Do “Escocismo” ao Grau 33 do REAA – percursos de um Rito (III)

Partilhe este Artigo:

anel reaa r.e.a.a., escocismo

(Continuação da Parte II)

V – E finalmente o Rito Escocês Antigo e Aceite

Segundo a historiografia oficial, o Rito Escocês Antigo e Aceite nasceu nos Estados Unidos da América (EUA) em 1801, em Charleston, Carolina do Sul. Mas será que o Rito é efectivamente de base americana ou terá resultado essencialmente de uma “exportação” francesa, estruturada na América?

Segundo Guy Chassagnard [1], duas datas, dois homens e dois acontecimentos permitem encontrar as origens e traçar a história deste rito maçónico, que se tornou, desde as origens e até aos nossos dias, o mais utilizado a nível mundial, pelo menos no que aos graus superiores diz respeito.

27 de Março de 1762 – Étienne Morin deixa a França com destino às Ilhas francesas americanas, levando com ele uma “Patente” que lhe conferia uma quantidade de graus para estabelecer uma “Sociedade de Maçons Livres e Aceites” bem como uma “Ordem de Soberanos Príncipes do Real Segredo”, ou como vulgarmente se designa, um Rito dito de “Perfeição”.

4 de Julho de 1804 – o conde Auguste de Grasse, também conhecido por marquês de Tilly, desembarca em Bordéus, com uma patente obtida em Charleston (EUA) que o autorizava a implantar nas ilhas francesas da América e em outros locais, os graus superiores de um novo rito, inicialmente “Antigo”, depois “Antigo Aceite” e finalmente “Escocês, Antigo e Aceite”…

Como é que este rito passou de Morin para Grasse-Tilly e como é que o “Rito de Perfeição” se transformou em “Rito Escocês Antigo e Aceite” ?

Morin entregou certificados ou carta patente a outros Irmãos, e especialmente a Henry A. Francken, também de origem judaica, que teria estabelecido o Rito em Nova York. Em 1766, Francken deslocou-se a Nova Iorque e em 20 de Dezembro de 1767 constituiu a Loja Inefável de Albany , criando (Publicado em freemason.pt) de seguida o “Conselho dos Príncipes de Jerusalém” que, por sua vez procedeu ao levantamento de colunas da Loja de Perfeição de Saratoga. Outro grupo introduziu o Rito em Charleston em 1783.

Não existem dúvidas de que estas acções constituíram etapas decisivas para a expansão do rito no território norte-americano. Contudo em finais do século XVIII permaneciam praticamente adormecidas, quatro das cinco “Lojas da Perfeição” fundadas nos EUA. A de Charleston era a única que permanecia activa àquela época.

Na mesma colónia francesa de São Domingos (Haiti) alguns anos mais tarde apareceram dois maçons, o Conde Alexandre François Auguste de Grasse-Tilly e o seu sogro Jean Baptiste Delahogue, que posteriormente em 1793 se mudaram para Charleston.

Grasse-Tilly já tinha pensado em fundar um “Supremo Conselho” nesta cidade. Encontraram nos Estados Unidos uma maçonaria bastante organizada, o “rito de York” dos americanos, parecido com rito inglês dos Antigos, concluindo que não existia nenhuma loja que praticasse o “Rito Francês”.

Entraram em contacto com vários maçons, nomeadamente Frederik Dalcho e John Mitchell e dos contactos e reuniões havidas concluíram pela necessidade de estruturar mais eficazmente o rito que praticavam, por forma a torná-lo mais coerente, constituindo com outros maçons, um grupo para levar a cabo a tarefa.

O trabalho deste grupo de onze maçons, praticamente desconhecido nos Estados Unidos e em particular, no mundo maçónico europeu, culminou com a criação de um Rito, baseado no “Rito de Perfeição” ou de “Heredon”. Existem autores que afirmam que foi Dalcho quem teve a ideia de criar mais oito graus, e autores que sustentam que o último grau terá sido criado por Grasse Tilly .

O grupo que redigiu os oitos graus adicionais, normalizando o Rito foi formado pelos seguintes maçons:

  • Alexandre François de Grasse Tilly (francês),
  • Jean Baptiste Delahogue (francês),
  • Frederich Dalcho (inglês),
  • John Mitchel (irlandês),
  • James Moultrie (americano),
  • Isaac Auld (americano),
  • Abrahan Alexander (inglês),
  • Thomaz Bartolomew Bowen (irlandês),
  • Moses Clava Levy (polaco),
  • Emmanuel de La Mota (Índias Ocidentais)
  • Israel Delieben (checoslovaco) .

Portanto, dos onze Irmãos apenas dois eram americanos.

O mesmo grupo fundou na cidade de Charleston (EUA), em 31 de Maio de 1801, o primeiro Supremo Conselho do Mundo, o “Supremo Conselho do Grau 33” para os Estados Unidos da América

Estava assim criado naquele dia de Maio de 1801 nos Estados Unidos, o “Rito Escocês Antigo e Aceite”, ainda sem este nome, e criado o “Primeiro Supremo Conselho do Mundo”. Um dos méritos que lhe é reconhecido foi o dos seus autores terem ordenado um conjunto de graus e de, a partir daí, constituírem um Rito, ou seja, uma sequência coerente de rituais colocados em prática no seio de um conjunto hierarquizado de oficinas, dotados de regulamentos, permitindo o seu funcionamento harmonioso, dirigido por deputados- inspectores.

Uma patente redigida em inglês e assinada por John Mitchell em 24 de Maio de 1801, nomeou o médico Frédéric Dalcho, Kadosch, Príncipe do Real Segredo e Deputado Inspector-Geral. Esta patente era igualmente assinada por, entre outros, Delahogue, Grasse-Tilly, Abraham Alexander, Isaac Auld e Israel Delieben.

Aqui chegados efectuaram uma das maiores mistificações que se conhecem, a respeito da criação dum Rito nascente, com o único objectivo de tentar credibilizar e sustentar a sua criação.

Esta “subtileza” só se tornaria conhecida a partir de 04 de Dezembro de 1802, quando foi expedida uma circular comunicando o facto e divulgando o sistema de 33 graus, explicando que a sua organização teria sido efectuada em 1786 por Frederico II da Prússia.

Para ajudar a dourar a pílula da mentira original, a versão posterior fornecida pelo Supremo Conselho da França, refere que Carlos Stuart, filho de Jaime III (pretendente ao trono inglês), que sendo considerado chefe de toda a Maçonaria, conferiu o título de Grão-Mestre a Frederico II, o Grande, rei da Prússia (1712-1786), nomeando-o seu sucessor e como tal também chefe dos “Altos Graus”. Em 1782 teria confirmado as “Constituições e Regulamentos de Bordeaux”. Daí a quatro anos transferiria seus poderes para um Conselho de Inspectores Gerais e, ao mesmo tempo, acrescentava mais oito graus, e em 1786 publicava sua famosa Constituição. Trata-se de uma descarada invenção!

Esta versão não tem obviamente o menor reconhecimento por parte dos autores maçónicos credenciados de finais do século XIX e início do século passado, como sejam Findel, Ragon, Lindsay, Rebold, Thory, Clavel e tantos outros. Rebold afirma que Frederico foi iniciado em 15 de Agosto de 1738 em Brunswick e que em 1744, a Loja “Três Globos” de Berlim, fundada por artistas franceses, foi por ele elevada à categoria de Grande Loja, da qual foi aclamado como Grão-Mestre, exercendo mandato até 1747. A partir dessa época afastou-se da Ordem, e quando apareceram os Altos Graus, não só não os aprovou, como os combateu, afirmando nomeadamente que “eram estúpidos e destinados a espíritos vaidosos, que nada tinham a ver com a Maçonaria “. Estes acabaram por ser introduzidos na Alemanha pelo Marques de Bernez.

Então porquê e a que se deve esta enorme mentira? Simplesmente, porque o grupo de onze maçons que fundou o novo Rito não tinha passado histórico e credibilidade internacional para se impor perante o mundo maçónico da época.

Consideraram então os autores do REAA, cómodo e estratégico atribuir a Frederico da Prússia, a fundação do “Rito Escocês Antigo e Aceite”, em 1786, que ainda não levava este nome mas o de “Rito dos Maçons Antigos e Aceites”, imputando ainda uma origem anterior ao Rito. Frederico gozava (Publicado em freemason.pt) de boa reputação política, tinha colaborado com a revolta americana e com a causa da separação dos Estados Unidos da Inglaterra, enviando inclusive soldados para ajudar os revoltosos americanos a combater as forças inglesas. Só que em 1801, Frederico já tinha falecido.

O primeiro Soberano Comendador foi John Mitchel, suportado numa mentira histórica, aceite ainda hoje em dia como verdade intocável, já que como consequência de toda esta “história de patrocínio” inventada, muitos rituais dos Graus Superiores ainda citam o nome do Imperador, como criador. Frederico da Prússia nunca foi o criador do “Rito Escocês Antigo e Aceite”.!!!

Em Paris e em 1802, realizou-se uma assembleia-geral de maçons “escoceses”, que encarregou o maçon Firmin Abraham de dirigir uma circular a todas as lojas escocesas, convidando-as a juntarem-se e a defenderem o “Rito Escocês”.

Em 1804, Alexandre Grasse-Tilly regressou a França, o mesmo acontecendo alguns meses antes com outro importante maçon implicado no desenvolvimento do “Rito da Perfeição” no continente americano, Germain Hacquet.

O sistema de 33 graus foi naturalmente defendido por Grasse-Tilly, enquanto Hacquet continuava fiel ao antigo sistema de 25 graus, baseado no “Rito de Perfeição”. Apesar de tudo, o REAA iniciou a sua implantação em França ainda em 1804, sobretudo na região de Paris, após a chegada de Grasse-Tilly.

O Rito após o processo de estabilização é apresentado com uma estruturação em sete classes (analogamente ao “Rito de Perfeição”), mas agora com 8 graus adicionais, com a distribuição que se indica:

  • Primeira Classe (Lojas Simbólicas ou Azuis) – Grau1: Aprendiz; Grau2: Companheiro; Grau 3: Mestre;
  • Segunda Classe (Lojas de Perfeição, graus inefáveis) – Grau 4: Mestre Secreto; Grau 5: Mestre Perfeito; Grau 6: Secretário Íntimo ou Mestre por Curiosidade; Grau 7: Preboste e Juiz ou Mestre Irlandês; Grau 8: Intendente dos Edifícios ou Mestre em Israel
  • Terceira Classe (Lojas de Perfeição, graus inefáveis) – Grau 9: Mestre Eleito dos Nove; Grau 10: Mestre Eleito dos Quinze ou Ilustre Eleito dos Quinze; Grau 11: Sublime Cavaleiro Eleito dos Doze, ou Cavaleiro Eleito dos Doze;
  • Quarta Classe (Lojas de Perfeição, graus inefáveis) – Grau 12: Grande Mestre Arquitecto ou Grão-Mestre Arquitecto; Grau 13: Real Arco ou Cavaleiro do Real Arco; Grau 14: Grande Escocês da Abóboda Sagrada ou Grande Escocês da Perfeição, antigo Mestre Perfeito e Sublime Maçom ou Grande Eleito ou Perfeito e Sublime Maçom ou Cavaleiro Grande Eleito da Abóboda Sagrada de James VI da Escócia;
  • Quinta Classe (Lojas Capitulares) – Grau 15: Cavaleiro do Oriente e da Espada ou Cavaleiro do Oriente; Grau 16: Príncipe de Jerusalém; Grau 17: Cavaleiro do Oriente e do Ocidente; Grau 18: Soberano Príncipe Rosa-Cruz ou Cavaleiro Rosa-Cruz;
  • Sexta Classe (Areópagos, graus filosóficos) – Grau 19: Grande Pontífice ou Sublime Escocês de Jerusalém Celeste; Grau 20: Venerável Grão-Mestre de todas as Lojas ou Soberano Príncipe da Maçonaria ou Mestre ad Vitam; Grau 21: Noaquita ou Cavaleiro Prussiano; Grau 22: Príncipe do Líbano ou Cavaleiro do Real Machado; Grau 23: Chefe do Tabernáculo; Grau 24: Príncipe do Tabernáculo; Grau 25: Cavaleiro da Serpente de Bronze; Grau 26: Escocês Trinitário ou Príncipe da Mercê; Grau 27: Soberano Comendador do Templo de Salomão, ou Grande Comendador do Templo;
  • Sétima Classe (Areópagos, graus filosóficos) – Grau 28: Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto; Grau 29: Grande Escocês de Santo André da Escócia ou Patriarca das Cruzadas ou Cavaleiro do Sol; Grau 30: Cavaleiro Kadosch ou Cavaleiro da Águia Branca e Negra ou Grande Eleito Cavaleiro Kadosch.
  • Sétima Classe (Tribunal, grau administrativo) – Grau 31: Grande Inspector Inquisidor Comendador ou Grande Inquisidor, Soberano Comendador ou Grande Juiz Comendador;
  • Sétima Classe (Consistório, grau administrativo) – Grau 32: Sublime Príncipe do Real Segredo ou Soberano Príncipe do Real Segredo;
  • Sétima Classe (Supremo Conselho, grau administrativo) – Grau 33: Soberano Grande Inspector-Geral;

Alguns autores, de acordo com Hercule Spoladore [14], considerando as origens do Rito, distribuem os graus por sete categorias, que designam por:

  1. Simbólicos primitivos e universais.
  2. De desenvolvimento dos graus simbólicos e universais
  3. Baseados no Iluminismo do Tribunal da Santa Vingança
  4. Judaicos e Bíblicos
  5. Templários
  6. Alquímicos e Rosacrucianos
  7. Administrativos e Superiores

Dos ritos escoceses e que fizeram parte do “Escocismo” actualmente são praticados no mundo apenas dois, o “Rito Escocês Antigo e Aceite” e o “Rito Escocês Rectificado”.

VI – Em conclusão

A estrutura que se pode considerar como a primeira potência escocesa, os “Eleitos Perfeitos” são de Bordéus, desmentindo a tese de que os graus “Escoceses” teriam surgido em França a partir duma base inicial exclusivamente parisiense, já que existem factos documentais provando o desenvolvimento dos graus escoceses segundo o eixo Bordéus/Paris.

Os “Eleitos Perfeitos” desapareceram em 1760, por razões ainda desconhecidas não existindo até ao momento, provas documentais sobre os factos ocorridos. A partir desta data a dinâmica dos graus escoceses passa para a Maçonaria de Paris. A situação conflituosa e conturbada vivida durante um largo período de anos em França, resultado da Revolução, em particular na região de Paris, mas também na (Publicado em freemason.pt) sociedade em geral, reflectiu-se em particular também na Maçonaria, não possibilitando condições para um amadurecimento e uma estruturação hierarquizada dos graus escoceses, em tempo adequado e sob coordenação duma entidade reguladora (em 1796 não existiam em toda a França mais de 18 lojas em actividade…).

Continuam obviamente a existir alguns pontos e processos por clarificar à volta dos meandros originais do “Rito Escocês Antigo e Aceite”, mas o recente trabalho de vários e credenciados estudiosos tem vindo a contribuir para que se consolidem e evidenciem factos comprovadamente históricos, políticos e sociais que o originaram. A Luz irá progressivamente substituindo as várias confabulações desenvolvidas desde as origens, nomeadamente a da paternidade de Frederico II da Prússia relativamente às constituições de 1786 (uma falsidade mais que comprovada).

O REAA é o Rito maioritário em grande parte do mundo, no que aos Altos graus diz respeito, e especialmente nos países europeus e nos de origem latina, sendo-o também em Portugal. O Rito é praticado de um modo geral correctamente pelos seus adeptos, que na aderência ao Rito se guiam pelos seus princípios, abstraindo-se felizmente das várias confabulações e lendas originais, indevidamente propagadas ao longo de cerca dos dois séculos da sua existência.

Afigura-se-nos claro que ao REAA com os seus 33 graus não poderá ser dada, sem perda de legitimidade, a paternidade original aos Estados Unidos, concretamente a Charleston. Esta só terá servido de “notariado” para a sistematização efectuada em 1801 por um grupo de dez maçons, adicionando 8 ao número dos anteriores 25 graus do “Rito de Perfeição”, cuja base e matriz original são essencialmente francesas, como histórica e documentalmente se comprova.

É conveniente recordar que do comité de redacção, só 2 elementos eram americanos e que os franceses Grasse Tilly e Delahogue tiveram papeis essenciais, dado terem estado simultaneamente no processo de difusão do “Rito de Perfeição” (ainda em França e mais tarde na América) e da sua posterior versão final – o REAA

Foi efectivamente em França que se encontravam os autores dos rituais da generalidade dos graus escoceses que vieram a formatar o REAA , pelo menos até ao 25º, designando-os diversas referências documentais, como por exemplo C. Guérillot [6], como os “Jardineiros da Rosa”. Recentemente vieram a público provas documentais (“Colecção Sharp”), reunindo as correspondências entre os “Eleitos Perfeitos de Bordéus” e as “Perfeitas Lojas da Escócia” (suas “filhas”), onde se confirma a afirmação anterior.

Os graus escoceses foram criados e desenvolvidos em França de modo pouco ordenado e muitas vezes conflituoso, quer entre diversos irmãos, quer entre potências, não conseguindo existir uma entidade reguladora que os estruturasse globalmente. Contrariamente ao que foi imediatamente efectuado em Charleston, com o objectivo de assegurar a solidez e a harmonização do Rito.

Apesar de eventuais erros ou inconsistências, esperamos que as notas coligidas possam contribuir ainda que muito limitadamente, para que os novos maçons tenham uma melhor compreensão das origens do Rito e aperfeiçoem o seu conhecimento, continuando a linha de pesquisa (Publicado em freemason.pt) com base em factos histericamente comprovados, concretizando a divisa “Ordo ab Caos” que sempre nos norteará, já que quanto mais conhecermos as nossas origens, melhor estaremos preparados para as respeitar, prosseguir, aprofundar e partilhar.

Termino citando H. Spoladore [14]:

A fundação das potências mencionadas, não fornecem uma ideia do processo político-maçónico de bastidores, das histórias e “estórias” relatadas, das desavenças internas, das perseguições entre os Irmãos, chegando até a agressões físicas, dos interesses pessoais, enfim das Vaidades. Quando se analisam os factos, chegamos à conclusão que muita coisa que acontece no presente já aconteceu no passado. Os homens continuam os mesmos. A Maçonaria mudou, mas os homens não mudaram…

Adaptado de Autor Desconhecido

Bibliografia

[1] “Aux Sources du Rite Écossais Ancien et Accepté” – Guy Chassagnard – Éditions Alphée, 2008

[2] “El Nascimiento del Escocismo” – Louis Trébuchet

[3] “Rito Escocês Antigo e Aceite – História, Doutrina e Prática” – José Castellani – Editora Maçónica “A Trolha” Ltda. Londrina, 1988

[4] “Origine-du-ou-des-grades-ecossais” – R. Dachez, P. Mollier & A. Bernheim – revista “Renaissance”

[5] “Le Rite en 33 Grades” – Alain Bernheim – Éditions Dervy, Paris, 2011

[6] “La Rose Maçonnique” – Vol. I – Claude Guérillot – Éditions Veja ( Paris 2010)

[7] “Le Rite de Perfection” – Claude Guérillot – Éditions Veja ( Paris 1995)

[8] “Symbolique des Grades de Perfection et des Ordes de Sagesse” – Irène Mainguy – Ed. Dervy (2011) – Paris

[9] “Mais de dois séculos do Rito Escocês Antigo e Aceite: que origens?” – José Marti M∴ M∴

[10] “O Grau de Mestre e a Consolidação da Maçonaria especulativa – Algumas notas” – Salvador Allende M∴ M∴

[11] “Did Écossais (early “High”) Degrees originate in France?” – Pietre-Stones review of Freemasonry

[12] “A História do Grau 33” – Hercule Spoladore – “J B News”, nº 1045

[13] “La Franc-Maçonnerie en Question & en 250 Responses” – Guy Chassagnard – Édit. Dervy , Paris (2017)

Artigos relacionados


Partilhe este Artigo:

Leave a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


Scroll to Top