Formação – A Abóbada Celeste

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Citadinos, cercados por horizontes edificados, dificilmente olhamos para o alto: esquecemos o firmamento! Ninguém mais tem ócio para contemplar. Olvidamos os mitos celestes de antanho, e o céu passou a texto e vivência da tecnologia. A abóbada celeste, palco outrora dos deuses e dos heróis míticos, nada mais tem a dizer ao homem urbano, pois esse cedeu o seu lugar aos especialistas. Vénus? Três Marias? Sirius? Poucos são aqueles que aprenderam a identificá-los, e sequer pensam em apontá-los aos filhos.

Hoje, conhecer os planetas e as constelações, os seus mitos e histórias, é tão útil, ou inútil, quanto saber o que significaram na História. Assim pensa a maioria, seja ela citadina ou maçónica, e poucos cultuam a celeste tradição de milénios…

Deploravelmente, isto levou a deformações na Abóbada Celeste escocesa. Em alguns templos, as modificações foram tantas que o “painel celeste” desapareceu! E, absurdamente, o substituíram por um simulacro do céu astronómico – pretensiosamente actualizado, enxameado de ene pontos luminosos distribuídos a esmo. Assim, embora artisticamente embelezado e provido de recursos técnicos, como se fora um planetário, ele nada aponta e nada acrescenta à busca do Iniciado, a não ser mostrar o seu faiscante mutismo.

Por outro lado, naquelas Lojas que conservaram os cânones celestes do Rito, a sóbria abóbada também está emudecendo – calada por falta de intérpretes!…

Na verdade, aquém e além do Pórtico, a cobertura celeste está dissociada da nossa vivência, seja ela maçónica ou profana.

Segundo Carl Sagan, em “Cosmos”, os homens são “filhos das estrelas”. Infelizmente, não vemos isto no dossel estrelado. Os Augustos Mistérios que lá estão, jazem no dizer ritualístico, letra- morta, pois não tentamos decifrá-los nem buscamos as suas mensagens na Abóbada Celeste!

Exagero? Talvez! Mas cultuamos o respeito à Tradição. E esta diz que o tecto estrelado das lojas escocesas é uma reminiscência do Antigo Egipto que cultuou sobremodo tal conhecimento, acolhido e normatizado no texto inicial do ritual. Daí o nosso inconformismo com mudanças e amnésias ao texto-padrão da cobertura estelar, uma tradição que nenhum Maçom – não importando os seus títulos ou posição hierárquica – pode mudar, alterar ou esquecer. Quando vemos isto acontecer, seja em reformas ou na construção de templos, ficamos em dúvida sobre o apodo cabível a tais iconoclastas: perjuros ou ignorantes! Pois, ou eles têm conhecimento do texto que regula o assunto, e colocam-se acima disso, ou o desconhecem, e, no caso, não estão à altura do cargo ou encargo que exercem nem dos conhecimentos que aparentam ter.

– Querem outra abóbada, céu ou tecto? É fácil: troquem de rito!…

Feita a inserção da nossa inconformidade – e veemente repúdio – com o descumprimento da norma que regula o tecto do Templo (páginas iniciais do Ritual de Aprendiz do REAA – praticado pelas Grandes Loja Brasileiras), retornemos ao tema em estudo para mostrá-lo a luz de outros enfoques, quiçá mais amenos.

Histórias egípcias contam que Osíris, para presidir o tribunal das almas, diariamente viajava do Oriente para Ocidente na sua “barca solar”, tripulada por fiéis vassalos – os glorificados (simbolizados nas estrelas pintadas no tecto da Câmara do Sarcófago Real). Por analogia, identificamos os “reais companheiros” de então com os exaltados de hoje, pois, seja há milénios ou nos dias actuais, neles e em nós, por extensão e herança, continua perene o espírito e o trabalho de guardiães da Tradição…

Neste trabalho, com o arcaico “proémio”, forma em desuso para introdução, buscamos realçar o nosso antagonismo às mudanças na abóbada, embora conheçamos outros enfoques, não tão tradicionais quanto o nosso, dentre eles os lavrados pelos renomados irmãos:

Hiran L. Zoccoli, autor da obra “A Abóbada Celeste na Maçonaria”, na qual diz que após examinar divergentes estampas do céu maçónico, confrontando-as com a diversidade dos tectos existentes, estudou os fundamentos da Astronomia, concluindo pela incompatibilidade da presença concomitante de tais aspectos na abóbada do templo maçónico. Daí apresentar e postular, calcadas em padrões da Astronomia, duas novas abóbadas: uma para as lojas do Hemisfério Norte, e outra para as do Sul. Nelas insere todas as constelações zodiacais e todos os planetas conhecidos do Sistema Solar, acrescentando na boreal a Estrela Polar e na austral a constelação do Cruzeiro do Sul.

Evidentemente, não concordamos com tal posicionamento. Os nossos fundamentos celestes colidem. Enxergamos a perenidade da Tradição nas “figuras” rejeitadas por Zocolli, enquanto ele, com os olhos da Ciência, buscou a mutabilidade temporal e espacial do firmamento. Donde, a nossa mútua exclusão de tectos…

José Castellani, em diversas das suas obras, e nas revistas “A Trolha” e “O Prumo”, diz ser suficiente para Simbologia Maçónica que somente o Sol, a Lua e as nuanças de cor Dia / Noite estejam na Abóbada Celeste, não sendo essencial a presença dos planetas e estrelas, acrescentando que no passado o tecto das lojas ostentavam a representação (pentáculos) das doze constelações zodiacais (Rev. “A Acácia” n° 29/1995).

Castellani, conceituado pesquisador, parece preferir um modelo mais antigo da Abóbada Celeste (similar à descrição feita por Prichard em 1730), mas que entendemos válido só noutros Ritos ou, talvez, no Escocês de Obediências não cingidas ao ritual de 1928 das Grandes Lojas.

E mais, Castellani, quando mostra o céu maçónico – que diz conter as constelações zodiacais – apresenta uma das “antigas estampas”. Mas comete aí um deslize! Aquela gravura, e outras similares, contêm asterismos austrais, boreais, equatorial e somente quatro zodiacais: Virgem, Touro, Leão e Escorpião! Constelações essas que foram os primeiros “marcos” da estrada solar dos deuses celestes, onde mais tarde se agregaram outros quatro e, finalmente, no século VI a.C., o duodenário círculo ficou completo. Portanto, é importante frisar, a Tradição não contempla o céu maçónico escocês com todo o zodíaco, mas sim e somente com a representação daquelas que a antiga Mesopotâmia formatou.

Concluindo, é gratificante constatar que Castellani assevera ser correcta a decoração celeste que siga um padrão (e descreve o nosso), dizendo-o sem estrelas a esmo e sem o Cruzeiro do Sul, que aponta como presente em Templos irregulares (Caderno de Estudos Maçónicos n° 2 – J. Castellani – pág. 65).

Todo prólogo busca cativar o leitor, predispondo-o em favor da obra que apresenta. Propositadamente, fizemos o contrário: ressaltamos a ignorância que paira sobre o tema em exame, a fim de motivar à acção de conhecer e de restaurar a nossa tradicional abóbada celeste. Nesta missão, lançamo-nos à condição de palestrante e de articulista. Agora, transcorrido um tempo razoável, constatamos que a palavra ecoou, mas com pouca eficácia na comunicação escrita; faltou um texto convincente para activar a imaginação escocesa, fazendo-a recordar os porquês da sua ancestral cobertura. Tal insight é um dos propósitos deste proémio, quiçá – a bem do Rito -, tenhamos êxito.

Até aqui, de diferentes modos, expressamos a ideia de um painel presente no tecto do templo, realmente é isso que lá está, um grande mural ou um enorme afresco. Como tal, não pode espelhar um momento específico ou único do firmamento, mas sim, e simultaneamente, diversos. No mínimo, tantos quantos são os astros presentes na simbólica e alegórica abóbada arquitectada por ignotos mestres e deixada à decifração da posteridade escocesa.

Ouvindo amortecidos ecos da linguagem perdida da Tradição – traduzimos: – meu sobrecéu – com os luzeiros do Dia e da Noite, nuvens, planetas e poucas estrelas -, cobre do Setentrião ao Vale dos Reis ao Meio-Dia, de Albion ao Ocaso ao mundo de Zoroastro no Nascente. Sob tal dossel vi nascer as duas primeiras lojas míticas: a Operativa e a Escocesa! A primeira em Jerusalém, no átrio do Templo em construção – a segunda na Escócia, na Montanha de Heredon em Kilwinning. Acompanhei a construção dos “Castelos de Mil Anos” no Antigo Egipto, o Pártenon grego, o Coliseu romano e os trabalhos de levantar Catedrais na Europa. Presenciei a recepção dos Aceitos, a Iniciação dos primeiros Especulativos e os magnos eventos maçónicos de 1717. Dou voz à Astreia, Osíris, Cronos, Oríon e a muitos outros… Meus asterismos, isoladamente ou no conjunto das suas constelações, evocam o trabalho feito em prol da Humanidade por todos os grandes avatares, filósofos e líderes do Bem, e também simbolizam o Direito, a Justiça, a Paz e a Fraternidade… Em síntese, com meus astros e nas suas recíprocas relações físicas e esotéricas, apresento o conhecimento das estruturas míticas, espirituais, históricas e culturais do mundo maçónico.

Duas afirmações da “fala do tecto” são basilares, portanto devem ser imediatamente elucidadas (as demais ficam para trabalhos subsidiários), são elas: a dos limites de cobertura e a do número restrito de estrelas. Para a melhor compreensão, vamos vê-las separadamente:

  • a primeira – quando declaramos que a loja tem a forma de um quadrilongo, repetimos o conceito medieval de que o mundo conhecido não ia muito além da bacia do Mediterrâneo (“o meio da terra”). Conhecimento que, embora bem mais amplo, ainda perdurava entre os Operativos (séc. XI), pois eles, e a maioria dos europeus de então, ainda entendiam a Terra como plana e centrada em Jerusalém. Os seus limites reflectiam-se sideralmente: ao Norte, a região da ignota e frígida Ursa Maior, ao Sul, as ensolaradas paragens do Egipto, com Fomalhaut tangenciando o horizonte, e, longitudinalmente, o curso do Sol, dos páramos dos Reis Magos aos abismos do ignoto Atlântico.
  • a segunda – do quartado céu das estrelas reais do Mundo Antigo (Mesopotâmia e adjacências), emergem as zodiacais Fomalhaut, Aldebaran, Régulus e Antares, quando, há mais de 4000 a.C., sinalizavam o início das estações. Saber celeste, e mágico, essencial aos ritos religiosos e às actividades agrícolas de então. Conhecimento que Hesíodo, contemporâneo de Homero, aponta como não casual em Os Trabalhos e Dias, mas sábia combinação, pois, na fase primitiva da agricultura, toda regra era uma observância religiosa e moral, cujas leis tinham uma base prática para fazer crescer as colheitas.

Os Antigos, já vimos, tinham somente quatro estrelas reais, no entanto, o texto escocês inclui, no noroeste do tecto, mais uma em tal conjunto, e a realça em vermelho – Arcturus, a mais brilhante estrela boreal. A motivação de tal “realeza” explanamos noutro trabalho, contudo, convém relembrar que tal asterismo pelo seu posicionamento, brilho e cor, tanto pode simbolizar o REAA quanto a primeira Grande Loja-Mãe do Mundo…

Também postas à reflexão escocesa, temos ainda as quinze estrelas “principais” agrupadas em três conjuntos (3+5+7), acrescidas de mais sete da Ursa Maior, totalizando 22. Curiosamente (?) tantos quantos são os cabalísticos “Caminhos da Árvore da Vida”…

Completando a totalidade das nossas poucas estrelas, sucintamente referenciadas, falta mencionar que, com a Spica, estão todos os Mistérios gregos, com o Sol (estrela de 5ª grandeza), todas as hierofonias, e – fechando o conjunto estelar – com a estrela de cinco pontas, Sírio, está a magna estrela do Egipto.

Concluído o exame, e totalizando-o, alcançamos o restrito número de trinta estrelas! Por que tão poucas? Não seria mais lógico, condizente com o Rito, se fossem 33 asterismos? Qual o significado dessa inconcludente série?

Existem algumas possíveis respostas, dentre elas, duas talvez correspondam à idéia-mater dos longínquos mestres da abóbada. Uma decorre das trinta dinastias egípcias, permitindo até acomodar a exclusão dos faraós não autóctones; a outra, apontando a presença de estrelas binárias em Sirius, Régulus e Antares (ocultas à visão desarmada), conclui: 30+3=33…

Zoroastro, no Avesta, assim expressa a abóbada: “há as estrelas, que são os bons pensamentos; as boas palavras são a Lua; e o Sol é as boas acções…” Nós, sem tal expressividade poética, vamos dar continuidade ao nosso périplo celeste, agora enfocando o Sistema Solar presente no nosso tecto. De chofre, uma descoberta: não é o do nosso tempo! É o do século XVII, o dos primeiros “aceitos”! Pois ainda não contempla Úrano, Neptuno e Plutão, mas já conhece anéis e satélites, através da luneta de Galileu, e os faz representar em Saturno e não em Júpiter, embora tenham sido descobertos 45 anos antes nesse do que naquele planeta. Paradoxo? Não! Somente mais uma prova de que a Abóbada escocesa é solidária à Tradição e não à Astronomia, pois em torno de Saturno – a jóia do céu – tais “adornos” têm conotações esotéricas, o que não ocorre com os de Júpiter, daí a presença de uns e a ausência de outros.

Além disto, tal conformidade se reafirma, e se faz inequívoca, com a exclusão de Marte (Ares) e a presença do seu antónimo, o anti-ares (Antares), pois, repelindo aquele astro e acolhendo este, enfaticamente expressa a sua repulsa ao simbolismo do ferro e de irrestrita adesão ao fundamental princípio de não-violência no Templo da Paz.

Diz um provérbio hebraico ensinar o antigo é mais difícil que ensinar coisas novas. Repelimos tal assertiva. Ela espelha e propaga a errónea ideia de que a Tradição seja algo estagnado, ultrapassado e sem liames com o presente. Neste trabalho, buscamos desmentir aquela máxima, reafirmar a perenidade da Tradição e tornar fácil a recepção das informações atinentes ao tema em pauta. Moveu-nos o propósito de mostrar que é possível o “reconhecimento” da Abóbada, da qual fizemos um inacabado esboço, onde alguns astros sequer foram mencionados, uns já publicados e outros em andamento, tais como:

  • o neófito – em Aldebaran, no Olho Rutilante do Touro;
  • a Torre de Babel, a Iniciação e a tríade egípcia – em Oríon;
  • o Caos, Zoroastro e o féretro de Osíris – na Ursa Maior;
  • Cronos e a Idade do Ouro – em Saturno;
  • a régua dos céus, Hiran de Tiro e Éracles – em Régulus;
  • o tabu do ferro – em Antares;
  • a estrela de cinco pontas – em Sirius;
  • os Mistérios gregos – na constelação da Virgem;
  • os utensílios do arquitecto, o labirinto e Dédalo – em Arcturus.

Estes títulos e outros abrem os trabalhos complementares em torno da Abóbada Celeste. Portanto, ainda temos muito a navegar nos caminhos da nossa jornada intelectual, que também será de auto- reconhecimento, através dos arquétipos evocados…

Finalizando, há uma indagação que já deveríamos ter elucidado quando buscamos conciliar a quantidade de estrelas com os graus do Rito, ou com a sequência dinástica egípcia, pois ali estava o contexto pertinente para mostrar por que só duas constelações são vistas na íntegra no nosso tecto. Ou seja, todas as constelações estão incompletas, com excepção da Ursa Maior e Taurus. Porquê?

Evidentemente, a resposta não cabe no espaço restrito do fecho deste prólogo. Porém devemos – tal como já fizemos em antecedentes passagens -, deixá-la, no mínimo, expressa de uma forma tal que permita o sumário entendimento do seu arrazoado, o que implica na compreensão, segundo a óptica dos Sarcófagos, de “elevação até o princípio” que entra, através do hieróglifo “SBA”=estrela=porta, na composição de palavras como educar, instruir, ensinamento…

A Astronomia, a Religião e a Antropologia concordam em situar na pré-história a formatação das duas primeiras constelações, a da Ursa Maior e a de Taurus. Também lhes atribuem a mesma motivação ao nome que ganharam – o das grandes feras que povoaram os terrores dos homens -, os quais então, para exorcismá-las, as cultuaram. Coube à Grande Ursa o primeiro destaque: o frio glacial, as grandes tempestades, a deificação do Mal e do Caos… Posteriormente, avançando para as primeiras manifestações da história mesopotâmica, quando o pavor já fora amainado em temor, surge em substituição a “astrolatria” o que alguns especialistas do Sagrado (Cirlot, dentre eles) denominam de “astrobiologia”, ou seja, a penetração recíproca da lei astronómica e da vida vegetal e animal. Tudo é, ao mesmo tempo, organismo e ordem exacta. A agricultura e a pecuária obrigam a reprodução regular de espécies nitidamente determinadas e o conhecimento do seu ritmo anual de crescimento que está em relação directa e constante com o calendário, quer dizer, com a posição de alguns astros. É o momento do grande Touro – o mítico reprodutor que brama na voz do trovão -, anunciar a Primavera e o “renascimento”…

Tais símbolos arquétipos, como diria C. G. Jung, ficaram impressos no inconsciente colectivo. Portanto, para simbolizar os primeiros passos no sentido da compreensão dos Augustos Mistérios, o Rito Escocês acolheu com destaque no conjunto de suas estrelas “principais” a representação integral da Ursa Maior e de Taurus. Esotericamente é um realce encobrir cânones – assim, o texto normativo ao expressar tais constelações de modo velado, as salienta: a primeira não é dita com quantos asterismos se compõe, e a segunda vem supressa da sua denominação estelar…

Concluindo, na nossa abóbada escondem-se os princípios morais, as leis naturais, os grandes contrastes e transformações que regem o transcurso da vida cósmica e humana. Há no seu contexto um pensamento orientado. um eco da Tradição esotérica que nos diz o Transcendente e o Imanente, enquanto nos passa o sentido dos Mitos Sagrados dos alvores da humanidade. Mas também nos reforça a convicção de que esse “vir e passar” vai além: perpassa!… Alcança no centro do tecto, na incompleta representação de Oríon, a actual e ainda parcial consecução da religiosidade mosaico-judaico-cristã. Por fim, aponta o futuro, um ponto: Fomalhaut, referência astronáutica, estrela alfa da Constelação do Peixe Austral que, no mítico passado, pertencia ao signo de Aquário… Enfim, Portais e Ciclos que um dia nos conduzirão à Fraternidade Universal!

Uma oração do Avesta diz: Anuncie, Zoroastro, que aqueles que amam as coisas do céu obterão uma excelente recompensa. E nós complementamos: desde que os “inventivos” não modifiquem o texto e o contexto da Abóbada Celeste!

Autor desconhecido

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One thought on “Formação – A Abóbada Celeste

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    Muito importante.
    Para mim,foi só mais uma aula,das milhentas que me faltam.
    Obrigado

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