As origens do Ritual na Igreja e na Maçonaria (Parte II)

Parte III

Ainda que não se possa reportar ao testemunho da história, é, no entanto, um facto histórico – pois um grande número de factos relatados pelos antigos escritores o corrobora – ter o ritual da Igreja e da Franco-Maçonaria brotado da mesma fonte e se desenvolvido de mãos dadas…

A Maçonaria era simplesmente, na sua origem, um Gnosticismo arcaico ou um Cristianismo esotérico primitivo; o ritual da Igreja era e É um PAGANISMO EXOTÉRICO pura e simplesmente REMODELADO, pois não podemos dizer reformado.

Vejamos as obras de Ragon, um maçom legado ao esquecimento mesmo pelos maçons de hoje. Estudemos, coleccionemos os factos acidentais, mas numerosos, que se encontram nos escritores gregos e latinos; diversos deles eram iniciados, e a maioria, neófitos instruídos e participantes dos Mistérios. Vejamos, enfim, as calúnias, cuidadosamente elaboradas pelos padres da Igreja, contra os gnósticos, os Mistérios e os seus iniciados, e acabaremos por descobrir a verdade. O Cristianismo foi fundado por um pequeno número de filósofos pagãos, que foram perseguidos pelos acontecimentos políticos da época, cercados e tiranizados pelos bispos fanáticos do Cristianismo primitivo, o qual ainda não possuía nem ritual, nem dogmas, nem igrejas.

Misturando da maneira a mais irreligiosa as verdades da religião-sabedoria, com as ficções exotéricas tão gratas às massas ignorantes, foram eles (os filósofos pagãos) que fundaram o primeiro ritual das igrejas e das lojas da Franco-Maçonaria moderna. Este último facto foi demonstrado por Ragon no seu ANTEOMNLAE da Liturgia moderna, comparada com os antigos mistérios, e mostrando Ritual empregado pelos primeiros franco-maçons.

A primeira asserção pode ser verificada com ajuda de uma comparação entre os costumes em uso nas igrejas, os vasos sagrados, as festas das igrejas latinas e outras, e essas mesmas coisas nas nações pagãs. Mas, as Igrejas e a Franco-Maçonaria divergiram por completo, após se terem constituído numa só unidade. Se alguém se espantar por um profano ter conhecimento disso, nós responderemos: o estudo da antiga Franco-Maçonaria e da Maçonaria moderna é obrigatório a para todo o cultista oriental.

A Maçonaria, apesar dos seus acessórios e inovações modernas (particularmente a introdução nela do espírito bíblico) faz o bem, tanto no plano físico, como no moral; pelo menos era assim que agia faz apenas dez anos. É uma verdadeira ECCLESIA no sentido de união fraternal e de ajuda mútua, a única “religião” no mundo, se considerarmos o termo como derivado da palavra “religare” (ligar), pois que une todos os homens que a ela se filiam como “irmãos”, sem preocupações da raça ou fé. Quanto a saber se ela não pôde fazer muito mais do que fez até hoje, com as enormes riquezas que tinha à sua disposição, isso não é da nossa alçada. Até hoje, nunca vimos mal algum saído dessa instituição, e ninguém, fora da Igreja Romana, jamais afirmou tal coisa. Pode-se dizer o mesmo da Igreja?

Que respondam à pergunta a história profana e a história eclesiástica.

Primeiramente, a Igreja dividiu a humanidade em Cains e Abels; massacrou milhões de homens em nome do seu Deus; o Deus dos Exércitos – na verdade, o feroz Jehovah Sabbaoth – e, em vez de dar uma força impulsiva à civilização, da qual os seus fiéis se vangloriam orgulhosamente, retardou-a durante a longa e insípida Idade Média.

Somente sob os assaltos repetidos da Ciência e o prosseguimento da revolta dos homens, procurando libertar-se, é que a Igreja começou a perder terreno e não pôde impedir a luz por mais tempo. Suavizou, como ela própria o afirma, o “espírito bárbaro do paganismo”? Com todas as nossas forças, diremos: Não… Os Césares pagãos foram mais sôfregos de sangue ou mais friamente cruéis do que os potentados modernos e os seus exércitos? Em que época se acharam milhões de proletários tão esfomeados comos dos nossos dias? Quando a Humanidade derramou mais lágrimas e sofreu mais que no período presente?

Sim, houve um dia em que a Igreja e a Maçonaria foram unidas. Foram então séculos de intensa reacção moral, um período de transição onde o pensamento era tão incómodo como um pesadelo, uma idade de luta. Assim, quando a criação de novos ideais conduziu à aparente destruição de velhos templos e de velhos ídolos, na realidade o que se deu foi a reconstrução desses templos com a ajuda dos velhos materiais e a reabilitação dos mesmos ídolos sob novos nomes. Foi uma reorganização paliativa universal, mas somente “à flor da pele”.

A história jamais nos dirá – mas a tradição e as pesquisas judiciosas nos ensinam – quantos semi-Hierofantes e altos Iniciados foram obrigados a se tornar apóstatas para assegurar a sobrevivência dos segredos da Iniciação. Praetextatux, procônsul da Arcádia, é digno de fé quando, no quarto século de nossa era, observou que “privar os gregos dos mistérios sagrados QUE LIGAVAM A HUMANIDADE INTEIRA, equivalia a privá-los da vida”. Talvez os Iniciados o tivessem compreendido; ele se reuniram NOLENS VOLENS aos partidários da nova fé que começava a dominar, e agiram consequentemente.

Alguns judeus gnósticos helezinantes fizeram o mesmo, e assim, mais de um Clemente de Alexandria – um converso na aparência, mas de coração um ardente neoplatónico e filósofo pagão – tornaram-se os instrutores dos ignorantes bispos cristãos. Numa palavra, o converso A CONTRAGOSTO reuniu as duas mitologias exteriores, a antiga e a nova, e dando amálgama à multidão, guardou para si as verdades sagradas.

O exemplo de Synesius, neoplatónico, nos mostra o que foram essas espécies de cristãos. Qual o sábio que ignora ou nega o facto de que o discípulo devotado e favorito de Hypatia – a virgem filósofa e mártir, vítima da infâmia de Cirilo de Alexandria – nem mesmo tinha sido baptizado quando os Bispos do Egipto lhe ofereceram o arcebispado de Ptolemaide? Todo estudante sabe que, depois de ter aceito a proposta sem reflectir, mas somente dando o seu consentimento real por escrito, depois das suas condições aceitas, e os seus futuros privilégios garantidos, é que finalmente foi baptizado. Dentre essas condições, havia uma, a principal, que era realmente curiosa: que lhe fosse permitido SINE QUA NON a abstenção de professar as doutrinas cristãs nas quais ele, o novo Bispo, não acreditava. Assim, mesmo baptizado e ordenado nos dogmas do diaconato, do sacerdócio e do episcopado, ele jamais se separou da sua mulher, jamais abandonou a filosofia platónica, e tampouco os seus divertimentos (desportos), tão estritamente interditos a outros Bispos. Isso aconteceu no fim do século V.

Semelhantes concessões entre filósofos iniciados e sacerdotes reformados do judaísmo foram numerosas nessa época. Os primeiros procuravam manter os seus juramentos prestados aos Mistérios, e a sua dignidade pessoal. Para isso, eram obrigados a recorrer a compromissos lamentáveis com a ambição, a ignorância e a nascente vaga de fanatismo popular. Acreditavam na Unidade Divina, o Um ou SOLUS incondicional e incognoscível, e entretanto, consentiam em homenagear o Sol em público, o Sol que se movia entre os seus doze apóstolos, os signos do zodíaco, ou os doze filhos de Jacó. O HOI POLLOI (o povo), mantido na ignorância do Único, adorava o Sol e cada um interiormente homenageava o Deus que antes honrara. Não era difícil transferir essa adoração das Divindades solares e lunares e doutras Divindades cósmicas, para os Tronos, Arcanjos, Dominações e Santos, ainda mais que essas Divindades siderais foram admitidas no novo cânone cristão com os seus antigos nomes, quase sem mudança alguma. Assim é que, durante a missa, o “Grande Eleito” renovava em voz baixa a sua adesão absoluta à Unidade Suprema Universal do “Incompreensível Artífice”, e solenemente, em voz alta, pronunciava a palavra sagrada, enquanto seu assistente continuava o KYRIE dos nomes dos seres siderais inferiores que as massas deviam adorar.

Aos profanos catecúmenos que, poucos meses ou semanas antes, ofereciam as suas orações ao Boi Apis e aos Santos Cynocéfalos, a Íbis Sagrada e a Osíris de cabeça de falcão, na verdade a águia de São João [5], e à Pomba Divina (a que paira sobre o cordeiro de Deus no baptismo), lhes pareciam ser o desenvolvimento natural e o prosseguimento da sua própria zoologia nacional e sagrada, que tinham aprendido a adorar desde a sua infância.

Parte IV

Pode-se, pois, demonstrar que a Franco-Maçonaria moderna e o ritual da Igreja descendem em linha recta dos gnósticos iniciados, neoplatónicos, e dos Hierofantes que renegaram os mistérios pagãos, cujos segredos perderam, sendo conservados somente por aqueles que jamais aceitaram compromissos. Se a Igreja e a Maçonaria querem se esquecer da história da sua verdadeira origem, tal não fazem os teosofistas. Eles repetem: a Maçonaria e as três grandes religiões cristãs herdaram os mesmos bens. As “cerimónias e palavras de passe” da Maçonaria, e as orações, os dogmas e ritos das religiões são cópias disfarçadas do puro paganismo (copiados e emprestados prontamente pelos judeus), e da teosofia neoplatónica. Igualmente, as “palavras de passe” empregadas hoje pelos MAÇONS BÍBLICOS, relacionadas com “a tribo de Judá”, os nomes de “Tubal-Caim” e outros dignitários zodiacais do Antigo Testamento, não são mais que aqueles aplicados pelos judeus aos antigos Deuses da plebe pagã; nãos Deuses dos Hierogramatas intérpretes dos verdadeiros mistérios. Acharemos a prova disso no que se segue. Os bons Irmãos Maçons dificilmente poderiam negar que, de nome, eles são SOLÍCOLAS, os adoradores do Sol nos céus, ondo erudito Ragon via o magnífico símbolo do G.A.D.U., como é seguramente.

A única dificuldade para ele estava em provar – o que ninguém pode fazer – que o G.A.D.U. não era o Sol das quireras exotéricas dos PROFANOS, mas o SOLUS DO GRANDE EPOPTAE. Pois o segredo dos fogos de SOLUS, o espírito que cintila na Estrela Flamejante, é um segredo hermético, e a não ser que um maçom estude a verdadeira teosofia, esse segredo está perdido para ele. Nem mesmo as pequenas indiscrições de TTSHUDDI ele compreende. Hoje em dia, os maçons, com os cristãos, santificam o dia do SÁBBAT e o chamam dia do Senhor; entretanto, como qualquer um, eles sabem que o “SUNDAY” dos ingleses, ou o “SONNTAG” dos alemães, significa o DIA DO SOL, como há dois mil anos atrás.

E vós, reverendos bons padres, sacerdotes e bispos que chamais tão carinhosamente a Teosofia de “idolatria” e condenais, abertamente e em particular, os seus adeptos à perdição eterna, podereis vangloriar-vos de possuir um simples rito, uma só vestimenta ou um vaso sagrado, seja na Igreja, seja no Templo, que não tenha vindo do paganismo? Não; seria demasiado perigoso afirmá-lo, não somente perante a história, como ante as confissões das autoridades sacerdotais.

Recapitulemos, somente para justificar as nossas asserções. Du Choul escreve:

“Os sacrificadores romanos deviam confessar-se antes do sacrifício. Os sacerdotes de Júpiter usavam um chapéu preto, alto e quadrado, o chapéu dos Flamínios (ver os chapéus dos sacerdotes arménios e gregos modernos). A sotaina negra dos padres católicos romanos é a hierocarace preta, a roupagem dos sacerdotes de Mithra, assim chamada por ser a cor dos corvos (corax). O Rei Sacerdote de Babilónia possuía um sinete que trazia no dedo, um anel douro. A suas sandálias eram beijadas pelos potentados submissos ao seu domínio; um manto branco, uma tiara douro com duas pequenas faixas. Os papas possuem o anel douro, as sandálias para o mesmo uso, um manto de cetim branco bordado de estrelas douro, a tiara com as pequenas faixas cobertas de pedras preciosas, etc… A vestimenta de linho branco (ALBA VESTIS) é a mesma dos sacerdotes de Ísis; os sacerdotes de Anúbis têm o alto da cabeça raspada (Juvenal), donde deriva a tonsura; a casula dos padres cristãos é a cópia da vestimenta que usavam os sacerdotes sacrificadores dos Fenícios, vestimenta chamada CALÁRSIS, que, presa ao pescoço, descia aos pés. A estrela dos nossos sacerdotes veio da vestimenta feminina usada pelos GALLI, os dançarinos do Templo, cuja função era a mesma do Kadashin judeu (para o verdadeiro termo, veja-se II Reis XXIII, 7); os seus CINTOS DE PUREZA vêm do EPHODE dos judeus e da corda dos sacerdotes de Ísis; estes eram votados à castidade” (sobre pormenores, ver Ragon).

Os antigos pagãos usavam a água santa, ou lustral, para purificar as suas cidades, os seus campos, os seus templos e os homens; tudo isso se pratica hoje nos países católicos romanos. As fontes baptismais acham-se à porta de cada templo, cheias de água lustral e chamavam-se FAVISSES e AQUIMINARIA. Antes de oferecer o sacrifício, o Pontífice ou CURION (cura) mergulha um ramo de louro na água lustral para aspergir toda a piedosa congregação; o que era então chamado LUSTRICA e ASPERGILIUM, é hoje chamado hissope ou aspersório. Esse aspersório, nas mãos das sacerdotisas de Mithra, era o símbolo do LINGHAM universal; durante os mistérios, era mergulhado no leite lustral para aspergir os fiéis. Era o emblema de fecundidade universal; o uso da água benta no Cristianismo é, portanto, um rito de origem fálica. Ainda mais, a ideia subjacente nesse facto é puramente oculta, e pertence ao cerimonial mágico.

As purificações eram ultimadas pelo fogo, o enxofre, o ar e os elementos. Para obter a atenção dos deuses celestes, havia o recurso das abluções, e para conjurar e afastar os deuses inferiores, usava-se o aspersório.

As abóbada das catedrais e igrejas gregas ou romanas são muitas vezes pintadas de azul e juncadas de estrelas douradas, para representar a abóbada celeste. Isso é copiado dos templos egípcios, ondo Sol e as estrelas eram adorados. A mesma homenagem é feita ainda no oriente, como na época do paganismo, pela arquitectura cristã e maçónica. Ragon estabelece plenamente este facto nos seus volumes, hoje destruídos. O “PRINCEPS PORTA”, a porta do mundo, e do “Rei de Glória” – nome pelo qual era designado Sol e que é agora aplicado ao seu símbolo humano, o Cristo – é a porta do oriente, de frente para o Este, em todo templo ou igreja. É por essa “porta de vida”, a via solene por onde entra diariamente a luz para o quadrado oblongo [6] da terra, ou o tabernáculo do Sol, que o recém-nascido é levado às fontes baptismais. É à esquerda do edifício (o Norte sombrio donde partem os “aprendizes” e onde os candidatos passam pela PROVA DA ÁGUA) que as pias baptismais são colocadas hoje em dia, e onde se achavam, na Antiguidade, as piscinas de água lustral, tendo sido as igrejas antigas templos pagãos. Os altares da Lutécia pagã foram enterrados e reencontrados sob o coro da igreja de Notre-Dame de Paris, onde ainda hoje existe o poço onde era conservada a água lustral. Quase todas as grandes e antigas igrejas do continente eram templos pagãos ou foram construídas no mesmo lugar, em consequência das ordens dadas pelos Bispos e Papas romanos. Gregório, o Grande, assim dá as suas ordens ao frade Agostinho, o seu missionário em Inglaterra: “Destrua os ídolos, jamais os templos. Borrife-os de água benta, coloque-lhes relíquias, e que os povos as adorem nos lugares onde têm o hábito do fazer”.

Consultemos as obras do Cardeal Baronius nos seus Anais do ano XXXVI, para achar a sua confissão. “Foi permitido – diz ele – à Santa Igreja APROPRIAR-SE DOS RITOS E CERIMÔNIAS UTILIZADAS PELOS PAGÃOS NO seu CULTO IDÓLATRA, pois que ela (a Igreja) OS REGENERARIA PELA SUA CONSAGRAÇÃO. Nas “antiguidades gaulesas” de Fauchet, lemos que os Bispos de França adoptaram e usaram as cerimónias pagãs a fim de converter os pagãos ao cristianismo.

Isto se passou quando a Gália era ainda um país pagão. Os mesmos ritos e as mesmas cerimónias em uso hoje em dia na França cristã e noutras nações católicas, serão realizadas num espírito de gratidão e reconhecimento aos pagãos e os seus deuses?

Helena Petrovna Blavatsky

(continua)

Notas

[5] É erro dizer-se que só depois do século XVI João Evangelista se tornou o Santo Patrono da Franco-Maçonaria. Há sobre o facto um erro duplo. Entre João, o “Divino”, o “Vidente”, o autor do Apocalipse, e João, o Evangelista, representado hoje em companhia da Águia, há uma grande diferença. João Evangelista é uma criação de Irineu, tanto quanto 4o. Evangelho. Um e outro foram o resultado da disputa entre o Bispo de Lyon e os Gnósticos, e jamais poderemos saber quem foi o autor real do maior dos evangelhos. Mas, o que sabemos é que a águia é propriedade legal de João, o autor do Apocalipse, cuja origem remonta a séculos antes de Jesus Cristo, e foi reeditado somente antes de receber a hospitalidade canónica. Esse João, ou Johanes, era o patrono aceito por todos os gnósticos gregos e egípcios (que foram os primeiros construtores ou pedreiros do Templo de Salomão, como anteriormente o foram das pirâmides). A Águia, o seu atributo – o mais arcaico dos símbolos – era o AH, o pássaro de Zeus, consagrado ao Sol por todos os antigos povos. Os Cabalistas Iniciados, mesmo entre os judeus, adoptaram-na como símbolo do Sephira Tiphi-e-reth, o AETHER Espiritual ou ar, como diz M. Myers na Kabbalah. Entre os Druidas, a Águia foi o símbolo da Divindade Suprema e uma parte desse símbolo se ligava aos Querubins. Adoptado pelos gnósticos pré-cristãos, pode-se vê-lo aos pés do Tau do Egipto, antes de ter sido posto no grau Rosa Cruz aos pés da cruz cristã. Além do mais, o pássaro do Sol, a Águia, é essencialmente ligado a cada deus solar; é o símbolo de todo vidente que olha na luz astral e ali vê a sombra do passado, do presente e do futuro, tão facilmente quanto a águia contempla o Sol.

[6] Termo maçónico, um símbolo da arca de Noé e da Aliança, do templo de Salomão, do tabernáculo e do campo dos israelitas, todos construídos em “quadrados oblongos”. Mercúrio e Apolo eram representados por cubos e quadrados oblongos, e dá-se o mesmo na Kaaba, o grande templo de Meca.

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