Consagração da R:. L:. Conde de Paraty

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R∴ L∴ Conde de Paraty, nº 155 - Estandarte e Jóia
R∴ L∴ Conde de Paraty, nº 155 – Estandarte e Jóia

À hora a que este texto está a ser publicado, o M∴ R∴ Irmão Armindo Azevedo, Grão-Mestre da Grande Loja Legal de Portugal /GLRP estará a consagrar a R∴ L∴ Conde de Paraty, nº 155.

Este é um momento especial para mim, já que integro esta Loja, sendo um dos seus proponentes. É também um excelente momento para desejar as maiores felicidades à R∴ L∴ Conde de Paraty, nº 155 (a minha) e me declarar À ORDEM do actual e de todos os seus futuros Veneráveis Mestres. Dado o momento, impunha-se dar a palavra ao seu 1º Venerável Mestre e principal impulsionador, o M∴ Q∴ I∴ Tiago Sousa e Silva:

Convidou-me o nosso M∴ Q∴ I∴ António Malveiro Jorge a tomar a palavra, para vos dar a conhecer a mais nova Loja da G∴L∴L∴P∴ / G∴L∴R∴P∴R, a R∴ L∴ Conde de Paraty, nº 155, a Or∴ de Lisboa.
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Criada pelo Decreto nº 534 do M∴ R∴ I∴ Armindo Azevedo, Grão-Mestre, em 19 de Maio de 6021, a Loja só será consagrada a 14 de Julho desse ano, por via das restrições impostas pela pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2, que não deixou de prejudicar a actividade maçónica, como sabemos.
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Essas restrições foram acompanhando, aliás, todo o processo de criação da Loja, desde a sua génese até ao momento da sua Consagração, mas não foram capazes de quebrar a determinação e a resiliência dos seus 13 peticionários, a que se juntou o incansável entusiasmo do nosso M∴ R∴ I∴ Armindo Azevedo, Grão-Mestre, provando que Maçonaria também se pode (e deve) fazer, nas mais adversas circunstâncias.
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A R∴ L∴ Conde de Paraty é um projecto maçónico regular, que reúne Maçons de grande nível ético, moral, profissional e maçónico. Pretende, na esteira do seu patrono, D. João Inácio de Noronha (COMTE), 2º Conde de Paraty, uma marcada matriz beneficente, de intervenção social e de abertura ao exterior, com estabelecimento de relações maçónicas internacionais. Buscará, a exemplo da sua vida, UNIR O QUE ESTÁ DISPERSO. Procurará ser um centro de discussão elevada sobre os grandes desafios que se colocam à sociedade portuguesa e à sua Maçonaria. Nasce da fortíssima motivação de vários Irmãos na criação um projecto novo, um projecto de referência maçónica, quer ao nível ritual e espiritual (no contexto do REAA), quer ao nível do compromisso com os Landmarks da Maçonaria Regular Universal.
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A mesma vontade e a mesma motivação presidiram à acção do Conde de Paraty que, também num momento de particular dificuldade por que passou a Maçonaria portuguesa, a soube reunir e reconduzir ao seu referencial filosófico e ritualístico. Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano Unido, de 1859 a 1881, João Inácio de Noronha foi responsável pelo estabelecimento do maior número de protocolos de mútuo reconhecimento do G∴O∴L∴U∴ com potências estrangeiras e pela reorganização e reconhecimento internacional do seu Supremo Conselho do REAA.
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Possa o seu nobilíssimo exemplo inspirar a acção desta jovem Oficina; Possa o G∴A∴D∴U∴ iluminar os Obreiros, seus discípulos e possa o seu trabalho dignificar a Maçonaria Regular Universal, em geral e honrar a G∴L∴L∴P∴ / G∴L∴R∴P∴, em particular.
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Lisboa, no 25º dia do mês de Tammuz de 6021.
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Tiago Sousa e Silva, M∴ I∴ – V∴ M∴ da R∴ L∴ Conde de Paraty, nº 155 (G∴L∴L∴P∴ / G∴L∴R∴P)

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