Uma Loja na Cornualha acolheu o que está a ser descrito como um acontecimento inédito para a Maçonaria em Inglaterra.
A Loja de Penwith, na antiga cidade portuária de Hayle, foi o local para o início da jornada maçónica de Valentin Nicolae (Nick) Ilovan.
A Loja estava repleta de maçons de toda a Província para testemunhar o que foi a primeira vez para a Maçonaria em Inglaterra, quando o Maçom Ben Evans conduziu o seu companheiro Nick, nascido na Roménia, através da sua cerimónia de iniciação, bem como a instrução após a iniciação e a apresentação alargada do quadro de Loja do primeiro grau.
Nick disse depois: “Quero agradecer tanto ao meu companheiro Ben como ao Venerável Mestre Anthony Wilkins, por aquilo que só pode ser considerado uma experiência verdadeiramente maravilhosa, a de realizar a minha Iniciação na Maçonaria.
“Embora inicialmente receoso e reticente devido à minha falta de conhecimento e compreensão do que estava para vir, o Ben ofereceu a orientação (e no meu caso pessoal, o conforto) necessária para ser capaz de passar pelo processo com pé firme, cabeça erguida e voz inabalável, pelo menos o suficiente para que eu não me envergonhasse em frente daqueles que em breve consideraria Irmãos.
“Para encerrar a cerimónia, tive a sorte de receber um discurso único do Guarda Interno, que creio ter sido muito útil para contextualizar grande parte da iniciação para mim.
“Provavelmente a maior surpresa da noite foi o facto de ter sido recebido por um colega romeno, Robatzchi Dragos, que também era membro de uma Loja da Cornualha. Este facto ajudou a dissipar quaisquer preocupações que eu tivesse, com a segurança de saber que estava presente mais alguém que tinha nascido no mesmo país e que provinha da mesma cultura que eu.
Foi uma noite e tanto, que não esquecerei tão cedo, uma experiência que guardarei para sempre e um grupo de pessoas com quem mal posso esperar para interagir mais no futuro.”
Ben acrescentou: “Para mim também, este foi um dos encontros mais singulares da minha quase década na Maçonaria da Cornualha. Foi uma noite de verdadeiras estreias, no sentido literal e metafórico, e uma noite que espero que tenha contribuído muito para reafirmar a Maçonaria como uma força relevante e adaptável para o bem num mundo moderno que, com demasiada frequência, a quer rejeitar.
“Foi certamente uma experiência muito invulgar para mim e para a Loja, não só poder propor o meu próprio parceiro como Candidato, mas também realizar uma grande parte da cerimónia.
“Na minha opinião, é muito indicativo do facto de a Maçonaria ser hoje uma sociedade que aceita todos, independentemente da raça, religião, orientação ou antecedentes.
“Certamente, mesmo no século passado, teria sido impensável na maioria das sociedades ver dois homens de nacionalidades diferentes não só a serem abertos com outros Irmãos sobre a sua relação, mas também a serem autorizados a entrar na mesma Loja.
“O facto de o Nick ter sido acolhido não só calorosamente, mas também com grande encorajamento, é um testemunho não só da distância que a Maçonaria percorreu em comparação com alguns sectores da nossa sociedade, ainda hoje, mas também, crucialmente, um testemunho de como continua a ser uma força relevante para a aceitação e a igualdade de oportunidades para fazer o bem.
“Vindo de uma cultura onde a Maçonaria foi durante muito tempo um anátema, é compreensível que o Nick, como ele próprio se referiu, tivesse algumas reservas, mas, mais uma vez, o acolhimento extraordinário que recebeu de Penwith e do Venerável Mestre Wilkins, em particular, foi uma ajuda imensa para o ajudar a evoluir e a compreender as suas preocupações.
“Acima de tudo, o Nick e eu sentimos que a principal lição que esperamos que aqueles que estão dentro e fora da ordem retirem desta experiência é que a Maçonaria na Cornualha está muito longe de ser o estereótipo do clube de velhos empoeirados do século XIX que os seus detractores frequentemente apresentam.
“É uma sociedade vibrante composta por uma diversidade de membros, é uma sociedade relevante que não tem medo de se adaptar aos tempos, mas acima de tudo é uma sociedade que realmente te aceita por aquilo que és, sejas quem fores, e que te apoia até ao fim com o objectivo de fazer o bem, algo que demonstrou amplamente neste caso”.
Ryan Morwood
Fonte

- Maçonaria (UGLE) aceita mulheres transexuais, que tenham aderido como homens
- UGLE – Neste #MêsdoOrgulho celebramos a diversidade dos nossos membros
- Será a homossexualidade anti-Maçónica?
- Percepções e correlações com o mundo profano
- Grão-Mestre do Texas decide sobre a questão de membros “transgénero”


Pleno acordo com o que diz o Irmão José Walterler dos Santos Silva
É sempre de boa lembrança a razão de nos reunirmos toda a semana na Loja:
“Para combater a tirania, a ignorância, os preconceitos e os erros, glorificar o Direito, a Justiça e a Verdade, levantando templos à Virtude e cavando masmorras ao Vicio”
O progressismo é tão autoritário que obrigará a Maçonaria a fazer novos progressos: Retirar O Livro da Lei(pois é ridículo e anti-progressista!)Obrigarão as 7 cores do Arco-Real a ter novos significados espúrios:Os membros da Instituição não poderão ter opiniões políticas diferentes pois serão tachados de “fascistas” “genocidas” “anti-comunistas” e por aí vai uma pseudo-evolução que levará ao caos porquanto a verdadeira evolução tem base sólida no edifício. Será apenas um clube amorfo de insanidades e atos ridículos!
Olá bom dia saudações fraternais gratidão por ter seu contato mestre
A ordem é, por definição, progressista. Seu comentário paródico coaduna com a pesquisa realizada pela Confederação Maçônica Interamericana em 2018: só 5% dos maçons sabem a finalidade da ordem. É triste, porque aponta nossa falha nos ensinamentos e lições ministradas ( ou no entendimento das mesmas). Outrossim, cabe salientar o posicionamento da GLUI sobre a orientação sexual de seus membros e da maçonaria regular.
O irmão claramente desconhece ambos , ou só ignora…
TFA.
concordo irmão Julimar estamos em tempos sombrios , somos a contracultura
TFA
Prezados Irmãos e Irmãs, em seus graus e qualidades.
Desejo a todos um bom dia!
Precisamos entender que existe um espaço para o outro. E que este outro existe, ele foi concebido, ele também é filho de GADU.
Não existem verdades eternas, assim como não há pessoas perfeitas. Todos estamos em constante evolução, como se diz, “lapidando a pedra bruta”.
As diretrizes da maçonaria são: Liberdade, Igualdade, Fraternidade. Essas três palavras mágicas ofuscam os olhares em regiões menos iluminadas, juntamente por isso, quem por lá transita tem a sensibilidade de se fazer invisível.
Amor e ego não são sinônimos, um acolhe, protege, desperta para luz, o outro é uma hipervalorizarão de si mesmo, logo uma ilusão. A materialização desse norte pode ser atribuída a pessoas como o senhor Adolf Hitler – pessoa culta, bem-educada, chefe de estado e um excelente pai e vizinho. No entanto, nem por isso poupou os Maçons dos campos de concentração, assim como seus pares, entre eles os homossexuais.
A verdade dói, mas liberta. Não sou ninguém para invocá-la, para isso estudamos história, mas assumi esse compromisso ao receber a espada flamigera.
Que GADU, nos ilumine nos nossos caminhos rumo à luz (Kether), pois o escuro, a ignorância são temporários e fazem parte da manifestação dívida, aguardemos o tempo certo Kairós (καιρός ) . T.:F.:A.:
Excelente colocação Irmão Jorge!
Um “casal de maçons” não se encaixa na maçonaria. A sessão, a qual permitiu tal acontecimento, mesmo sendo num templo maçônico, com membros de uma loja maçônica etc. não foi uma sessão maçônica, qualquer maçom, no primeiro grau e que tenha entendido o significado de uma sessão maçônica sabe disso. Os verdadeiros maçons entenderão.
Pelo seu comentário – sendo maçom ou não -há muito o que ser lapidado…
Meus Irm.’.
Boa tarde à todos. Consideremos que um basta ao progressismo não foi dado e hoje a Inglaterra se revela, junto com Nova Zelândia, Canadá, Austrália, França e tantos outros países pares, contaminados com a ideia da construção de um novo edifício social, porque aquele de que tantos nos orgulhamos em trabalhar, falhamos como construtores. Falhamos profundamente!
É necessário entender que não houve infiltração de pensamentos progressistas deliberadamente dentro da ordem. É uma assimilação gradativa dos costumes da sociedade profana, que se modificou lentamente, contaminando todos os setores dessa sociedade, e que foi deliberadamente conduzida pela ideologia de gênero, um dos capítulos das várias ideologias, que ganhou muito espaço no movimento mundial globalista. A sutileza contaminou o olhar crítico necessário para identificar as consequências da nossa inoperância. O certo e notório é que não será feito nada contra essa loja e contra as pessoas que consentiram essa união. Ou nos fecharemos em orientes independentes, coesos e firmes na exclusão de tais desvios, ou melhor, voltaremos a nos ocultar nas sombras da sociedade guardando os nossos valores e transmitindo dentro das lojas entre irm.”. como na antiguidade, ou teremos a certeza de que deixaremos de existir como sociedade secreta, que aliás, é o que vinha acontecendo também, uma abertura para nos mostrarmos à uma sociedade profana como homens de bem para sermos aceitos. Precisamos nos voltar ao segredo e ao secreto, longe dos olhos da sociedade e investigarmos seriamente e com profundidade os que tenham atributos para pertencerem à nossa ordem. Nosso grande erro foi, ao sermos absolvidos da excomunhão dada por João Paulo II, acharmos que poderíamos nos expor à sociedade sem consequências. Deixamos de influenciar os destinos da sociedade no momento que deixamos de ocupar governos e o centro do poder. Deixamos de influenciar quando abandonamos, em nome de nossa “bondade” a rigidez necessária até com os nossos dentro da Ordem. Deixamos de influenciar os destinos da sociedade quando transformamos a MAÇONARIA em maçonaria, um clubinho de favores entre irmãos procurando melhores posições na sociedade, meramente por melhores cargos, melhores salários, melhores licitações (como muitos de nós sabemos). Depurar a nossa Sociedade Secreta, implicará em começarmos por dentro. Esse casal de maçons, (não podemos chamar de casal porque contraria a linguística e o significado da palavra casal) conseguiu esse espaço porque o grupo está “bichado por dentro”. Certamente eles não obrigaram ninguém a aceitá-los. Aceitá-los foi uma consequência de deixarmos de ser vigilantes. Nos resta, como escrevi acima, ficar olhando as coisas acontecerem e não fazermos nada, como no caso da escolha de um presidente pelo Judiciário, assistindo a ruína pela nossa fraqueza e pouca inteligência emocional, ou nos uniremos em grupos orientados a defender a moral e os bons costumes, longe dos olhares de abertura social, para planejarmos como retomar nossa obra como verdadeiros Maçons. Isto é uma escolha das Lojas e de Seus membros, Não pode ser uma determinação da Ordem. A Ordem está comprometida, já é visto. É uma decisão da célula. Célula fraca, corpo fraco e mente fraca. Eu irei, a partir de agora, fomentar a nossa reclusão para podermos mais tarde mudar a ordem social, sem lutas, sem disputas entre nós, só inteligência e em segredo. Se em um ano a contar de agora, eu não perceber adesões à reconstrução dos nossos laços e compromissos, me recolherei à sombra da Acácia, para não sair mais dali. Aos que pensam igual, meu email está aí.
Boa tarde à todos.
Há tantos equívocos históricos no seu texto que uma resposta não seria o suficiente,mas todo um arcabouço educacional precisa ser (re) ensinado. Sua fala está muito provavelmente contaminada por “conteúdos”/teorias de conspiração do “mundo profano” que você diz tanto que devemos combater. Além de uma falta de conhecimento dos valores da nossa Ordem e de seus objetivos. Ao expor comentários e conversas na sala dos passos perdidos como o seu, deixam claro pra mim que, ao menos no Brasil, a Maçonaria está realmente “perdida”, e não quando um casal do mesmo sexo é iniciado em uma loja…
“Para que nos reunirmos aqui irmão 1° vigilante?”
“Para combatermos a tirania , a ignorância, o preconceito e os erros”…
TFA
Excelente comentário irmão Jorge Fernandes !
TFA
Penso que a GLUI está se modernizando e isto não quer dizer que tenha abandonado as tradições centenárias! O fato de 02 homens assumirem publicamente o seu relacionamento e serem acatados pela Loja é bem mais digno que a hipocrisia de ter “homens” se disfarçando de heterossexuais para serem aceitos! Nada mais justo convidar o companheiro a participar da Oficina juntos! A Maçonaria não perde seu valor em permitir o acesso de homossexuais! Ou vão me dizer que nunca teve homo ou bissexuais nos Ateliers? A GLUI já reconhece a Maçonaria Feminina há mais de 20 anos e fazem atividades de benemerência juntos, então pergunto por que não aceitar pessoas com a opção homo? O mundo está em eterna mutação, leis mudam, constituições nacionais mudam, verdades mudam… Ou será que queremos ficar atrelados ao século XVIII, onde o cocho, o escravo, a mulher não tinham acesso à Arte Real? Evoluir, crescer e ver o mundo com outros olhos… é necessário, é preciso! Pensem nisto!!!
Na revista Freemasonry Today, oficial da GLUI, da primavera de 2023, consta coleção de fotos de uma importante reunião, na qual foi estrategicamente posicionada no centro uma foto com mulheres de avental. Agora uma iniciação de um homem de “moderno, novo e aceito” bons costumes. Sou o único, ou mais alguém suspeita que a GLUI está só amaciando pra em breve estabelecer novos Landmarks?
No último dia 29 de abril graças a DEUS, atingi a “INVEJÁVEL” e perseguida marca dos SETENTA anos de idade e o mais importante, com SAÚDE e PAZ INTERIOR. Nessas SETE décadas, vivi, convivi, participei, obriguei, fui obrigado, impus e me foi imposto, uma gama de atos, atitudes, deveres e obrigações. Nada obstante, NUNCA me foi imposta a OBRIGAÇÃO de aceitar, como sendo “NORMAL” e ter que conviver com essas ABERRAÇÕES impostas pelo avanço dos costumes que paulatina e progressivamente, estão ESFACELANDO valores, ética, tradições, dogmas, etc, da nossa já frágil e combalida sociedade. Sou consciente de que NÓS, seres humanos, daqui, dali e dacolá, ex vi do arcabouço legal criado pelo bicho homem, temos o direito ao usufruto do LIVRE ARBÍTRIO e dessa forma, fazer ou deixar de fazer TUDO o que entendamos, inclusive, dar o cú! Sem embargos, entretanto, no meu vê, LEI nenhuma, costume NENHUM, decisão NENHUMA ou aceitações, têm o condão de OBRIGAR a mim, José, filho de Maria de Paluxo, lá da cidade de Cuité, Estado da Paraíba, encravado na região Nordeste deste meu amado, sofrido e desrespeitado BRASIL, de dar o meu preciso furico, a não ser, considerando que toda regra tem EXCEÇÃO, a única permissibilidade que me cabe compartilhar, é a de permitir, UMA VEZ POR ANO, que uma MÉDICA introduza seu quase imperceptível dedo, em minhas entranhas púdicas, com o fito EXCLUSIVO, de salvaguardar minha SAÚDE e me permitir chegar aos 92 anos de idade com a mesma alegria, saúde, discernimento e desenvoltura do meu ídolo Silvio Santos. NADA MAIS DO QUE ISSO. No respeitante a este velho Lobo do Mar, paraibano RAIZ, aceitar que um cidadão “casado” com outro, seja INICIADO na Ordem milenar que escolhi integrar, movido por seus místicos VALORES; assim, ser obrigado a aceitar que minha MULHER e minha FILHA ao me acompanharem nas Sessões Magnas Públicas, sofram o constrangimento de verem uma “cunhada” dessas, entrar no mesmo banheiro que elas; ser obrigado no momento em que vier a fazer uso da palavra, durante a sessão, ter que nominar a “irmã” por seu nome social; ser obrigado a tratar uma “irmã” sentada na Coluna do Norte, do Sul ou no Oriente, por SE NHORA, mesmo sabendo que por baixo de seu BALANDRAU existe um PAR DE OVOS e uma ROLA, é demais para um HOMEM na minha idade. Prefiro deixar que esses tempos de reflexão, de aceitação e de submissão fiquem para serem acolhidos por VOCÊ, jovem que HOJE ingressa na Ordem e que, certamente, já vem com a mente AMACIADA de tanto testemunhar o avanço dessas mediocridades que afrontam a CRIAÇÃO DIVINA, vez que, até prova em contrário, o GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO criou apenas Adão e Eva e determinou que CRESCESSEM e se MULTIPLICASSEM, não me parecendo que cú seja canal de geração de VIDA HUMANA. Com esse pensar, acompanho, literalmente, o posicionamento do valoroso Irmão supra, quando pontifica, verbis: “Acho que está na hora de me retirar da Sublime Instituição antes que seja obrigatória uma aceitação como essa. Falo como Irmão, MM, Mestre Instalado, PGM Adjunto da Glesp e em especial, como médico ginecologista e obstetra com 50 anos de formado”. QUE DEUS SALVE A ORDEM!!!!
Pelo tempo e disposição empregados para escrever esse textão envolvendo termos como “PAR DE OVOS” e “ROLA”, percebe-se a necessidade de terapia do Ir.: …
Se acredita que é tempo de se “retirar da Sublime Instituição”, ótimo!
A Maçonaria não necessita de IIr.: feito o Sr. …
Passar bem 🙂
Caiu do telhado da loja quando foi buscar a bola. Finalmente revelada a foto do irm.
Pois é meus irmãos. Muitas mudanças em pouco rempo. Acho que está na hora de me retirar da Sublime Instituição antes que seja obrigatória uma aceitação como essa. Falo como Irmão, MM,Mestre Instalado,PGM Adjunto da Glesp e em especial como médico ginecologista e obstetra com 50 anos de formado.
Lamentável há uns vinte anos atrás, a nossa Ordem era respeitada e vista, como uma Instituição séria e honrada.
Atualmente, os conceitos mudaram.
A que ponto vamos chegar???
Logo haverá mulheres que pensam que são homens. Homens de bons costumes devem permanecer assim, se sucumbirmos ao “progressismo”, a Ordem perde a razão de existir.
Concordo plenamente Irmão
São tempos de mudanças e de aceitação, tempos de reflexão e prudência, tempos de preparo para novas mudanças e reconstrução.
Uma instituição constituída a mais de 300 anos, que vem sobrevivendo a guerras , holocausto, intolerância por parte de algumas religiões não pode dobrar a estas “NOVIDADES MODERNAS”
Vamos e devemos resistir.