Ensino à Distância. Uma solução?

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educação à distância

Desde o momento que decidi lançar o projecto “Freemason.pt”, houve uma página Maçónica que sempre considerei como um exemplo a seguir. Trata-se da Bibiot3ca Fernando Pessoa, superiormente dirigida pelo MQI José Filardo, a quem só posso estar grato. Muito do se faz no Freemason.pt é inspirado na sua página.

O nosso Irmão José Filardo disponibilizou hoje um artigo sobre Educação à Distância, que não resisto a republicar imediatamente. Esta é uma ferramenta que seguramente pode ser útil para a formação dos Maçons e contribuir para o futuro da Maçonaria.

Ensino à Distância. Uma solução?

O mundo mudou, a educação mudou. Estou falando da transmissão de conhecimento, porque educação é dada pelos pais, pela família.

Recursos escassos são disputados por diferentes sectores governamentais, nem sempre bem-intencionados ou viciados pela acção dos lobbies desonestos ou simplesmente por opção ideológica dos governantes.

Além disso, há que se considerar o desenvolvimento tecnológico e as mudanças provocadas pela pandemia de Covid em toda a sociedade.

Por esse motivo, a discussão sobre EAD, ou Ensino à Distância passa a ter uma importância ampliada entre os diferentes actores da sociedade, entre eles os maçons.

Por isso estamos repassando aos nossos leitores, um livro extremamente importante que foi premiado em sua categoria e que nos proporciona uma visão completa do assunto.

Agradecemos ao Ir. Helio Dias, Professor Associados do IF/USP e Presidente do IVEPESP a colocação do trabalho à nossa disposição.

J. Filardo – Bibliotecário

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4 thoughts on “Ensino à Distância. Uma solução?”

  1. Rosemiro de Oliveira Rosa

    No meu caso, ao perceber a oportunidade de encontrar um meio de estudos, me engajei em busca do conhecimento. hoje estou prestes a me formar junto a minha esposa. ambos em Ciências Contábeis.
    por isso o EAD foi nosso horizonte de eventos, onde ao me introduzir na filosofia percebi realidades distintas, mas conectadas por fios de existências. Com isso, na atualidade, a tecnologia trouxe esperança de conexão compartilhante e quase que palpável. O conhecimento mais ao alcance para todos. como o companheiro acima citou; infelizmente nem todos tem interesse. e completo com a falta de interesse na autoconstrução ou o bom desenvolvimento social.

  2. Willian Gonçalves de Castro

    Realmente, o EAD é uma realidade que ampara tudo o não esotérico, mas o ead é praticado em outras modalidades há milhares de anos. O compartilhamento do conhecimento vem séculos após séculos através de registros literários. Sim, os livros sempre foram o repasse do conhecimento, a publicação de um pensamento, um registro histórico,… Não vejo necessidade de adaptação no modelo que a maçonaria pratica em detrimento ao anseio de uma nova geração mesmo porque, alguns de nossos conhecimentos devem ser repassados em locais que são devidamente sagrados, onde devemos estar preparados e revestidos como tal para que o objetivo ou o benefício lhe seja conferido. Não existe sessão maçônica virtual, como não existe incenso virtual, como não existe a entrega do corpo de cristo virtual, como um batismo sem água física,… Querer mudar ou adaptar a tradição a uma condição de aceitação humana é não respeitar os valores não humanos.

  3. WALTER ROQUE TEIXEIRA

    E mais, prezado Irmão Sass, é possível usar estas ferramentas diretamente na educação maçônica diretamente em Loja ou mesmo, usando recurso e EAD.
    É necessário mudar a concepção de ensino na Maçonaria e, para tanto, é fundamental aproveitar estas metodologias atuais, especialmente as chamadas metodologias ativas; a passividade é maiormente o que predomina nas lojas.
    A Maçonaria é composta de adultos que trazem consigo, ao serem Iniciados, formações, desejos, experiências, visões, profissões, ilusões, desilusões, frustrações e aspirações diversas. É um mosaico!
    Desta forma, é pouco provável que a utilização de métodos pedagógicos tradicionais possa motivá-los.
    Temos que pensar em educar adultos (Andragogia) e isto é totalmente distinto de educar crianças e jovens Pedagogia). Necessitamos concentrarmo-nos na parte inferior da pirâmide de Glasser (conversar, debater, praticar e ensinar).
    Espero que a contribuição do Irmão Filardo e a divulgação feita pelo Irmão António, possa despertar nos responsáveis pela educação, uma revisão da forma de ensinar maçonaria na lojas, no lugar de apenas preconceituar um possível desinteresse de seus obreiros, nossos irmãos, pelo estudo; no que conheço do “como se faz”, só heróis para despertar em si esta chama do interesse.

  4. Roxelle Lamour de Oliveira Sass

    Mas que post mais legal, esse.
    Se sintonizar com a educação a distância é um fato, hoje.
    A realidade da eficácia dessa modalidade de ensino, está mais óbvia do que nunca.
    Não é nova, entretanto.
    Eu não lembro onde eu li, mas já haviam cursos a distância em jornais do Brasil, por volta de 1905, aproximadamente.
    Hoje, eu curso o quarto ano de engenharia da computação, pela Univesp.br, a primeira universidade pública virtual, do Estado de São Paulo.
    É inegável a velocidade da transmissão do conhecimento.
    Por isso lado, é triste o fato de haverem pessoas que não tem interesse em estudar, mesmo na comodidade de sua casa, mesmo o curso sendo de graça.
    Talvez isso faça a diferença entre uma pessoa Maçom e uma não-maçom.
    Grata pelo debate, e pelo livro. TFA

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