Terra Masónica, um dos melhores documentários já realizados sobre a Maçonaria, passou a estar disponível no Youtube, por decisão do seu autor, Tristan Bourlard.
Terra Maçónica centra-se nos seguintes temas:
- O que é a Maçonaria hoje?
- Quem são os maçons e o que é que eles fazem?
Estas perguntas simples nunca foram realmente tratadas numa perspectiva global.
Esta volta ao mundo em 80 lojas pretende delinear as semelhanças e os contrastes entre as lojas dos cinco continentes. Pela primeira vez, irá explorar a verdadeira Maçonaria, da Patagónia à Lapónia, dos EUA à Índia, em 80 lojas. Apresenta as lojas mais antigas de cada continente, bem como as lojas mais peculiares.
Terra Masonica fala com maçons comuns e explora a sua realidade actual. Encontramos estes maçons no seu quotidiano e podemos ouvir as suas visões do mundo, as suas questões e dúvidas num mundo em constante mudança.
Tenta também compreender a influência do contexto local que define as características de cada Maçonaria.
Está prevista uma sequela, Terra Masónica 2: O Filho da Viúva. (Não tem nada a ver com o clube de motociclistas).
Parte I
Clicando no vídeo pode aceder ao Menu “Settings” (
Parte II
A segunda parte pode ser acedida através do link https://www.youtube.com/watch?v=BCjXOt1p17Y, uma vez que o autor não permite a sua visualização fora do Youtube

- Os efeitos psicológicos da prática do Ritual Maçónico
- O Ofício de Primeiro Vigilante
- Perguntas da Esposa / Companheira / Namorada do candidato
- Simbolismo das romãs
- A lenda de Hiram Abiff – a força de um mito


Descontando algumas imprecisões, tais como atribuir a “invenção” da Maçonaria aos ingleses (que inventaram, na verdade, a Grande Loja, um instrumento de repressão e controle da Maçonaria jacobita (já especulativa) criada na Escócia.
Interessante o uso da palavra “clube” para caracterizar a maçonaria inglesa. Isso foi muito bem observado.
Outra imprecisão, ou melhor, informação incompleta, foi a ação da Loja do Paraná que teria alforriado escravos. Essa era uma prática comum das lojas da época, com copiosos registros no estado de São Paulo.
Também a ênfase na beneficência como mecanismo de correção de desigualdades na sociedade é muito discutível. Ela tende a mascarar o problema da desigualdade e serve apenas para aplacar o sentimento de culpa diante da miséria.
Enfim, não é preciso, mas é bonito…