Terminologia – TELHAMENTO

identidade

Outro grande tabu maçónico: telhamento ou trolhamento? Algumas Obediências adoptam um, outras outro.

Na Maçonaria, tanto telhar quanto trolhar significam aplicar o questionário do grau em que a Loja vai trabalhar a um irmão desconhecido que a visita, com o objectivo de se certificar de que o mesmo é de facto um Maçon e pertencente àquele grau.

Alguns estudiosos defendem o termo telhamento, pois está atrelado à segurança dos trabalhos, e porque para nós a trolha é um instrumento para se trabalhar com a argamassa, o que nada tem a ver com a devida cobertura dos trabalhos da Loja. Outros defendem trolhamento dizendo que verificar se um visitante é Maçon é deixar a segurança da Loja ajustada como se ali tivesse sido aplicada a trolha.

Pois bem, é preciso ter em mente que este termo não é corriqueiro para a maçonaria anglo-saxónica. Os rituais ingleses, americanos e alemães não prevêem um exame em visitantes. O que está contido nestes rituais é apenas “O Exame”, “O Questionário” ou ainda “O Catecismo” de proficiência do grau, no qual todos os irmãos devem ser aprovados e sempre saberem “de cor e salteado”. Caso haja dúvida se um dos presentes é Maçon, é este exame de proficiência que vai ser cobrado (e é muitíssimo maior do que os telhamentos/trolhamentos dos quais estamos acostumados, diga-se de passagem), juntamente com as suas credenciais de regularidade perante a uma Obediência também regular.

O que temos em inglês que pode nortear-nos um pouco é o cargo de Cobridor, no seu original Tiler ou Tyler, que significa segundo o dicionário Webster: “Tiler (Til.er): 1. um homem cuja ocupação é cobrir um edifício com telhas; 2. Um porteiro ou anfitrião numa Loja Maçónica.”. De acordo com o dicionário Cambridge, Tiler tem ainda outro significado: “Tiler: uma pessoa que corrige (ou fixa) as telhas de uma superfície”. Tiler vem de Tile, que por sua vez é segundo o Webster: “Tile: 1. Proteger uma Loja Maçónica de intrusos não iniciados; 2. Um prato ou pedaço fino de barro, usado para cobrir os telhados dos edifícios (ou seja, uma telha).”.

Portanto, podemos concluir que se fossemos atribuir ao termo uma origem inglesa, sendo o Cobridor (Tiler) responsável pela cobertura da Loja (Tile = Telha), e sendo o significado literal da palavra que o intitula uma pessoa que trabalha com a colocação ou correcção de telhas em edifícios, o termo correcto seria Telhamento. Trolhamento não caberia, logo que, em inglês, nada tem a ver com esta função a trolha (Trowel), que:

  • Nos rituais americanos (Blue Lodges) é uma das ferramentas do grau de Mestre Maçon, onde se diz ter sido usada pelos pedreiros operativos para espalhar a argamassa que une o edifício num só sólido, e que os Maçons Livres e Aceitos são ensinados a usar para o mais nobre e glorioso propósito de espalhar o cimento do amor fraternal e do afecto; e
  • Nos rituais ingleses (Emulation e Taylor por exemplo), não faz parte dos instrumentos em nenhum dos graus, mas é dito na incumbência após a iniciação que a alta eminência da Maçonaria é tão grande que em todas as épocas os próprios monarcas têm promovido a Arte, deixando os seus ceptros de lado para trabalhar com a trolha.

Já nos rituais alemães (como no Rito Schröder), embora não exista o termo trolhar, a trolha faz mais sentido no que diz respeito a cobertura da Loja. Die Kelle (a trolha) é um instrumento do grau de Companheiro de Ofício, usado para: “proteger a obra contra influências externas destruidoras e o coração contra o ímpeto da sensualidade e das paixões”. Além disso, a trolha é o instrumento do ofício e a insígnia do Guarda do Templo (no original alemão: Türhüter, tradução literal: Porteiro ou Guardião da Porta).

No entanto, já sabemos que a origem deste termo não está tão directamente ligada às fontes anglo-saxónicas, pois como foi explanado anteriormente, o texto utilizado para a verificação em questão é chamado de Exame, Questionário ou Catecismo.

Vamos ter de recorrer a outra proveniência na linha do tempo da Maçonaria, uma mais próxima da Maçonaria brasileira e também muito importante para a história da Maçonaria em geral: a francesa.

No Brasil temos a evidente predominância do Rito Escocês Antigo e Aceito, e muito embora ele se chame Escocês e mesmo tendo sido concebido na Europa, é um Rito que nasceu quanto a organização dos seus Altos Graus nos Estados. Porém, quanto ao simbolismo, é um rito de procedência francesa.

Nos rituais franceses encontramos os termos Tuilleur ou Thuileur, para o cargo de Cobridor e Tuiler ou Thuiler para o exame feito aos visitantes. É a primeira vez que aparece um termo específico e um exame feito especialmente aos visitantes.

De acordo com o dicionário Michaelis, Tuile/Thuiler significa Telha. Logo fica evidente que o termo Tuilleur/Thuileur denota Telhador (Cobridor – embora não seja este cargo o responsável pelo exame aos visitantes como veremos mais a frente, é ele quem verifica se a Loja está coberta) e a palavra Tuiler denota Telhamento.

Consultando o livro francês, publicado em Paris em 1804, “Guide des Maçons Écossais, ou Cahiers des trois grades symboliques du Rit Ancient et Accepté”, em português “Guia dos Maçons Escoceses, ou Especificações dos três graus simbólicos do Rito Antigo e Aceito” que é uma compilação dos rituais dos três graus simbólicos do REAA, encontramos o seguinte:

Vén∴ – Frère Me∴ des cérémonies, veuillez vous transporter dans les parvis du temple, pour vous assurer s’il s’y trouve des frères visiteurs. Le maître des cérémonies va et revient rendre compte entre les deux surveillans, va remettre sur l’autel les certificats des frères visiteurs, et retourne leur tenir compagnie. Le vén∴ envoie le F∴ grand expert TUILER les visiteurs, et un autre expert pour prendre leur signature, afin de la vérifier avec celle de leurs certificats.”

Traduzindo, tem-se:

Venerável Mestre – Irmão Mestre de Cerimónias, vá por favor até o pátio do Templo, para se certificar se há irmãos visitantes. O Mestre de Cerimónias vai olhar, volta passando entre os dois Vigilantes, informa sobre os irmãos visitantes e retorna para ficar em companhia deles. O Venerável Mestre envia o 1° Experto TELHAR os visitantes, e o outro Experto para pegar as suas assinaturas, afim de verificar com as de suas credenciais.

Observando outro livro francês, publicado também 1804, “Grade d’Ap∴ le∴ du Rit Ancien”, em português “Grau de Aprendiz do Rito Antigo” que é uma publicação do primeiro grau simbólico do REAA pela Grande Loja Geral do Rito Escocês da França, vê-se o mesmo diálogo mas com a grafia THUILER para denotar o acto de telhar o visitante.

Após o diálogo relatado, segue-se com o telhamento que conhecemos do REAA.

O telhamento é confirmado, mesmo com a ausência de qualquer termo para denominá-lo, no livro de Albert Pike, “The Porch and the Middle Chamber – The Book of the Lodge – Secret Work”, em português “O Pórtico e a Câmara do Meio – O Livro da Loja – Trabalhos Secretos”, publicado nos Estados Unidos da América em 1872 com a intenção de instruir os irmãos americanos de como o REAA era praticado nos graus simbólicos na França, haja vista que nos EUA só se praticava REAA nos Altos Graus (e assim continua até os dias de hoje, havendo somente cerca poucas dúzias de Lojas em todos os EUA que praticam o REAA no simbolismo).

Embora, em alguns casos, haja a figura da Truelle (Trolha) como insígnia do Cobridor e como denominação das colheres na Loja de Mesa, nos rituais franceses do REAA não existe menção alguma ao termo trueller (trolhar). Segundo o artigo Le Symbolisme en Franc-Maçonnerie, na Maçonaria francesa a Trolha é uma ferramenta que representa a conclusão da obra, quando se espalha a argamassa nas paredes apagando as distinções entre as pedras, é a ferramenta que permite unir as pedras em ligação fraternal. O termo passer la truelle (passar a trolha) tem o significado de perdoar e esquecer as ofensas entre irmãos.

Uma observação: Pike adoptou a insígnia do Cobridor como sendo uma espada, muito possivelmente para aproximar o REAA simbólico dos rituais já praticados pelos americanos (Blue Lodges) e não causar estranhezas.

Com isto, conclui-se que no REAA francês e na língua francesa em geral, o correcto seria Telhamento.

Não tendo encontrado ainda, na Inglaterra, nos Estados Unidos da América, na Alemanha ou na França, qualquer menção ao termo trolhamento, vamos por último a Portugal!

Existe um livro, também francês, datado de 1815 chamado “Thuileur de L’Écossisme du Rit Ancient – Thuileur des Trente-Trois degrés de L’Écossisme du Rit Ancien, dit Accepté”, traduzindo “Telhamento (ou Telhador) do Escocismo do Rito Antigo – Telhamento dos Trinta e Três graus do Escocismo do Rito Antigo e Aceito”. Já foi provado anteriormente que em francês Thuileur refere-se a telha, telhador e telhamento. Pois bem, existe um livro em Portugal que contém a tradução deste supracitado título e no seu interior, e adivinhem o seu nome traduzido: “Trolhamento dos 33 graus do Rito Escocês Antigo e Aceito”. Isso mesmo! Trolhamento! Mas a tradução de Thuileur não era Telhador? Era não, é! Vamos ver o que diz o tradutor, o português Miguel Roza (Luis Miguel Rosa Dias), à respeito:

“[…]Não foi fácil! O próprio título até é controverso! Thuileur corresponde a TROLHAMENTO, ou seja, ensinamento aos que manejam a Trolha, que são os pedreiros, neste caso pedreiros livres ou maçons, que no início eram operativos manejando entre outras ferramentas (macetes, escopros, alavancas, etc.) a dita trolha, para construírem Templos […]É de qualquer modo interessante observar a descrição científica que o autor faz do estudo das diferentes palavras e nomes que surgem ao longo do texto, informando-nos da sua etimologia histórico-religiosa, chegando ao ponto, nalguns casos, de descrevê-las com os caracteres próprios da sua língua original! Eis porque resolvi não só conservar o título TROLHAMENTO, termo que se adapta melhor a este Manual de Ensinamento Ritualístico.”

Não! Thuileur não corresponde a Trolhamento, mas sim a Telhador ou no máximo Telhamento! Infelizmente houve uma confusão. Este livro trata dos sinais, toques e palavras de todos os graus do REAA. Aqui no Brasil chamaríamos de Cobridor dos graus, denominação correcta, pois é o Thuileur, ou Telhador (que é o título francês do cargo de Cobridor) isto é, as respostas para o Telhamento dos graus. Entretanto o autor, que enfatizo ser português, justifica-se e descreve que o termo Trolhamento para ele significa um treinamento aos que manejam a Trolha (os pedreiros), logo um treinamento para ensinar os sinais, toques e palavras do REAA aos pedreiros livres. Em momento algum ele diz que o livro ou a palavra trolhamento trata dos exames aos visitantes.

Sobre o assunto, o irmão Kennyo Ismail fez uma constatação interessante. Ele verificou de acordo com o dicionário Priberam da língua portuguesa (português europeu, isto é, “português de Portugal”), um dos significados para a palavra Trolha é operário que assenta e conserta telhados e para Telhar é cobrir com telhas. Aí então pode estar um dos motivos que gerou o termo Trolhamento. Talvez!

É uma teoria interessante, mas vejamos o que o dicionário Priberam traz por completo: “Trolha (tro.lha): 1. Espécie de pá em que o pedreiro tem a argamassa de que se vai servindo; 2. Servente de pedreiro; 3. Pedreiro; 4. Operário que assenta e conserta telhados; 5. Pintor de brocha […]”. Aqui vemos que um(a) trolha em Portugal, além de poder ser qualquer tipo de operário da construção (pedreiro, servente, “telhador”, pintor, etc.) é obviamente a pá ou colher para servir a argamassa.

Para sanar a dúvida, o irmão português Rui Bandeira, da Loja Mestre Affonso Domingues n°5, de Cascais – Lisboa, pertencente a Grande Loja Legal de Portugal (GLLP), traz-nos um artigo da sua autoria no blog desta Loja, intitulado: “Regras Gerais dos Maçons de 1723 – XXV”. Ele diz:

“[…] O conjunto de operações e verificações destinado a que esta certeza (de que o irmão que se apresenta é Maçon) seja adquirida designa-se por “telhamento”, o acto de “telhar”. A expressão é simbólica. As Lojas maçónicas reúnem “a coberto”, isto é, em privado, sem a presença de quem não é Maçon. A simbologia utilizada pela Maçonaria é extraída da construção. Um edifício normalmente é coberto com telha. Um edifício com telhado está a coberto. Logo, uma Loja “a coberto” é uma Loja dotada de telhado, uma Loja “telhada”. O acto de verificar que quem acede a uma reunião de uma Loja tem o direito de o fazer é o acto de garantir que a Loja reúna efectivamente “a coberto”, é o acto de “cobrir” a Loja. Fazendo-se o paralelo com a cobertura de um edifício, cobrir um edifício é dotá-lo de telha, telhá-lo. Logo, o acto de garantir que a Loja reúna a coberto, mediante a verificação de que quem se apresenta é Maçon, e Maçon do grau em que a Loja vai reunir, é o acto de telhamento da Loja e essa actividade de verificação é chamada de “telhar” aquele que pretende visitar a Loja.

Esta designação é pacífica e comum na Maçonaria Portuguesa.

Já no Brasil, existem duas variantes para a designação. Uma parte das Lojas, em regra as subordinadas ao Grande Oriente do Brasil, utiliza “telhar” e “telhamento”. Outra parte, em regra Lojas jurisdicionadas às Grandes Lojas dos vários Estados brasileiros, utiliza os termos “trolhar” e “trolhamento”. Tenho este últimos termos por corruptelas dos termos originais, decorrentes de particular entendimento da fonética das palavras originais, tais como são pronunciadas no “português europeu”. Com efeito, a forma de pronúncia utilizada no português europeu é consideravelmente mais fechada, mais “muda” na pronúncia das vogais não tónicas. Enquanto que no português do Brasil a vogal “e” de telhar é claramente pronunciada, no português europeu é completamente muda. Não admira, assim, que um ouvido brasileiro confundisse a sílaba “te” de telhar e telhamento, em que a vogal, pura e simplesmente é abafada, é completamente átona, com a a sílaba “tro” de “trolhar”, acto de passar a trolha (que até é um instrumento de pedreiro…), daí derivando “trolhamento”.”

Sobre as constatações do Irmão Kennyo Ismail, o Irmão Bandeira ainda esclarece que:

  1. O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa é um recente dicionário electrónico, criado por uma empresa comercial que, embora meritório, não tem a autoridade bastante para, por si só, definir o que é certo ou errado na língua portuguesa;
  2. Em mais nenhum outro dicionário que consultei, inclusive do século XIX, encontrei o entendimento de “trolha” como operário que assenta e conserta telhados;
  3. Em português europeu “trolha” é pedreiro ou servente de pedreiro (e também a designação de uma ferramenta do pedreiro, a colher de pedreiro), e ponto final; nem no século XIX, quando “muitos maçons brasileiros” estudaram e foram iniciados em Lisboa trolha era designação específica de quem consertava telhados;
  4. É certo que o pedreiro trabalha em todas as fases da construção, desde executar os caboucos a levantar paredes, fazer lajes e, sim, também assentar o telhado – mas tudo isso sãopartes da função do pedreiro, do mister do trolha: não é correcto individualizar uma particular tarefa (se o fosse, então ao trolha também cabe abrir janelas, por onde estranhos podem espreitar para o interior das Lojas);
  5. Finalmente, nunca, em português arcaico ou nos rituais e catecismos em uso em Portugal nos séculos XIX e XX foi utilizado “trolhar” e “trolhamento”, antes e apenas “telhar” e “telhamento”.”

O Irmão Rui Bandeira diz muito sabiamente que, mesmo assim, não é certo afirmar que um termo ou outro seja incorrecto, pois:

“[…]a língua é uma coisa viva, evolui, por vezes por variantes cultas, talvez a maioria das vezes por variantes populares, por norma precisamente corruptelas de expressões cultas. Se a língua não evoluísse, se não se alterasse, ainda todos falávamos latim… Uma vez que uma expressão ganhe um uso continuado e significativo na língua, passa a integrá-la, quer a sua origem seja “culta” e tida por gramaticalmente correcta, quer a sua origem seja “popular” e decorra de corruptela. Penso que é esta precisamente a situação, neste caso concreto: uma evolução da língua portuguesa, no espaço brasileiro, que acabou por consagrar o uso como sinónimos de “telhar” e “trolhar” e “telhamento” e “trolhamento”, desde há dezenas de anos.”

Com isto meus Irmãos, está finda a saga! Concluímos que:

  1. Nos rituais da Inglaterra, Estados Unidos da América e Alemanha não existe um exame específico para a avaliação dos visitantes, tampouco obviamente existe um termo que designe este exame;
  2. Na REAA da França existe o exame e existe um nome que é Tuiler/Thuiler que vem de Tuile que é Telha, sendo portanto correcto o designo de Telhamento;
  3. Em Portugal, embora alguns poucos dicionários avaliem Trolha como sendo um assentador e consertador de telhados, Trolha denota principalmente um pedreiro em geral e a pá de argamassa que ele utiliza, além de que em português arcaico ou nos rituais e catecismos em uso em Portugal nos séculos XIX e XX nunca foi utilizado Trolhar e Trolhamento, mas sim e apenas Telhar e Telhamento.”;
  4. Possivelmente a origem do termo Trolhamento veio de uma confusão de tradução, de leitura ou de fonética, e foi sustentada durante os anos. Tenho de concordar com o irmão Rui Bandeira: quando um termo fica por muito em utilização acaba se tornando parte da língua e da tradição, e certamente isso aconteceu com trolhamento no Brasil;
  5. Não restam dúvidas de que o termo correcto é TELHAMENTO.

Guilherme Cândido

Bibliografia

  • BANDEIRA, Rui. Regras Gerais dos Maçons de 1723 – XXV.
  • BLOG HAUTS GRADES. Le Symbolisme en Franc-Maçonnerie.
  • BLOG MASONIC DICTIONARY. Tiler.
  • DICIONÁRIO MICHAELIS – FRANCÊS/PORTUGUÊS. Tuile.
  • DICIONÁRIO PRIBERAM – PORTUGUÊS EUROPEU. Trolha
  • DICIONÁRIO WEBSTER – INGLÊS/PORTUGUÊS. Tiler.
  • Guide des Maçons Écossais ou Cahiers des trois grades symboliques du Rit Ancien et Accepté. França, 1804.
  • GRANDE LOJE GENERALE ECOSSAISE DE FRANCE. Grade d’App∴ le∴ du Rit Ancien. França, 1804.
  • ISMAIL, Kennyo.  Telhamento ou Trolhamento???.
  • JEREZ, Sérgio. Telhamento x Trolhamento.
  • PIKE, Albert. The Porch and the Middle Chamber – The Book of the Lodge – Secret Work. 1872.
  • ROZA, Miguel. Trolhamento dos 33 graus do Rito Escocês Antigo e Aceito seguido de Maçonaria Azul e de os 13 graus da Antiga Maçonaria Adonhiramita. Editora São Rozas, 2012.
  • SCHRÖDER, Friedrich Ludwig. Ritual des Gensellengrades. Edição de 1960.
  • Thuileur de L’Écossisme du Rit Ancien – Thuileur des trente-trois degrés de L’Éscossisme du Rit Ancien, dit Accepté. Editora Chez Delaunay, Paris, 1813.

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2 thoughts on “Terminologia – TELHAMENTO

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    MQII:.
    Tudo está justo e perfeito quando usado em prol do conhecimento!Mas devemos dar o assunto por terminado?
    Porque não pensar no termo”Trolhamento” o acto de fazer inspecção! Confirmar se sei usar correctamente as ferramentas em causa!
    Fica então mais uma hipótese,para o crescimento da obra.
    TAF:.

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    Muito boa a matéria!!! Buscando a cada dia mais um ensinamento sobre nossa sublime ordem.

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