Na presença do belo, a alma vê-se impelida a gerar por si mesma alguma coisa de belo. Ao contemplar o belo, o Eros desperta na alma uma força geradora. É por isso que se fala a seu propósito de “engendrar no belo” (tokos en kalo)
(Han,2016, p. 96).
A sensibilidade ao símbolo
Enquadramento: o processo de des-simbolização
A sociedade digital atual segue um modelo de performance (Han, 2020, p.21) que tem de ser explicado para que se compreenda a sua dimensão ontológica, interpessoal e a modelação do mundo que opera (Miranda,2019,p.104).
São traçadas as ideias mestras do que é o Ser Humano. Na mesma medida, emerge um ideal de humanidade e da relação que deve existir entre as pessoas, que faz parte de uma comunidade de “humanos” e, como consequência deste modelo, é criada uma norma moral, que evita que os “humanos” deixem de ser “humanos” (Ferraris,2019); (Han,2016,p.37).
Nada escapa a um universo de exibição do “si”, que funciona com base em princípios a priori acerca do que deve ser a Pessoa, a Humanidade e o Mundo. Mesmo no campo mais tecnológico, que se ocupa dos aparelhos, que tendem para a possibilidade de uma “comunicação” digital, inevitavelmente, harmonizada, homogeneizada e normativada através, seja das linguagens, dos suportes, ou das representações e das modas.
A estética plana que uniformiza a identidade e as comunicações interpessoais, em favor de uma transparência de princípios, aparece com a mesma força no momento de tornar os utensílios objetos de fruição.
Para que nada ofereça resistência, ou até se ponha na polaridade de uma distância intransponível, tudo é pensado com o polimento e a apropriação necessária de uma ergonomia pensada de forma egocêntrica.
Telemóvel, canetas, roupa, lápis e até a aparência do corpo seguem uma regra de simplificação, supostamente facilitando a comunicação ao abolir o mistério do Outro. Gosto, doce e táctil, são as gramáticas de um mundo, que está funcionalizado pelo sujeito. Nada oferece a sua verdadeira presença, para que o Homem se veja a braços com o mundo.
Há uma lógica do querer, da vontade, que submete todos os fenómenos a uma imagem criada pelo homem, para o servir. Nada recompõe em tempos atuais a verdadeira aparição fenoménica, de que falaram os clássicos.
O sentido das coisas, a resistência à reflexão que se impõe para que exista conhecimento, passa a fazer uma vénia ao império do tátil e do dúctil; tudo assume o sentido secular de uma “enformação” que foi criada pelo sujeito.
Não existe possibilidade alguma de encontro, porque todo o contacto é vazio de sentido no momento em que a forma segue as regras de um império que segue as regras do acontecimento fenoménico.
Cada homem encontra-se consigo mesmo, porque a soteriologia foi ditada pela performance, que prometia o encontro fácil do homem consigo, com os outros e com o mundo. Não há acontecimento ontológico ou comunicacional, tudo é extensão de uma vontade e contágio das leis ontológicas, interativas e relacionais (Han,2016, p.13).
Chegou a era do polimento, a estética do polido, a era acelerada do vazio e da informação, que nada tem que ver com comunicação. A este respeito, é gigante a distância, que a polaridade belo/polido assumem.
A fenomenalidade nada tem que ver com construções; é o étimo grego, kalos, que separa a aproximação, mas sobretudo, é a dimensão epistemológica que faz a separação das águas.
Toda a estrutura do polimento obedece a uma regra, que foi criada com o intuito de servir, acabando por aprisionar o criador da informação na sua dinâmica. A beleza é da ordem do espanto, da suspensão, portanto, envolve uma outra atitude, que denota o acontecimento ontológico, que resulta da comunicação (Han, 2016, p.83).
Contornar este imperativo, envolve meditar acerca da densidade que habita o outro, que está diante de mim. Há uma outra atitude, que não pode ser funcional, mas soteriológica e espiritual. Seja sob a égide do aparecimento da comunicação, da renovação dos rituais ou até da salvação do belo, é preciso que a epistemologia seja diferenciada e de cariz ontológico-ético.
Urge o verdadeiro encontro do belo, fazendo uso das armas que temos. Com efeito, não se pode fazer esperar a prova neuronal e perceptiva de que somos sujeitos de relação e de tensão construtiva, nem as virtualidades do símbolo. Afinal, “o simbólico é a estratégia para reduzir a contingência, para conjugar as partes num todo e «recompô- las» (…) O símbolo tem a força de conferir um sentido compartilhado à realidade e de meter o mundo em ordem” (Miranda,2019, p.105).
A base genética: a lição freudiana
Provar a nossa ligação estreita às imagens e o contágio de que fomos vítimas, costuma ser algo anexado à figura dos padrões arquétipos de Jung, teorizados no seu livro sobre o inconsciente coletivo. Contudo, neste diagnóstico, não justificamos a tendência para a relação, nem muito menos a base simbólica, que nos habita desde sempre.
Recuar de Jung para Freud, tem vantagens no que diz respeito à tensão para a relação e ao adorno, que estrutura a tensão em termos simbólicos. Especialmente na atenção demorada à separação primordial e ao sentimento oceânico, por isso, temos de revisitar os textos do autor para afirmar a prova neuronal de que somos relação com um Outro (Mellhor, 2004, p.9).
Nos primeiros momentos de gestão, existe uma proximidade indiscutível entre o bebé e a mãe. Logo que se dá o nascimento, a união passa a conhecer outros contornos: separação irreparável. Surge um sentimento de nostalgia, em relação à situação à qual o bebé estava habituado e o sentimento de plenitude – oceânico – dá lugar a uma angústia, porque não consegue voltar ao aconchego inicial.
Face ao destino, não é possível reparar o desenlace, que o nascimento provocou. Só restam as emoções, as angústias e as pulsões para que a situação se recomponha, ou seja, uma pulsão narcisista para que a união volte a acontecer.
Fadário ou interminável angústia, há que reter a lição freudiana: somos constitutivamente união, mesmo no caso onde só a pulsão nevrótica nos habita. Não é verdade que todo o tipo de relação e de comunicação seja o resultado de uma convenção, como pode ser lido nos imperativos de uma sociedade digital ou até no diagnóstico de uma transparência da sociedade, promovida a todo o transe.
De um ponto de vista neuronal e pulsional, existe uma tendência para o encontro, que não conhece o paliativo de um encontro consigo, como promete de forma esquiva a sociedade digital. Existe um grito para que o aconchego materno volte a ter lugar, existe uma luta pelo diálogo e pela comunicação, que não suporta avatares da comunicação.
É preciso que a perceção faça jus ao momento de encontro, que dita todo o tipo de relação que somos e de que somos capazes. É preciso que a estética seja a de afeção e de encobrimento e não aquela outra de um polimento, que foi criado.
A dimensão erótica
O contrário da estética do polimento não é o tosco; há muito para além de uma polaridade, bárbara. Se acedermos ao exercício de vertebrar uma estrutura que tenta amaciar a realidade, rapidamente, surge, predicados da perceção do outro e da realidade, que não se podem ignorar.
Face ao polido, ao belo, ao tátil e dúctil, surge uma sensibilidade ao outro como fenómeno complexo. Qualquer Pessoa ou ente que esteja diante de nós não se reduz ao que possa ser dito sobre ele, há toda uma panóplia de predicados que lhe pertencem, que lhe são próprios. Não é possível pensar ou perceber uma determinada entidade, desde o enclausuramento de uma estética do polido.
Somada à complexidade do outro, é preciso dizer que esta se faz presente em nós de acordo com uma afeção: somos tocados pelo outro. Não há outra forma de termos notícia do mundo. Na medida em que a densidade e a presença do outro estão marcadas em nós, acontece o tão esperado acordar: eis que a vida se faz presente.
O terceiro ponto, que diz respeito ao desvelar da alteridade, assenta no conceito de acontecimento. Porque existe uma realidade, densa, que percebo pela afeção, existe um acontecer – no sentido do aparecer – do outro em mim, na forma que lhe é própria. Finalmente todo este processo se traduz no “gerar” do belo, como verdade, com contornos eróticos.
Afrontados com o outro, naquilo que a afeção tornou disponível, recebemos o presente de uma verdade sobre nós e sobre a realidade, que assume a forma que o desejo que nutro pela entidade me permite.
O erotismo nada tem que ver com o que está patente na indústria comunicativa, que hoje temos disponível como pornografia. O sentido desta atitude amorosa está muito para além disso e radica na disponível atenção ao outro, que se entrega e se desvia a cada passo.
Esta tensão corresponde a uma sedução, a um jogo, que depende de uma atenção ao outro. No momento em que a comunicação se torna imperiosa, porque o outro nos cativou a estabelecer relação com ele, somos lançados para o encontro, respeitando-o.
A compunção de que padecemos não corresponde a um domínio do outro ou até da imagem, que o outro tem de ser para mim. A base desta relação é a de um espanto, que suspende a vontade de poder. Com efeito, no momento em que abro os olhos para a perceção do outro, encontro-me com a densidade, com a afeção, com o acontecimento e com a verdade comunicacional. E isso seduz, é erótico cria comunhão (Han, 2020, p.88).
Sem a sedução, a comunicação reduz-se à informação de um conteúdo. Não tem referência alguma a um outro, que possa criar a ponte entre duas visões de mundo. Com a imposição de ideais, que estruturam a sociedade, temos uma funcionalização de todo o universo de ação, portanto, algo muito longe daquilo que é a verdadeira comunicação: pôr em comum (Tavares, 2012, p.103).
É a sedução, o erótico, que suspendem a vontade de determinar a realidade com que o homem se vê a braços. É o jogo de atração pelo outro, que salva de uma ditadura do polimento auto-erótica. Não existe comunidade, comunicação ou pessoa fora do universo do encanto, tal como tinham intuído os gregos na sua máxima de maravilhamento com o belo (Han, 2016, p.95).
A identidade, a interação, a comunicação e a comunidade dependem de uma mundividência: da estética do belo e da sua simbólica. Só assim é possível pôr coisas em comum e afastar o diagnóstico do desaparecimento dos rituais, decretado recentemente.
A ponte: da base neuronal ao núcleo de sentido
A meditação sobre a sensibilidade foi a antecâmara de uma problemática mais densa. A escolha de uma referência complexificante da realidade e o transporte, que ocorre no momento em que somos vacinados pelo símbolo, são pontos importantes para que se dê a cura da normatividade da sociedade atual.
Remeto a argumentação para dois planos: a lição freudiana, em primeiro lugar. A proposta de Ricoeur, em segundo. Começo pelo mestre da psicanálise, para depois dar lugar à proposta que apresento.
Para colmatar a nevrose pulsional, é preciso que o Ego encontre um repouso. O bebé ficou desligado da mãe, criou uma angústia dentro de si e procura a todo o custo voltar ao sentimento oceânico original. O que pode fazer?
A nomenclatura «père exalté» é clara (Mellhor, 2004, p.24). Existe um transporte da figura maternal, para a paternal, no sentimento de criar o aconchego primordial. Além disso, existe uma transferência desta figura para elementos totémicos, que teriam o poder de restituir a paz interior.
A falha, a pulsão, dão origem a uma escolha imperativa, para colmatar o desejo interno. Emerge uma estrutura simbólica, que procura dar alento a um sentimento de angústia, que se gerou aquando da separação inicial e deste modo fica criada a ponte este o elemento neuronal e o núcleo de sentimento, que explica o sujeito.
Determinada pessoa escolhe uma simbologia para se dizer a si mesma, não pelo simples gosto, mas porque existe uma estrutura neuronal e pulsional, que a obriga a encontrar soluções para a problemática que vive.
O segundo nível de argumentação para explicar o acolhimento a um determinado símbolo, além do mero aparato para que possamos ser sensíveis a este, é mais denso: a imaginação poética ricoeuriana (Castro, 2002, p.117).
Se a estrutura freudiana apontava a carência pulsional e a transposição como elementos da fundamentada transferência, no terreno hermenêutico, a proposta é outra.
A tendência pulsional não é vazia, no sentido de um conteúdo fundamentado ao qual se acolhe. Toda a capacidade de criar sentido nasce de um primeiro encontro com realidades, através da imaginação poética.
Estamos no mundo, experienciamos o mundo e isso dá a possibilidade de escolher. Imaginação e vontade seguem uma estrutura de fundamentação, onde a primeira dá lugar à segunda como motivação para a ação de escolher um determinado sentido.
Por outras palavras, é própria realidade virtualmente simbólica que está a operar a modelação da vontade, através da imaginação poética (Akodjetin, 2018, p.7). Não existe uma mera transferência, vazia de direção, portanto, da sensibilidade ao mundo à escolha de um símbolo, que efetua o transporte ontológico para outra mundividência, vai o impulso da imaginação poética.
A tríplice virtualidade do símbolo: força, ação e eros
A mediação da crença
A definição liminar do símbolo e dos seus significados constitui uma matéria de difícil acesso, dado o caráter sumário das definições, que se podem encontrar.
Obscuridade, estimulação, pluridimensionalidade, constância e relatividade são apenas predicados, se não existir um enquadramento relativo ao diagnóstico, à estrutura e à virtualidade (Akodjetin, 2018, p.7), porque emparelham aquilo que buscamos com tudo o que não é, nem pode ser.
Dizia Ricoeur: o símbolo dá que pensar? (Ricoeur, 1959, p.60-76) Mas, em que contexto dá que pensar? Não é indiferente a sua teorização, num contexto não preparado. Pelo contrário, uma das tónicas do símbolo diz respeito ao tempo, que tem que ver com a tradição.
Inseridos numa tradição, que configura narrativas, o símbolo aparece como um núcleo de sentido, que transporta o saber até então reunido e impele à meditação e concretização futura. Envolve tempo, passado e futuro, e convoca neste movimento dialógico uma tradição de sentido, que o torna grávido de semântica.
O símbolo não é o simples resultado de uma complexificação de referências, sendo igual a expressão gráfica de uma marca a uma outra de cariz espiritual ou religioso. A sua fundamentação decorre do enquadramento, portanto antes de definir o que possa ser, é preciso garantir a possibilidade de que possa existir através da estrutura (Pava, 2015, p.39).
Relativamente as linhas em que se plasma, é preciso dizer que congrega alguns pares conceptuais: concentração/dispersão; passado/futuro; proximidade/distância. Na medida em que torna presente uma imagem, à qual o sujeito se prende, remete para outras, criando um espectro de sentido e de semântica enriquecedor.
Ao mesmo tempo que é preciso, no que diz respeito à sua apresentação, abre à comunicação a outros conceitos, que são chamados à colação. Não se converte em algo de imediato ou até de meramente descritivo. Basta um primeiro contacto para que a ideia de unicidade, de imediatez e de domínio se esbatam e apareça ligação entre várias realidades.
No campo das virtualidades, o símbolo convoca as noções de sabedoria, de força e de eros (Pinto, 2020, p.23-25). Percebemos, claramente desde o plano de uma atenção sapiencial, que temos uma realidade densa diante de nós. Por este motivo, somos levamos a pensar outras realidades, que explicam a primeira. Finalmente, passamos a ver todo o universo semântico pelo fio de uma sedução, que o Outro nos faz. A este movimento dialógico corresponde o arrebatar, que o símbolo consegue.
Pessoa alguma fica igual, se ficar exposta á força do belo. No momento em que abre a perceção à presença do Outro, existe uma mobilização para o terreno de outros entendimentos, que enriquecem o real e evitam uma redução ao plano do polido.
É esta a força, que configura o símbolo. É esta a mobilidade que apresenta o mundo com beldade e não permite que existam determinações pornográficas da imagem.
No momento no qual a atenção ao mundo ganha, a força é do Outro. Não há espaço para o imperativo de uma estética polida ou até para as exigências de um pentecostes tecnológico, que determina a maneira como nos devemos comportar.
Diante do belo, ou mesmo é dizer do Outro, somos arrebatados para outra margem e tudo ganha outro sentido mais complexo. Todas as realidades passam a ser eróticas e o próprio símbolo também.
Não há como negar a modificação ontológica da realidade e as virtualidades do símbolo. Convocado o máximo de densidade sobre uma realidade, quando acedo e procuro o desafio – sempre perdido – de compreender o outro surge um momento transformador do mundo: O eu e o mundo ganham espessura ontológica. Ganham imunidade para as descrições simplistas.
Através da verdade do encontro simbólico, o mundo de sentido fica mais rico e surgem alternativas a uma simples gramática do gosto. Acontece a verdadeira comunicação (Han, 2020, p.15).
O regresso do símbolo como metodologia
O universo visual de uma vacina remete para algo de físico e para uma determinada coisa, que é aplicada a um corpo; se a este horizonte juntarmos a noção de simbologia, é preciso explicar o objetivo daquilo para o qual apontamos.
Depois de mostrar a estrutura da sociedade pós-moderna. Relatando os modos neuronais de sensibilidade a outras realidades, e logo apontando para a necessária atenção epistemológica, há que mostrar de que modo é que o símbolo pode regressar à vida das pessoas, com aplicações diretas no visionamento da densidade do real.
Sem soluções mágicas, a proposta de uma revitalização dos rituais é um dos caminhos possíveis. A construção de modelos de comunicação, que não sejam normativo mas abertos à dizibilidade da realidade é outra via válida. Por fim, a reestruturação dos modelos de ensino é a terceira via de aplicação da via simbólica, que tem de apontar para um modelo de transmissão de aprendizagem hermenêutico/reflexivo e não meramente operacionalizante.
Considerações finais
Para que o caminho não seja sempre o mesmo, é preciso apontar para as bases neuronais e metafísicas de que dispomos para perceber a densidade do Mundo. Com este salvamento do Belo, abre-se o mundo e sobretudo a realidade do Outro, que é diferente de mim. Abre-se o terreno do símbolo, que está cheio de virtualidades aplicáveis à vida do dia a dia, para fazer dela o mais densa e feliz possível. Certos das virtualidades desta vacina, propomos o regresso do simbólico como metodologia densa para viver no Mundo, com os demais Seres Humanos, depois de referir a matriz do símbolo.
Daniel Mineiro – Professor, Universidade Lusófona, Ciência das Religiões. E-mail: [email protected]
Paulo Mendes Pinto – Professor, Universidade Lusófona, Ciência das Religiões. E-mail: [email protected]
Carlos André Cavalcanti – Professor, Universidade Federal do Paraíba, Ciências das Religiões. E-mail: [email protected]
Referências
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- HAN, Byung-Chul. Do desaparecimento dos rituais, Lisboa: Relógio D’Agua.
- HAN, Byung-Chul. A salvação do Belo, Lisboa: Relógio D’Agua.
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- Paulo Mendes. Trabalhar a Pedra (2015-2019). Lisboa. [s. n.]. 2020.
- Gabriela. Para uma tentativa de fundamentação da imaginação. in ALVES. Pedro (Org.). A Fenomenologia Hoje. UBI: 2002.
- JOSÉ BRAGANÇA. “Fotografia e Arqueologia do Materialismo”. in MIRANDA.
- José Bragança. PINTO. José Gomes. (Org.). Fundamento e Imersão, Lisboa: Orfeu Negro. 2019.
- Paula Domingues. Saber o amar: Os diálogos de Amor, de Leão Hebreu.
- Dissertação USP. 2012. Disponível em: <https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8150/tde-13092012-124136/pt-br.php, 2012> Acesso em: 31 mai. 2021.
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- Paul. Le symbole donne à penser. Esprit. 27. n° 7 (1959). p.60-76

- A Interpretação e o Entendimento dos Símbolos
- A interpretação e significado dos símbolos maçónicos
- Maravilhas dos Símbolos e o Ócio Criativo
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