novo, de tal modo que em 1934 devia contar com mais de dois mil membros activos. Em 1935, o Parlamento turco aprovou uma lei que proibia toda a espécie de reuniões e a Maçonaria viu-se impedida de continuar activa. Em 1948, o Supremo Conselho da Turquia foi autorizado a reabrir as Lojas Em 1957, a Grande Loja da Turquia foi completamente reactivada [8]. A Grande Loja da Turquia, regular, foi consagrada em 1909 e actualmente possui 250 Lojas e milhares de membros activos.

O caso de Israel

Embora, obviamente, Israel não seja país islâmico, mas por estar situado no Oriente Médio e ter expressiva população muçulmana e de língua árabe, é preciso fazer-lhe breve menção. A primeira Loja data de 1873, com carta recebida da Grande Loja do Canadá. A maioria dos membros da Loja praticava o Rito de Mitzraïm, então em vigor no Egipto. Em 1906, uma Loja filiada ao Grande Oriente da França começou as actividades, sob a denominação de “Barkai”; hoje esta mesma Loja trabalha em Tel Aviv, sob os auspícios da Grande Loja do Estado de Israel. Várias Lojas foram fundadas nos anos subsequentes, com o auxílio da Grande Loja do Egipto, e em 1933 transformaram-se na Grande Loja Nacional da Palestina. Entre os anos 30 e 40, do século passado, ingleses fundaram três Lojas e os escoceses, onze. Por outro lado, alemães que conseguiram fugir da perseguição nazista estabeleceram cinco Lojas nos anos 30. A Grande Loja do Estado de Israel foi consagrada em 1953, cinco anos após a fundação do país. Actualmente, hoje possui 51 Lojas que trabalham em hebraico, árabe, alemão, inglês, espanhol, romeno, russo, turco e francês.

Observações finais

Com certeza absoluta, o presente texto nada mais representa do que uma pálida tentativa de oferecer visão panorâmica e, portanto, superficial de uma questão muito complexa e espinhosa. De um lado, o posicionamento assumido por doutrinadores destacados do Islão, na Universidade El-Azhar, é sinal claro de que contra o desconhecimento das finalidades da Ordem maçónica e contra os preconceitos e a ignorância apenas a instrução das pessoas e o oferecimento de informações podem funcionar como eventuais antídotos. De outro, pormenores referentes ao aparecimento, funcionamento e proibição do funcionamento de Lojas em cada um dos países citados acima é tema para longas e profundas pesquisas, cujas dimensões fogem aos limites deste trabalho e à capacidade do autor.

Aleksandar Jovanović

Notas

[1] Rich, Paul. Masonry and the Middle East. www.paulrich/net/ Consulta em 28, 29 e 30 Julho 2018.

[2] Raafat, Samir. “Freemasonry in Egypt: is still around?”. In: Insight Magazine. March 1, 1999. www.egy.com/community/99-03-01.shtml. Consulta em 30 Julho 2018.

[3] Vide também: www.egyptiangazette.net.eg/gazette/index.shtml. Consulta em 28 Julho 2018.

[4] “The curse of Freemasonry”. In: Questions of faith. The Saudi Gazette, 13 January 1995. www.saudigazette.com.sa. Consulta em 27, 28 e 29 Julho 2018. Vide também : a) Transactions, Victorian Lodge of Research, 24 November 2000. Australia; b) Layiktez, Celil – Freemasonry in the Islamic World, Istambul: Tesviye (O Nível), 51: 2001.

[5] El-Amin, Mustufa. Freemasonry, Ancient Egypt and the Islamic Destiny. New Jersey: New Mind, 1988. Apud: Rich, Paul, op. cit.

[6] idem, p. 155.

[7] White, Cristopher. “British Masons Push Mid East Holy War”. In: New Solidarity, vol. XIV, #6, 25 March 1983, passim.

[8] Naudon, Paul. Histoire générale de la Franc-Maçonnerie. 2-ème edition. Fribourg (Suisse): Office du Livre, S.A. 1987.

Bibliografia

  • Buta, Jack (ed.). Fiat Lux. Sebring (Ohio): The Philalethes Society, 2009.
  • Glubb, Sir John. A Short History of the Arab Peoples. New York: Stein & Day. 1969.
  • Lewis, Bernard. The Middle East. 2nd New York: Touchstone. 1995.
  • List of Masonic Lodges 2009. Bloomington (Ill.): Pantagraph Printing & Stationery Co., 2009.
  • Newbury, George A. & Louis L. A History of the Supreme Council 33o of the Ancient Accepted Scotish Rite of Freemasonry for the Northern Jurisdiction of the United States of America. Supreme Council: Lexington (Mass.), 1987.
  • Waite, Arthur E. A New Encyclopedia of Freemasonry and cognate instituted mysteries: their rites, Literature and History. New York: Weathervane Books, 1970.

Webgrafia

  • http://www.freemasonry.org (The Philalethes Society). Consultas em 21,23,26 de Maio e 5,6,7 de Junho de 2019.
  • http://www.ugle.org.uk (United Grande Lodge of England). Consulta em 13 Maio 2019

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