É inerente ao homem a necessidade de interagir com indivíduos que comungam pensamentos semelhantes. A religião e a cultura de cada povo, por exemplo, tanto são criações como são sistemas reproduzidos que agem na interacção entre determinado grupo de indivíduos de uma sociedade.
Ao longo da história, o surgimento de fraternidades, ou como alguns preferem chamar, sociedades secretas, trouxeram o carácter formador de identidade pessoal para certos indivíduos. Seja para a prática de filantropia, de partidarismo político ou com intenção religiosa, as sociedades fechadas desenvolvem uma comunicação própria.
Nesta análise são apresentadas as formas comunicativas que permitem a integração no mundo todo dos membros da maçonaria e o repassar de conhecimento aos seus iniciados. Analisa-se também como acontece a comunicação maçónica por meio da simbologia e como a filosofia da Ordem, exposta por estes símbolos, interfere na formação de uma nova identidade aos seus iniciados. Para isto, discute-se o conceito de habitus, que, de acordo com a definição de Bourdieu, “é este principio gerador e unificador que retraduz (Publicado em freemason.pt) as características intrínsecas e relacionais de uma posição e um estilo de vida unívoco, isto é, num conjunto unívoco de escolhas de pessoas, de bens, de práticas” (2008, p. 21). Aplica-se o conceito de habitus à realidade maçónica, na qual o iniciado deve seguir os preceitos e exercer as práticas da Ordem.
Sois Maçom?
A maçonaria surgiu na Idade Média com a intenção de preservar os segredos das técnicas que os pedreiros utilizavam para as construções de catedrais. Para isto, foi desenvolvida uma comunicação secreta, restrita aos iniciados. Esta fase da maçonaria é conhecida hoje como operativa. No século XVIII, a maçonaria passou a ser o que hoje chamamos especulativa ou moderna, tornou-se uma fraternidade que adoptou os instrumentos de trabalho dos construtores medievais como signos, atribuindo-lhes novos significados de acordo com uma nova filosofia.
A interpretação destes signos é fundamental para a compreensão dos ensinamentos da Ordem, pelos seus iniciados.
A maçonaria é dita universal, pois não há restrições de religião, posição política, raça, ou qualquer outra característica cultural. No site do Grande Oriente do Brasil encontramos informações sobre as condições individuais necessárias para fazer parte da maçonaria:
Quais as condições individuais indispensáveis para poder pertencer a Maçonaria?
Crer na existência de um princípio Criador; ser homem livre e de bons costumes; ser consciente dos seus deveres para com a Pátria, os seus semelhantes e consigo mesmo; ter uma profissão ou ofício lícito e honrado que lhe permita prover as suas necessidades pessoais e da sua família e a sustentação das obras da Instituição (GRANDE ORIENTE DO BRASIL, 2011)
Estas são as características essenciais, mas, para se tornar Maçom, é necessário ser convidado por um integrante do grupo. Todos os integrantes da Ordem são considerados irmãos. Esta comunidade mundial comunica por meio dos mesmos signos secretos – os sinais, toques e palavras – que proporcionam o reconhecimento dos seus integrantes entre si. De acordo com a semiótica de Charles Sanders Peirce, Santaella (2002) define signo:
Em uma definição mais detalhada, o signo é qualquer coisa de qualquer espécie (…) que representa uma outra coisa, chamada de objecto do signo, e que produz um efeito interpretativo numa mente real ou potencial, efeito este que é chamado de interpretante do signo – (SANTAELLA, 2002, p. 8).
Os sinais, toques e palavras (que são secretos porque restringem-se aos iniciados na maçonaria) podem ser considerados signos, haja vista que produzem o significado de reconhecimento entre os maçons.
A comunicação no repassar dos ensinamentos
Além do uso dos signos a comunicação também se faz necessária na assimilação da filosofia maçónica, por isso, os templos onde os maçons se reúnem são arquitectados e ornamentados com signos que representam os ideais e a doutrina da Ordem. O aprofundamento na Arte Real [1] acontece juntamente com a interpretação dos significados.
Como já foi dito, a maçonaria busca repassar novos ensinamentos, utilizando elementos que caracterizavam a sua fase operativa (instrumentos de trabalhos dos pedreiros, como as ferramentas e os aventais), adaptando-os de forma análoga aos preceitos da maçonaria especulativa.
Assim é o caso do principal signo maçónico, que consiste na conjunção de dois instrumentos de trabalho utilizados pelos pedreiros: o esquadro e o compasso. O primeiro representa a rectidão de carácter do Maçom e o segundo a medida da justiça e a espiritualidade. Segundo Da Camino (2006, p. 110),
“a combinação do compasso com o esquadro simboliza não só na maçonaria, mas em qualquer instituição análoga ou religiosa, iniciática ou mística, o equilíbrio e a vida correcta, a medida de um homem justo e o símbolo do próprio Deus”.
De acordo com Santaella (2002), os símbolos são signos convencionados socialmente e agem (representam) por determinada condição convencional. Já como Carl Gustav Jung acreditava, os símbolos representam a possibilidade de uma acção mediadora. Nesse caso, a simbologia da maçonaria, portanto, funcionaria para representar a sua filosofia e para repassar o conhecimento aos aprendizes. A formação dos símbolos maçónicos utiliza-se destes signos, apresentando características de entendimento universal que unidas aos ensinamentos da Ordem podem ser melhor compreendidos.
De acordo com o conceito de Jung, arquétipos são símbolos de compreensão universal através do inconsciente colectivo ou a forma modeladora primordial. Usando este conceito, podemos observar que a utilização dos arquétipos na simbologia maçónica é mais um elemento que facilita a comunicação da doutrina através dos símbolos, bem como age na universalidade dos significados.
Ritos e Graus
De acordo com o grau maçónico existem os respectivos símbolos a serem interpretados pelo Maçom. A maçonaria possui três graus chamados simbólicos: Aprendiz (que é o grau iniciático), Companheiro e Mestre. Cada grau possui simbologia própria e os seus respectivos sinais, toques e palavras.
Existem também os graus filosóficos que variam de acordo com o rito.
A maçonaria possui diversos ritos, cada um com os seus próprios rituais que expressam diferentes formas de comunicar o conhecimento.
Rito em Maçonaria é o conjunto de regras e preceitos com os quais se praticam as cerimónias, comunicam-se os sinais, toques e palavra e todas as instruções secretas necessárias ao bom desempenho dos trabalhos. É a literatura maçónica (DA CAMINO, 2006. p.338).
Os ritos estão presentes em todas as sociedades e caracterizam-se por acções simbólicas formalizadas com linguagens repletas de código, os rituais. Estes acontecem, muitas (Publicado em freemason.pt) vezes, de forma dramatizada, no sentido de representação, com intenção de ser o mais convincente possível para quem os pratica.
A iniciação do aprendiz é um ritual que permite ao iniciante o primeiro contacto com a “nova vida”, ou seja, é o principal passo para a criação de uma nova identidade do iniciado de acordo com os preceitos da fraternidade. O ritual de iniciação é sintetizado pelas palavras de M. L. Garibaldi:
Trata-se de uma sessão magna, para a admissão de novos membros. A iniciação maçónica simboliza, em primeiro lugar, a ressurreição. É a morte para o mundo material, e o consequente ressurgimento no mundo maçónico. A liberação cármica no plano espiritual pela assimilação dos mistérios da iniciação. Todas as Instituições recebem os seus Neófitos por uma cerimónia, com maior ou menor grau de simbolismo. Entende-se ainda que o processo de iniciação na maçonaria seja contínuo permanecendo o Membro sempre em evolução dentro da Loja. Assim, a Sessão Magna de iniciação é tão somente, a aceitação de um novo membro na ordem, transformando na síntese de todo o seu caminho no seio da Ordem – (GARIBALDI, 2007, p. 29).
Durante a cerimónia, o candidato é conduzido a conhecer os valores da comunidade maçónica. Como no ritual de iniciação, o profano [2] permanece de olhos vendados, a comunicação que repassa os conhecimentos acontece de forma oral, por uma comunicação normativa, no sentido de partilha (WOLTON, 2004).
Considerando que simboliza o renascimento do aprendiz, o ritual pode ser considerado a preparação do mesmo para a nova vida, uma espécie de educação, ou reeducação do indivíduo nos moldes da nova perspectiva de vida.
Falando sobre educação como comunicação normativa, Wolton (2004. p. 12) diz: “O objectivo da educação e, depois, da socialização é fornecer a cada indivíduo as regras necessárias para entrar em contacto com o outro”. Numa adaptação ao contexto do tema deste trabalho, é possível observar que o objectivo do ritual de iniciação e, depois, da socialização do aprendiz é apresentar a cada indivíduo as regras necessárias para entrar em contacto, de facto, com a ordem.
Em um trecho do texto final do ritual de iniciação do Rito Escocês Antigo e Aceite [3], retirado do livro de Garibaldi (2007), podemos ler sobre as novas obrigações que o comprometimento com a maçonaria traz:
Sois, agora, Maçom. Voltando ao mundo profano, esclarecido pelos deveres de Aprendiz. Fazei dos conselhos que recebestes, a pedra de toque e de amor para vossos semelhantes; amassai com coragem e perseverança, o cimento místico [4] que servirá para edificar o Templo do G∴ A∴ D∴ U∴ [5]
Conheceis agora o Templo simbólico e sabeis perfeitamente que ele não se constrói com pedras e madeiras, porém, com Virtude, Sabedoria, Força, Prudência, Glória e Beleza, enfim, com todos os elementos morais que devem ser ornamentos dos maçons. – (GARIBALDI, 2007, p. 75)
Assim, o aprendiz é educado de acordo com os ensinamentos do grupo, incorporando os preceitos maçónicos e o habitus da fraternidade. Estes ensinamentos são constantemente passados ao Maçom. Assim como o Templo, os paramentos e os trajes utilizados nas cerimónias são uma forma de comunicação. Sobre paramentos, segundo Da Camino (2006, p.304),
“no ano de 1782 foram estabelecidos, na Maçonaria Inglesa, os símbolos máximos que deveriam ser colocados sobre o Altar e que passaram a denominar-se Paramentos: o Livro Sagrado (Bíblia), o Esquadro e o Compasso (…)”.
Vale ressaltar que o Livro Sagrado varia de acordo com a religião predominante dos integrantes da Loja [6]. No Brasil é a Bíblia, mas em outros países pode ser também o Torá, o Alcorão, entre outros. Este livro posto no altar representa o Código Sagrado e Moral que deve ser seguido. Isto mostra, portanto, um dos motivos pelo qual a Maçonaria pode ser praticada no mundo todo, a sua filosofia comunica a qualquer homem, pois não confronta com nenhum tipo de religião.
Já em relação aos trajes utilizados, vejamos o que Da Camino (2006, p. 390) diz:
“Denomina-se assim a vestimenta do Maçom em Loja. Nas sessões comuns, o Traje maçónico compõe-se de camisa e gravata brancas, casaco e calça escuros, meias e sapatos pretos e luvas brancas (…)”.
Esta uniformidade na vestimenta é importante para que os maçons não vejam distinção entre eles, pois todos são considerados irmãos e, por esse motivo, iguais. A cor preta, por ser a ausência de cor, representa a neutralidade das vestes, para que nenhum Maçom em Loja se destaque de outro.
A incorporação do habitus maçónico
A maçonaria, como todo agrupamento organizado, possui as suas próprias leis. Cada Potência Maçónica [7] deve ter a sua constituição. Mas existem na maçonaria os Landmarks [8], espécie de constituição em que se encontram os princípios fundamentais da Ordem, e as Constituições de Anderson, na qual as demais constituições são, em geral, baseadas.
Segundo Da Camino (2006, p. 42):
“As constituições de Anderson vigem até a presente data; quando uma questão entre maçons ou entre Lojas não encontra apoio nos Regulamentos (Publicado em freemason.pt) ou na Constituição em uso, recorre-se a este documento histórico que é transcrito periodicamente e forma parte do conjunto da Legislação maçónica”.
Estas leis podem ser consideradas como princípio modelador para que se preservem as características básicas da maçonaria mesmo com as leis de cada potência.
Um tipo de regra tradicional em que se baseiam as futuras normas que podem ser estabelecidas dentro da liberdade que cada Loja tem de adaptação. Isto permite olhar a maçonaria como instituição, na qual particularidades são regidas por uma priori.
Esta liberdade dentro da filosofia que rege a postura da Fraternidade é, sem dúvida, a forma balizadora de se obter uma comunidade mundial que, por este carácter universal, sofre modificações na sua forma de apropriação e também de adaptação ao tempo/contexto, mas também, é a essência da organização e manutenção dos preceitos primordiais que a maçonaria possui e conserva.
Durante muitos anos, a maçonaria exerceu uma significativa participação na história mundial. Lutando sob o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, a Ordem teve grande influência em decisões políticas no Brasil e no Mundo. Nos dias actuais a maçonaria preserva os seus ensinamentos e a influência destes contribui agora para a formação social do carácter dos indivíduos que são iniciados na sua filosofia.
O espaço social maçónico, nesta Era do Conhecimento em que se vive, caracteriza-se por obediências que tecem sociabilidade em bases e identidades específicas. Diferentemente dos séculos anteriores, a Ordem Maçónica tem administrado o seu espaço social, mediante o protagonismo dos seus actores, as suas regras “interna corporis”, os seus preceitos e os seus conflitos domésticos, de forma bem autónoma, a despeito dos embates do passado com a política de governos despóticos e a religião “detentora do monopólio” do sagrado. (GRANDE ORIENTE DO BRASIL, 2011)
A maçonaria como uma instituição de leis próprias de funcionamento e transformação é formadora de um habitus. Por todo o mundo existem diversas “maçonarias” que apresentam características referentes tanto às especificidades locais como às transformações e adaptações na forma de apresentação da doutrina. No entanto, isto não provoca mudança na essência da filosofia maçónica, nem nas suas práticas e na forma como os maçons se comunicam. Esta unidade essencial que percebemos, pode ser considerada o habitus da maçonaria, pois, nos termos de Bourdieu (2008), “uma das funções de habitus é a de dar conta da unidade de estilo que vincula as práticas e os bens de um agente singular ou de uma classe de agentes”.
Existe a identidade da maçonaria como instituição, mas também a influência da Fraternidade se faz na incorporação do habitus na identidade do Maçom como indivíduo. O habitus maçónico pode ser explicado pela citação de Bourdieu apud Ortiz (1983): “estruturas estruturadas a funcionarem como estruturas estruturantes, isto é, como princípio que gera e estrutura as práticas e as representações que podem ser objectivamente regulamentadas e reguladas sem que por isso sejam o produto de obediência de regras, objectivamente adaptadas a um fim, sem que se tenha a necessidade da projecção consciente deste fim” (BOURDIEU apud ORTIZ, 1983, p. 15).
A partir de Bourdieu, pode-se dizer que as características adquiridas ao longo da história que formam a identidade maçónica (no sentido de grupo) são estruturas estruturadas que servem de estruturantes para a construção ou reconsideração da identidade individual dos seus integrantes. A comunicação estabelecida nos ensinamentos é fundamental para que haja a incorporação do habitus maçónico aos iniciados.
É preciso que o iniciado assimile que o Maçom de hoje não edifica mais templos materiais, mas constrói em si um novo homem por meio dos valores que são adquiridos na doutrina maçónica. Busca não mais a perfeição das técnicas de obras, mas o aperfeiçoamento moral e espiritual. Por isso, diz-se do aprendiz ser a pedra bruta que precisa ser lapidada, pois com a inserção do compromisso maçónico na sua conduta, há uma constante busca pelo melhoramento de si mesmo, como uma pedra a ser polida, para torná-lo apto a participar de uma construção maior, externa ao ser, o universo.
A concepção do homem como uma pedra representa a participação do indivíduo numa construção maior. Pode-se encarar também esta construção como a própria sociedade em que o Maçom convive. A maçonaria, como tantas outras instituições, é formadora de um modo de participar e se comunicar (no sentido de interacção) com a sociedade.
A concepção do Maçom como uma pedra integrante (no sentido de complemento) da construção de um templo (a maçonaria), provoca neste o sentimento de identificação de ideias e ideais com os demais maçons.
Portanto, a busca pelo melhoramento de si mesmo tem um significado maior, o aperfeiçoamento da humanidade. Logo, os laços de irmandade maçónica que intentam a prática da bondade entre os maçons, podem ser vistos também como geradores do sentimento de igualdade e fraternidade no restante da sociedade. Assim, estas práticas podem ser encaradas também em proporções universais, em que a maçonaria é construída para integrar a sociedade humana e esta para integrar um universo.
Considerações finais
Este trabalho pretendeu mostrar a importância da comunicação na maçonaria para a assimilação dos preceitos da Ordem e para a construção do habitus dos integrantes dessa Ordem secular, que preserva a sua filosofia e a sua comunicação interna secreta até os dias actuais.
Em qualquer sistema cultural estabelecem-se processos comunicativos para a afirmação dos seus participantes, e na maçonaria não é diferente.
O habitus maçónico é principio que estrutura a Ordem e a sua incorporação por parte dos iniciados só acontece pelo estabelecimento de práticas comunicativas. É por meio (Publicado em freemason.pt) da comunicação normativa dos rituais e por meio da interpretação dos signos que cercam o ambiente maçónico, que pode ser assimilado o habitus e todas as características que constituem um Maçom.
A comunicação secreta dos sinais, toques e palavras, que permite o reconhecimento dos maçons entre si, também é fundamental para a preservação e manutenção da maçonaria como uma fraternidade restrita aos seus iniciados.
A interacção e o compartilhamento das mesmas ideias devem ser observados como partes essenciais para existência de qualquer agrupamento social e a comunicação que se faz nesses processos é a garantia da manutenção e permanência dessas sociedades.
Brunella Lago Velloso
Notas
[1] Como também é conhecida a Maçonaria.
[2] Como é chamado quem não é Maçom.
[3] Rito maçónico mais praticado em todo o mundo. Existe mais de 100 ritos pelo mundo, mas no Brasil, segundo Da Camino (2006), os mais praticados são: Escocês Antigo e Aceito, Moderno ou Francês, Adonhiramita, York, Schroeder, Adopção e Brasileiro.
[4] Cimento místico: simboliza a união entre todos os maçons.
[5] Abreviação de Grande Arquitecto Do Universo, como os maçons chamam Deus.
[6] Segundo Da Camino (2006, p. 251): “Maçonicamente, Loja é o agrupamento de maçons em trabalho. Não existe, propriamente, uma construção, um edifício denominado Loja; a Loja surge dentro de um Templo”.
[7] De Acordo com Da Camino (2006, p. 316): “a Maçonaria Universal possui múltiplos Ritos e governos (…) No Brasil já existem vários agrupamentos, alguns reconhecidos pelas Potências internacionais, outros não. A estes últimos chamamos Maçonaria Irregular ou Espúria. No Brasil são reconhecidas como regulares apenas duas Potências: o Grande Oriente do Brasil, que é o mais antigo e a Grandes Lojas Simbólicas”.
[8] O termo em inglês significa marco, ponto de referência.
Bibliografia
- BOURDIEU, Pierre. In: ORTIZ, Renato (Org.). Pierre Bourdieu: sociologia. São Paulo: Ática, 1983. Colecção Grandes Cientistas Sociais.
- BOURDIEU, Pierre. Razões Práticas sobre a teoria da razão. Campinas-SP: Papirus. 2008.
- DA CAMINO, Rizzardo. Dicionário Maçónico. São Paulo: Madras, 2006.
- GARIBALDI, M. L. Dossiê da Maçonaria. São Paulo: Universo dos Livros, 2007.
- WOLTON, Dominique. Pensar a Comunicação. Brasília: UNB, 2004.
- GRANDE ORIENTE DO BRASIL. Maçonaria no mundo. Disponível em: http://www.gob.org.br/gob/index.php?option=com_content&view=article&id=273&Itemid=268
- GRANDE ORIENTE DO BRASIL. O que é Maçonaria? Disponível em: http://www.gob.org.br/gob/index.php?option=com_content&view=article&id=51&Itemid=65

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