Do modo …
Se o tempo é indispensável, o modo é variável. Cada um é como é. Cada um chega com vivências próprias […]
Já falei do tempo e do modo como se faz um maçon. É agora altura de falar do lugar. Parecerá
O novo Companheiro não necessita de se integrar no grupo. Essa tarefa já deverá estar assegurada e concluída. Mas deve
Por muito que se precise que o trabalho de um maçon é essencialmente individual, não podemos esquecer que o que
A Passagem a Companheiro é um anti-clímax. Depois de uma cerimónia de Iniciação que o marcou, depois de um período
O trabalho do Companheiro é, simultaneamente, a continuação do trabalho do Aprendiz e a realização de uma tarefa diferente. O
O Companheiro continua ainda sujeito à regra do silêncio. Não intervém em Loja, salvo quando é dispensado do dever de
Ao contrário do que sucede com o ritual de Aprendiz do Rito Escocês Antigo e Aceite, o ritual de Companheiro
Chama-se Passagem à Cerimónia pela qual o Aprendiz adquire o estatuto de Companheiro, conferindo-se-lhe o segundo grau da Arte Real.
O processo de tomada de decisão em Loja não tem necessariamente os mesmos trâmites e parâmetros da vida de relação
A pergunta sobre as razões porque os maçons vão à Loja, gastando tempo que, não fora essa utilização, dedicariam à
Talvez a pergunta que mais vezes não maçons fazem a maçons seja: “afinal o que é que os maçons fazem
Na minha opinião, o traço distintivo da Maçonaria, o que lhe confere uma identidade única enquanto fraternidade, é a forma
As Respeitáveis Lojas são a célula donde brota a vida maçónica. Não há em Maçonaria estrutura mais determinante, mais padronizadora
Existe um código de vestuário que define como os maçons se devem apresentar em Loja, como devem ir vestidos. Esse